Nova York (EUA) – Fora do top 100 no ranking mundial, Beatriz Haddad Maia não conseguiu vaga direta na chave principal do US Open, que começa em 30 de agosto. Atualmente ocupando apenas o 149º lugar, a número 1 do Brasil terá que passar por três rodadas do quali para entrar no Grand Slam nova-iorquino.
Bia tem um bom histórico recente no US Open, já que chegou às quartas de final em 2024 e às oitavas no ano passado. Sua última algoz foi a norte-americana Amanda Anisimova, finalista da última edição.
Mas na atual temporada, a paulistana de 30 anos tem apenas quatro vitórias e ainda não conseguiu vencer adversárias do top 100. Seu histórico em chaves principais de Grand Slam é de 30 vitórias e 25 derrotas, com uma semifinal de Roland Garros em 2023.
+ Clique aqui e siga o Canal do TenisBrasil no WhatsApp
Com isso, o primeiro brasileiro já confirmado nas chaves principais de simples do US Open é o carioca João Fonseca, que fará sua segunda participação. As listas de inscritos para o quali e também nas chaves de duplas serão divulgadas nas próximas semanas.
Líder do ranking, Sabalenka tenta o tri
Agora com 100 semanas como número 1 do mundo, Aryna Sabalenka tenta conquistar o tricampeonato no US Open. Outras três vencedoras recentes na chave são Coco Gauff (2023), Iga Swiatek (2022) e Emma Raducanu (2021).
+ Confira a lista de insritas para a chave feminina em Nova York
Entre outras campeãs de Grand Slam que estarão em Nova York são Elena Rybakina, Mirra Andreeva, Linda Noskova, Madison Keys e Jelena Ostapenko. Cinco jogadoras solicitaram o ranking protegido para entrar na chave: A francesa Lois Boisson, a romena Irina Begu, a japonesa Aoi Ito, a suíça Jil Teichmann e a tailandesa Mananchaya Sawangkaew.
A última a entrar diretamente por ranking foi a russa Anastasia Zakharova, 102ª do mundo. Já as primeiras na lista de espera por desistências são a alemã Ella Seidel e a francesa Elsa Jacquemot.













poxa… com tristeza chegou o momento de sair do top 300 se já perder na estréia do quali. seguindo o ritmo e lógica do ano, esse será o resultado. se bem que ela gritou no últiimo jogo lembram? ” chega dessa porcaria de esporte” ou algo próximo a isso. o ruim é esse final melancólico… mas ocoraçãoinho tá feliz. vá curtir o namô Bia. mas tome uma decisão, não fique se rastejando pelos torneios… sem vontade… com tristeza estampada no rosto.
Eu acho que ela nem vai jogar. Vai zerar o game e começar denovo ano q vem. Mulher acabou de se casar. Vai dar uma passeada e esfriar a cabeça.
A necessidade de ter que disputar o qualificatório acredito que já era esperada. Essas dificuldades fazem parte do processo de recuperação. Independentemente dos motivos, foi a própria Bia que se colocou nesta situação difícil e será ela que terá que encontrar soluções para sair dela. Acredito que se ela conseguir manter o controle emocional e tiver força mental, terá todas as condições de passar pelo qualificatório como um primeiro passo, e depois lutar para chegar nas oitavas de final da chave principal como um segundo objetivo a ser atingido. Para isso acontecer, os resultados terão que ser bem melhores do que os que ocorreram até agora no ano de 2026. Força, Bia!
Aliás qual o próximo torneio que a Bia inscrita ?
Ela não divulgou calendário.
Vixiiiiii
Tem que defender 8as do ano passado… Vai despencar de vez no ranking se parsar ainda no qualy.
Será que vai jogar uns torneios menores antes? Menores mesmo e não WTAs…
Pois é, vai amargar uma queda considerável. Nem sei se ela irá jogar lá…. mas… difícil momento dela. Nao sei se tem ainda gas e vontade de pagar o alto preço para dar a volta por cima. Enfim, o tempo nos dirá…. por outro lado temos que agradecê-la, pudemos ver uma tenista brasileira top10 !! Sensacional o que ela fez no tênis
Não passa da Q1
Como era o nome daquele cara com quem discutíamos? Lara? Algo assim? Ele ainda existe sob outra alcunha? kkkk
Era o Lara mesmo.
Ele sumiu depois que o site atualizou.
Mais conhecido como cabelo de boneca.
Me intrometendo na conversa, atualmente ele uso o nickname de Rodrigues, vez ou outra ele aparece com os mesmos comentários de sempre.
Acredito que os brasileiros com mais vitórias em Grand Slams sejam:
1. Maria Esther Bueno: 153 vitórias;
2. Guga: 65;
3. Thomaz Koch: 41;
4. Bia: 30;
5. Meligeni: 25;
6. Bellucci: 23.
Considerando apenas as vitórias conquistadas antes dos 20 anos, temos:
1. Maria Esther Bueno: 31 vitórias (2 títulos, 1 SF e 3 QF);
2. João Fonseca: 12 (em 19 partidas);
3. Thomaz Koch: 8 (em 14 partidas).
Guga e Bellucci conquistaram a primeira vitória com 20 anos; Bia tinha 21 e Meligeni 22.
Qual é a lógica de subdividir entre quem venceu com mais de 20 e menos de 20 anos??
Sem esse controle, não seria possível dimensionar corretamente a magnitude dos resultados do João.
Agora ferrou. Do jeito que está jogando vai ser difícil conseguir passar no qualificatório.