Nova Iorque (EUA) – Apesar do amplo domínio de Jannik Sinner e Carlos Alcaraz nas últimas temporadas, o treinador e comentarista Brad Gilbert acredita que ambos ainda não estejam na lista dos dez melhores da história. Segundo o norte-americano, o italiano e o espanhol ainda precisam de mais façanhas para integrar o seu top 10 ideal.
O norte-americano, que trabalhou com nomes como Andre Agassi, Andy Roddick e Andy Murray, analisou a trajetória de Sinner e Alcaraz. Em entrevista ao Tennis Channel, Gilbert afirmou que vê potencial para ambos alcançarem as primeiras posições desse ranking, mas considera ser muito cedo colocá-los entre os maiores de imediato.
“Desde que Alcaraz e Sinner se mantenham saudáveis e continuem rendendo em alto nível, eles estarão nas primeiras posições dessa lista. Por enquanto, não estão entre os dez primeiros. O número 1, obviamente, é Novak Djokovic. Rafael Nadal é o segundo, com Roger Federer em terceiro”, comentou.
Gilbert deixou margem para interpretações a partir da sétima posição, mas garantiu que Pete Sampras, Bjorn Borg e Rod Laver completariam o top 6 elaborado por ele. No momento, ele ainda colocaria Agassi, John McEnroe, Jimmy Connors e Ivan Lendl à frente de Sinner e Alcaraz.
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O treinador também destacou outros nomes históricos e já aposentados do circuito. Gilbert pondera que Mats Wilander, Stefan Edberg, Boris Becker, Ken Rosewall e John Newcombe levam vantagem pelo conjunto da obra.
Alcaraz não joga desde abril por conta de uma lesão no punho direito e ficou fora de Roland Garros e Wimbledon neste ano. Dono de sete títulos de Grand Slam, ele deve retornar para defender o título do Masters 1000 de Cincinnati antes do US Open. Sinner, por sua vez, é o número 1 do mundo, soma cinco troféus deste porte e conquistou o bicampeonato no All England Club na semana passada.
“Quando os dois chegarem a oito ou dez títulos de Grand Slam e tiverem uma carreira longa e consistente, subirão naturalmente nesse ranking. Mas, se pararem por aqui e não conquistarem mais nada, não consigo colocá-los nessa lista”, afirmou Gilbert.











Não sei se o Gilbert usou apenas o n° de GS para ordenar a sua lista de melhores da história.
Se considerarmos somente a era profissional (a partir de 1968) e levando em conta o total de finais de GS alcançadas e o total de títulos conquistados para ordenar os empatados em n° de slams, a lista atual dos 24 primeiros seria essa:
1. Djokovic 24
2. Nadal 22
3. Federer 20
4. Sampras 14
5. Borg 11
6. Lendl 8
7. Connors 8
8. Agassi 8
9. McEnroe 7
10. Wilander 7
11. Alcaraz 7
12. Edberg 6
13. Becker 6
14. Newcombe 5
15. Laver 5
16. Sinner 5
17. Vilas 4
18. Courier 4
19. Rosewall 4
20. Murray 3
21. Ashe 3
22. Kodeš 3
23. Wawrinka 3
24. Kuerten 3
A única régua que mede um tenista desde que o tênis existe, é o número de Grand Slams conquistados. Foi e sempre será assim. Só a partir da ascenção do Djokovic que começaram a incluir critérios como carisma, comportamento, beleza dos movimentos como outras medidas. Nunca ninguém falou do carisma do Lendl, Connors, Borg, Sampras. Eles foram os maiores incontestáveis em suas épocas pelas conquistas que tinham e ponto final. Federer poderia ter tido 30 Slams. Demorou muito pra encontrar uma forma de vencer Nadal e não encontrou forma de bater o Djoko depois de 2010. Se superasse os dois teria sido o maior, mas no fim foi o Djoko quem superou. Não tem outra métrica.
O titulo está meio bombastico, mas o conteudo é coerente. Seria mais correto “ainda fora do top 10 historico”, porque o que comenta é o correto, se seguirem saudaveis e com esse nivel de resultado podem até alcançar o topo, mas ainda não estão lá, tem um longo caminho a percorrer.
O Federer nem devia estar nessa lista, dada sua importância, conquistas e classe, o indivíduo é inalcançável, é uma lenda imortalizada.
Ambos Sinner e Alcaraz ainda são novos, mas podem ultrapassar o topo dos mortais que é dividido em importância com Nadal, Djoko, Laver.
Sim. Djoko não pode chegar mais nos 20 slam. Se ganhar, terá 25 conquistas. Realmente, o slam 20 é impossível nessa etapa da carreira.
O artigo somente provou que o Gilbert sabe contar Grand Slams. E nada além disso.
Existe discussão sobre o terceirão Federer.
E concordo sobre Sinner e Alca, embora estejam em um ritmo excelente.
Federer transcendeu o esporte, mas vc não está preparado pra essa conversa.
Federer ajudou, mesmo que sem querer, a popularizar ainda mais o esporte. Ele começou a dominar o tênis no vácuo deixado pela geração do Sampras, com um Agassi já perto dos 35 anos. Em pouco tempo ele foi sendo amplamente superado em quadra por seus principais rivais, Nadal e Djokovic, bem antes de completar 30 anos. Por isso, considero que a terceira posição na história combina bem com ele.
Oswaldo, o Federer deixou um legado e a imortalidade. Djokovic os números. E como sabemos, os números são ultrapassados em algum momento e posteriormente esquecido.
não adianta o Gilbert chorar… Federer é o GOAT do tênis, é consenso entre todos os principais analistas do mundo e ponto final. Isso já é assunto encerrado.
Favor atualizar o seu comentário. A realidade mudou faz tempo. O seu comentário parece ter sido feito antes da pandemia da covid-19.
Nao ha consenso nenhum!
Era torcedor do nadal, mas os numeros nao mentem!
Djoko>Nadal>Roger