Fognini: “Roger, Rafa e Nole nunca perdiam um Masters 1000”

Foto: Laver Cup

Roma (Itália) – Comentando a desistência de Jannik Sinner do Masters 1000 canadense, o também italiano Fabio Fognini compreendeu sua decisão, mas não deixou de ser incisivo sobre a escolha do atual número 1 do mundo e o comparou com o Big 3.

“Não estou surpreso com a desistência de Jannik em Montréal. Ele está certo em se poupar para o US Open”, declarou Fognini em comentários divulgados pela Sky Sports Italia.

“Hoje em dia, qualquer um pode ganhar um Masters 1000. Na minha época, Roger (Federer), Rafa (Nadal) e Nole (Djokovic) nunca perdiam um. Era impossível”, afirmou o italiano, que chegou a ser número 9 do mundo em 2019.

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Embora Fognini se refira ao auge das carreiras de Nadal, Federer e Djokovic, eles administraram sua participação em torneios durante a reta final de suas carreiras. No tênis atual, mudou essa abordagem e os tenistas controlam mais a carga durante a temporada.

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Alison Cordeiro
Alison Cordeiro
6 dias atrás

Fognini tem um ponto aqui, e não é especificamente sobre Sinner.

Quando o Big 3 era praticamente um Big 4, com Murray brigando de igual para igual com Federer, Nadal e Djoko, o nível de dificuldade era assombroso. Era preciso vencer dois, as vezes 3 do quatro. Eles sempre estavam nos torneios com o objetivo de vencer, buscando a liderança do ranking. Com Alcaraz fora de combate e Zverev ainda longe de ser considerado um rival, faz todo o sentido Sinner abrir mão de jogar o torneio, ainda mais no formato de duas semanas.

Claro que isso permite que outros nomes vençam, e entre eles pode estar um futuro pretendente a destonar o número 1. Parece ser difícil discernir e apontar quem, mas vencer um M1000 é extremamente relevante ainda, mesmo que pareça esvaziado.

Uma boa oportunidade para ficarmos de olho e um torneio sem obviedades tão claras.

Leonardo
Leonardo
6 dias atrás
Responder para  Alison Cordeiro

Comentario quase perfeito, só uma pequena correção sobre “praticamente um big 4”. O termo original cunhado foi Big 4. Lá para 2012, se não estou equivocado. Somente quando Murray teve a lesão e caiu no ranking sem possibilidade de voltar, é que o termo big 3 se consolidou e ficou até hoje. Na época era O Big 4, o termo Big 3 veio depois e não o contrario.

Última edição 6 dias atrás by Leonardo
Federer eterno GOAT
Federer eterno GOAT
6 dias atrás

Foto: o GOAT e seus dois maiores fregueses nas quadras rápidas

CRAS
CRAS
6 dias atrás
Responder para  Federer eterno GOAT

Concordo. Vc foi brilhante.!! Da esquerda pra direita, o GOAT, e seus dois maiores fregueses nas quadras rápidas!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
5 dias atrás
Responder para  CRAS

Isso sim, é verdadeiro.

eduardo spacca
eduardo spacca
6 dias atrás

Por isso foram, e sempre serão, o Big 3. Quem teve o privilégio de vê-los, viu

Joselito
Joselito
6 dias atrás

Achei que era balela, mas eis os números de torneios que ao menos um compareceu:

“A sequência histórica: Essa marca de longevidade durou um total de 138 torneios consecutivos de Masters 1000. Ela começou logo após o Masters de Paris em 2004 (último torneio em que nenhum deles jogou) e só foi ser quebrada em março de 2021, no Masters 1000 de Miami.”

Evandro Silva
Evandro Silva
6 dias atrás
Responder para  Joselito

Pois é. E Federer já estava aposentado na prática desde o AO de 2020. Em 2021, houve breves aparições…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
5 dias atrás
Responder para  Joselito

A matéria fez uma amenização dizendo que eles administraram o final de suas carreiras.
É lógico!
E Fognini se referiu ao auge deles. Como é Sinner atualmente.

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