Melbourne (Austrália) – Depois de vencer seu segundo jogo no Australian Open, Iga Swiatek sentiu melhora em relação à estreia, em que havia superado a chinesa Yue Yuan com dificuldade. Já nesta quinta-feira, a número 2 do mundo controlou a partida contra a tcheca Marie Bouzkova, confirmando o duelo com a russa Anna Kalinskaya na próxima fase.
“Foi ótimo jogar hoje. Me senti mais à vontade do que na primeira rodada”, disse Swiatek, após a vitória por 6/2 e 6/3. “As condições não estavam fáceis. Estava ventando muito e eu precisei me adaptar a isso, sem dúvida. Estou muito feliz com o meu desempenho”.
O encaixe de jogo contra Bouzkova, que não tem tanta potência nos golpes e tem um estilo mais defensivo, também favoreceu a polonesa, que fez 31 winners contra apenas 3 da tcheca. “Contra ela você precisa ser sólida e disciplinada para definir os pontos, porque ela se defende muito bem. Foi o que eu fiz hoje e pude colocar pressão desde o começo”.
“Em alguns momentos eu precisava ir para a rede e definir os pontos lá, porque ela colocaria muitas bolas em quadra e jogava longe da linha de base. Era difícil fazer winners. Eu também treinei mais voleios ontem e estava confiante para fazer isso hoje”, avaliou a vencedora de seis títulos de Grand Slam, que busca uma conquista inédita na Austrália.
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Swiatek se tornou a primeira jogadora da Era Aberta a chegar à terceira rodada nos 24 primeiros Grand Slam que disputou numa mesma década. Além disso, a polonesa é a única tenista, entre homens e mulheres, a ter alcançado a terceira fase em todos torneios Grand Slam desde 2020. Admiradora declarada de Rafael Nadal desde a infância, a jogadora de 24 anos destaca também que a longevidade de Novak Djokovic serve de inspiração.
“Sinto que minha abordagem à competição sempre foi boa. Mas diria que as circunstâncias mudaram um pouco. Jogar essas partidas se tornou uma rotina. Lembro-me de 2022, depois das quartas de final, quando joguei a raquete para cima e comemorei como faria hoje se ganhasse um Grand Slam. Acho que as perspectivas mudam. Mas nem por isso, você pode deixar de curtir o jogo. Acho que é por isso que Novak, por exemplo, consegue jogar por tanto tempo. Ele já conquistou tudo, mas ainda curte a vitória e essa sensação. É bom observar pessoas assim e encontrar inspiração”, reletiu a polonesa.
Perguntada sobre o calendário durante a coletiva de imprensa, a número 2 do mundo falou sobre a importância de equilibrar os torneios com os compromissos extra-quadra. “Fisicamente estou bem, mas obviamente o calendário é duro. Não há muito tempo para descansar completamente, é quase impossível. Quando você joga bem, tem também muitas coisas para fazer fora da quadra. Você não é apenas um jogador de tênis. Então é preciso encontrar um equilíbrio nessa parte da carreira e ter um bom tempo de descanso. E um dos meus objetivos para este ano é conseguir me desligar melhor nos intervalos entre os torneios, para chegar com mais energia no final da temporada”.













Mas um ponto na conta do legado da lenda Novak Djokovic.
Para esperneio dos que acham que só o legado importa.
Em pensar que diziam que nesta idade Djokovic estaria acabado porque é um jogador sem talento e que depende exclusivamente do físico. Ai esta a resposta, quebrando recordes e fazendo história. Quanto tempo eu perdi lendo asneiras e beisterois.
Normal, o maior tenista de todos os tempos é um exemplo até para craques como Swiatek e Alcaraz.
Isso considerando que o maior ídolo, tanto da Swiatek quanto do Alcaraz, chama-se Rafael Nadal. Mesmo assim eles se inspiram em Novak Djokovic.
Isso, por si só, é motivo para alguns morderem os cotovelos.
Não acho que confundiu um pouco, pois Alcaraz era fã do maestro( Federer) se eu não tiver enganado.
E vai querer perder wimbledon depois de sacar em 40-15 pra gangar a partida? Kkkkkkkkkk
Ora isso não tem nada a ver, mas foi ele que disse, né. Kkk
Ele era fã do Federer sem dúvidas, mas o maior ídolo dele era o Rafael Nadal.
Acho que você confundiu, pois a meu ver não dá para colocar Alcaraz no mesmo patamar da Iga, pois o Alcaraz é outro nível porque é próximo de um gênio sendo completo e a Iga não é, ou seja, a polaca é uma jogadora acima da média no atual tênis feminino porque fisicamente e mentalmente é excepcional,mas tecnicamente ainda carece de melhoria técnica que talvez a coloco como craque diferente do Alcaraz que é ótimo fisicamente, mentalmente e tecnicamente sendo completo. Resumindo gênio >>>>>> do que craque.
Não coloquei no mesmo patamar, o Alcaraz tem infinitamente mais recursos, quase um gênio mesmo, como você colocou. É um jogador mais habilidoso e intuitivo, obviamente.
Já Iga é uma craque do esporte, fenômeno, e ainda que eu não goste tanto de assistir a seus jogos, 6 Slams aos 24 anos falam por si.
Concordo.