Santiago (Chile) – Único brasileiro no top 100, o carioca João Fonseca não disputará o ATP 250 de Santiago. Com isso, nenhum tenista do país estará na chave principal do torneio chileno. Para piorar, sequer no qualificatório teremos representantes nacionais.
Atual número 2 do Brasil, o paranaense Thiago Wild é o 197º do mundo, passando bem longe do corte para a chave principal, na qual o último a entrar direto foi o peruano Ignacio Buse como 100º do mundo.
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Mesmo no qualificatório em Santiago, onde conquistou seu primeiro e até então único torneio ATP, levantando a taça em 2021, o paranaense não conseguiu uma vaga, já que o corte foi na 157ª colocação, ocupada pelo português Henrique Rocha quando fechou a lista.
Sem grandes estrelas, o torneio tem como principal nome o argentino Francisco Cerúndolo, seguido do italiano Luciano Darderi. Destaque também para o italiano Matteo Berrettini e para os tenistas da casa Alejandro Tabilo, Cristian Garin e Nicolas Jarry, este último com convite.










Isso confirma o péssimo momento do tênis brasileiro e sua falta de perspectiva, nem quali em torneio de saibro na América do Sul. A principal responsável é a confederação brasileira de tênis, mostra que não tem política junto a clubes e outros. Os escassos resultados já no início do ano espelham isto.
Segundo a CBT e muitos aqui: “o tênis brasileiro vive seu melhor momento na história”..
Nossa,que situação, nem qualy os brasileiros conseguiram ranking,e passaram longe do corte
E mesmo sendo um torneio esvaziado
Não está esvaziado como em anos anteriores. Ano passado, a chave principal fechou em 113, não deu muita diferença, mas o qualy fechou em 215, muito acima desse ano, a não ser que tenha bastante desistência até o início. Mas, contudo, isso não isenta que, tirando o Fonseca, que começou em baixa o ano por lesão, todos os demais brasileiros vêm muito abaixo do que estavam jogando ano passado.
que bizarro. uma oportunidade dessas. e ninguém vai. não vai por mérito (não ter ranking) e nem ao menos para tentar o qualy. que dó, que vergonha, que precariedade desse esporte que já nos trouxe tanto orgulho e alegrias.
Para tentar o quali tem que ter ranking
Pow, direto tá por aqui e falando só babozeira.
tem que tentar o qualy do qualy Calebinho.
Desse jeito vai se ano de acompanhar Challengers e ITFs, além do João. Até porque o momento do Wild e Monteiro são duros de ver.
João seria cabeça de chave número três se fosse ao Chile.
Igual na Argentina e no rio… Ou teve alguma chave que seria diferente?
Saudades do Dartsrankings para ver as entradas e alternates
Sei que esse não é o foco da notícia, mas me pergunto se não ajudaria a gira latina passar nossos torneios (BsAs, Rio e Santiago) para imediatamente antes do início do saibro eueopeu (Monte Carlo).
Nesse momento do ano, há torneios saibro, quadra dura e indoor, de modo que a maioria dos jogadores não-latinos optam por não jogar a gira latina de saibro, tendo em vista os dos M1000 americanos logo mais.
Isso sem falar que o 250 de Buenos Aires deveria ser muito mais que um 250, mas aí é outra questão.
Esses 3 torneios ja solicitaram à ATP tanto essa mudança de data que você sugeriu qnt a mudança de piso, ambas foram recusadas pela entidade..
É realmente um boicote velado, não tem muito oq fazer a não ser os 3 juntos dobrarem a aposta e ameaçarem entregar as datas e deixar nosso subcontinente sem torneios ATP se a entidade nao aceitar nenhuma das propostas acima mas.. com os petrodolares correndo solto no tenis, o mais provável seria a ATP aceitar com muito gosto deixar a América do Sul sem torneios e levar essas 3 datas para o “mundo arabe”..