Nova York (EUA) – Assim como aconteceu com a norte-americana Jessica Pegula na primeira semifinal feminina, a compatriota Coco Gauff também acabou eliminada do US Open na quinta-feira. Ela foi derrotada de virada pela cazaque Elena Rybakina, que fará duelo de atual e futura número 1 com Aryna Sabalenka na decisão.
“Às vezes é assim mesmo, você joga melhor no início da partida do que no final. Acho que ela começou a cometer menos erros não forçados. Por causa disso, eu acabei cometendo mais erros. Talvez a escolha dos golpes nem sempre tenha sido a melhor”, comentou a tenista da casa.
Gauff não ficou muito contente com seu desempenho com o saque, vencendo 61% dos pontos e sofrendo quatro quebras. “Acho que ela jogou muito bem. Foi uma boa partida e, honestamente, tudo se resumiu a alguns games de serviço meus em ambos os sets que não consegui confirmar”, observou.
“Preciso analisar o que aconteceu depois, mas ela fez um ótimo trabalho estando presente em todos os pontos e pressionando bastante no saque e na devolução”, acrescentou Gauff, que lamentou não ter conseguido retribuir o apoio da torcida com uma vitória no final.
“É sempre uma droga no final sentir isso. Não é uma decepção completa, mas simplesmente não conseguir a vitória para eles, mas definitivamente me apoiam muito nessas partidas aqui. Consigo sentir o carinho até o último ponto”, destacou a tenista da casa.
A eliminação no US Open é algo que mexe bastante com Gauff, mas mesmo assim ela ainda tem que lidar com a reta final da temporada. “Estou pensando apenas no ano que vem. Acho que em cada US Open, sem desrespeito a outros torneios, mas em cada US Open minha mente está focada em melhorar para o ano que vem”, confessou.
“Vou jogar na China e espero conseguir me classificar para o WTA Finals, mas todas as vezes que participei desses torneios foi com o objetivo de testar coisas para a próxima temporada ou descobrir no que preciso trabalhar durante a pré-temporada”, revelou a norte-americana.










