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Kenin faz semi em San Diego, Collins supera Garcia

Danielle Collins (Foto: Lexie Wanninger/San Diego Open)

San Diego (EUA) – O início das quartas de final do WTA 500 de San Diego foi de bons resultados para as jogadoras da casa. As norte-americanas Sofia Kenin e Danielle Collins venceram suas partidas em sets diretos e garantiram vagas nas semifinais do torneio em quadras duras.

Kenin foi a primeira a entrar em quadra e superou a russa Anastasia Potapova, 27ª do ranking, por 6/2 e 6/3 em 1h18. A norte-americana se aproveitou das 15 duplas faltas da rival e conseguiu seis quebras na partida. Potapova até fez um winner a mais, 16 a 15, mas cometeu 27 erros não-forçados contra apenas 14 da anfitriã.

“Ela vem fazendo uma grande temporada, mas tentei focar no que eu precisava fazer e sinto que fiz uma boa partida. Eu precisava manter o foco no meu plano de jogo e não relaxar”, disse Kenin, que disputa sua primeira semifinal desde janeiro em Hobart. Ex-número 4 do mundo, a jogadora de 24 anos aparece atualmente no 93º lugar do ranking e está se reaproximando do top 60.

As quadras de San Diego são especiais para Kenin, que venceu um torneio juvenil no mesmo local em 2015, que rendeu a ela um convite para a chave principal do US Open daquele ano. “É muito especial estar de volta, tenho ótimas lembranças daqui. Lembro de ter feito um jogo duro contra a Cici Bellis. Amo jogar aqui e sinto que é a minha quadra da sorte”, acrescentou a norte-americana, que pode enfrentar a grega Maria Sakkari ou a também norte-americana Emma Navarro.

Logo na sequência foi a vez de Danielle Collins dominar a partida contra a número 10 do mundo Caroline Garcia, segunda cabeça de chave, eliminando a francesa com parciais de 6/2 e 6/3. Collins não enfrentou break-points e cometeu só cinco erros não-forçados, contra 20 de Garcia. A norte-americana conseguiu quatro quebras, duas em cada set e liderou a contagem de winners por 14 a 11.

“Caro jogou um ótimo tênis e era difícil quebrar o saque ou suportar as devoluções dela, mas eu estava sentindo muito bem os meus golpes, tentei ser sólida desde as primeiras bolas de cada ponto”, avaliou Collins na entrevista em quadra. “Fiz um jogo melhor do que ontem, não havia jogado tão bem na segunda rodada [contra Jelena Ostapenko], mas o tênis tem mesmo esses altos e baixos”.

Collins pode cruzar o caminho de Beatriz Haddad Maia, caso a brasileira vença seu jogo contra a tcheca Barbora Krejcikova, 13ª do ranking, a partir das 21h30 (de Brasília) desta quinta-feira.

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