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Jarry já pensa na final: “Tenho que ser agressivo e ditar os pontos”

Foto: ATP Tour

Roma (Itália) – Depois de fazer história para o tênis chileno, com a primeira final de Masters 1000 em 16 anos, Nicolas Jarry não se contenta com o que alcançou em Roma e quer mais. O tenista de 26 anos já pensa na final de domingo contra o alemão Alexander Zverev e tem claro o plano de jogo que precisa adotar para tentar sair do Foro Itálico com o maior título da carreira.

“Eu simplesmente tenho que continuar fazendo meu jogo, continuar sendo agressivo, ditar, tentar mover a bola com o forehand, sacar bem, ser consistente e ser mentalmente forte. Ele é um jogador muito bom. Ele já venceu aqui (em 2017), é um cara durão, difícil de vencer. Tem um backhand incrível, um bom saque e está jogando um tênis muito bom no momento”, comentou Jarry sobre a final.

Mesmo longe de sua casa, Roma acolheu bem Jarry, graças ao apoio de alguns italianos e chilenos presentes. Ele espera poder jogar embalado pela torcida mais uma vez na decisão. “Eu sei que domingo vai ser igual. Espero poder receber muito apoio de muitos chilenos gritando para que eu possa ter o público ao meu lado. Isso sempre ajuda”, afirmou o chileno.

Agressividade e foco para superar altos e baixos

Jarry também comentou sobre a dura vitória em três sets contra Tommy Paul na semifinal. “O importante é que consegui voltar com meu melhor tênis no terceiro set e sendo agressivo. Fiquei satisfeito com a forma como retomei meu tênis agressivo. Fechar a partida nunca é fácil, mas consegui e a sensação que tenho agora é incrível”, disse 

“É nesses momentos que jogo meu melhor tênis”, disse Jarry, que terminou a partida com 33 bolas vencedoras e 49 erros não forçados, destacando a importância de manter a agressividade durante toda a partida, principalmente na reta final. “Foi quando pensei: se der certo, incrível, se não der, tudo bem. Tento ser assim durante todo o jogo, mas é difícil manter esse nível constantemente”

No game para fechar, Jarry perdeu quatro match-points, depois precisou salvar dois break-points até enfim ficar com a vitória. “Acho que naqueles momentos joguei meu melhor tênis. Dei o meu melhor, fui em frente. Se as bolas entrassem, ótimo, se não, dei tudo de mim. Fiz isso durante todo o jogo. É difícil manter o nível de concentração, mas agora estou na final”.

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Arthur
Arthur
1 mês atrás

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