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Melo e Middelkoop estreiam com boa vitória em Santiago

Foto: Fotojump

Santiago (Chile) – Após a derrota na primeira rodada do Rio Open, o mineiro Marcelo Melo e o holandês Matwe Middelkoop deram a volta por cima no ATP 250 de Santiago. Nesta quarta-feira, eles fizeram valer a condição de cabeças de chave 1 e bateram sem sustos o argentino Pedro Cachin e o espanhol Jaume Munar com parciais de 6/3 e 6/1, em apenas 56 minutos.

Classificados para as quartas de final do torneio chileno, Melo e Middelkoop terão pela frente a complicada parceria dos bolivianos Boris Arias e Federico Zeballos, responsáveis pela eliminação do gaúcho Marcelo Demoliner na primeira rodada.

O mineiro e o holandês não sofreram quebras na partida, mas foram os primeiros a ter o saque ameaçado, no quarto game, mas salvaram os dois break-points que enfrentaram. Na sequência, eles responderam com autoridade e bateram o saque dos rivais. Firmes em quadra, Melo e Middelkoop não só administraram a vantagem, como anotaram ainda um novo break no nono e último game.

Na segunda parcial, Melo e Middelkoop mantiveram o embalo e abriram 5/0 com duas quebras consecutivas, chegando a sete games vencidos em sequência. Por pouco eles não fecharam com um “pneu”, mas Cachin e Munar salvaram quatro match-points no sexto game, para quando perderam dois break-points e foram superados no ponto decisivo.

Romboli e Zormann entram na chave
Além da vitória de Melo nesta quarta-feira, outra boa notícia para o tênis brasileiro no Chile foi a entrada da parceria de Fernando Romboli com Marcelo Zormann na chave principal. Eles eram os primeiros na lista de espera e herdaram a vaga do italiano Luciano Darderi e do espanhol Pedro Martinez, que desistiram da competição.

Romboli e Zormann serão os adversários de estreia do gaúcho Rafael Matos e do colombiano Nicolas Barrientos, cabeças de chave número 3, que chegam embalados após a conquista do Rio Open, a primeira dos dois juntos e a maior de suas carreiras.

4 Comentários
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Albert
Albert
1 mês atrás

Dalcim, olhando a chave de duplas de Santiago, vejo q na primeira rodada o Rafa Matos mudou de adversários. Acabou pegando os alternates, q por acaso, sao os brasileiros Zoorman e Romboli – q nao estavam inscritos nas simples. Minha pergunta é: tem jogadores q viajam pra torneios “no escuro”, sem ter ideia se vao jogar? Quantos, em media? Não saiu ninguem, voltam pra casa? No qualifying de simples eu imagino q seja mais facil resolver o problema: alguem se machucou antes da primeira rodada, coloca um jogador de duplas.

José Nilton Dalcim
Admin
1 mês atrás
Responder para  Albert

Vou tentar explicar como funciona a dupla em ATP 250 ou em challengers. O prazo de inscrição geralmente é sábado (ou domingo em alguns casos) e a lista de quem entra sempre depende da soma do ranking dos parceiros. Então não se sabe exatamente quem vai entrar ou não. Pode ser que alguém desista ou entre de última hora. Então a dupla assina a lista e fica à espera de sair os que entram diretamente. É um risco, com certeza. No caso do Zormann e do Romboli, eles ficaram de fora talvez por 1 ou 2 posições (soma dos rankings) e aí ganharam direito de ser ‘alternate’. Deu para entender? Abraço!

Albert
Albert
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Sim, perfeito. Só pra concluir: esses alternates já viajam com a dupla formada, ou escolhem o parceiro no local, já sabendo q sempre vai ter alguem interessado? E imagino q haja jogadores que ficam viajando varias vezes, sem conseguirem entrar como alternates em nenhum torneio… Procede?

Márcio
Márcio
1 mês atrás

Boas notícias! Parabéns, Marcelo!

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