Noumea (Nova Caledônia) – O paulista Gustavo Heide deu trabalho para o cabeça de chave número 2 no challenger de Noumea, levando o canadense Liam Draxl a ficar 2h35 enquadra para triunfar em três sets, com o placar final de 7/6 (7-5), 3/6 e 6/3.
A partida foi equilibradíssima e definida nos pontos importantes. Heide levou a melhor nos winners (35 a 29), mas nos erros não forçados foi o rival canadense que se deu bem e cometeu menos (44 a 52).
Heide teve um aproveitamento de serviço levemente superior, vencendo 69% dos pontos contra 68% de Draxl, com duas quebras para cada lado. O canadense teve uma vantagem mínima nos pontos totais, fechando com 91 pontos contra 90 do brasileiro.
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No primeiro set, cada jogador obteve uma quebra e a definição foi para o desempate, no qual o paulista chegou a abrir 5-2, mas depois disso empacou no placar e não venceu um ponto mais sequer, vendo o canadense faturar cinco em sequência para largar na frente.
Depois disso, Heide foi superior na segunda parcial e se manteve vivo no jogo com uma quebra solitária no oitavo e penúltimo game. Porém, no set decisivo, foi a vez de Draxl fazer valer o favoritismo com um break no oitavo game, sacando para fechar em seguida.
O canadense de 24 anos e atual 133º do mundo terá pela frente o vencedor do duelo entre o britânico Ryan Peniston e o australiano Moerani Bouzige.










É aquilo, olhando o copo meio cheio: fez um jogo beeeem parelho contra o cabeça de chave n°2 num challenger em quadras duras, logo, tem boas chances de fazer ao menos um papel decente no qualy do AOpen..
Agora o copo meio vazio é, mais uma vez, o desperdício de uma grande vantagem num jogo tãaaao parelho: como a reportagem bem disse, esteve com o tie break do 1° set na mão e empacou, oq acabou sendo o fiel da balança para essa derrota..
Heide tá jogando muito bem. vai subir rápido no ranking caso não tenha mais nada de lesão.
Brasileiros em tb são uma lástima, mesmo abrindo uma boa vantagem
Primeiro jogo, pegou um cara duro em uma quadra onde ventava muito. Perdeu no detalhe e por conta da maior experiência do adversário. Derrota semanticamente bem diferente do que ocorreu com o outro brasileiro da chave