Montréal (Canadá) – Jannik Sinner e Novak Djokovic anunciaram que não vão competir no Masters 1000 de Montréal, evento disputado entre os dias 2 e 12 de agosto, no piso sintético. Com a ausência do número 1 do mundo, o alemão Alexander Zverev surge como principal nome da lista do prestigiado evento canadense.
Com a decisão, Sinner perderá a oportunidade de tentar a conquista de todos os Masters 1000 na mesma temporada, embora já tenha vencido todos durante a carreira. O italiano fez história ao vencer os cinco primeiros eventos da categoria no ano, em Indian Wells, Miami, Monte Carlo, Madri e Roma.
“Depois de avaliar cuidadosamente todos os fatores junto com a minha equipe, tomamos a difícil decisão de desistir de Montréal. Nunca é fácil ficar fora de um torneio tão importante, mas acreditamos que esta é a decisão certa para priorizar a minha saúde. Estou decepcionado por não poder estar lá, mas espero voltar no futuro”, disse Sinner em comunicado.
Campeão de Wimbledon, o italiano deve iniciar sua campanha nos eventos do verão norte-americano no Masters 1000 de Cincinnati, último grande preparatório para o US Open. É provável também que Carlos Alcaraz volte ao circuito no mesmo torneio, após quase cinco meses de afastamento por conta de uma lesão no punho direito.
Sinner alcançou as quartas de final no Canadá em 2024 e tem um título, conquistado em 2023. Em Cincinnati, ele defende o vice-campeonato, já que precisou abandonar a final diante de Alcaraz ainda no primeiro set.
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Já Djokovic, embora já esteja nos Estados Unidos, mantém a estratégia de reduzir o calendário para evitar desgastes excessivos. O tenista de 39 anos venceu a competição canadense por quatro vezes (2016, 2012, 2011 e 2007), mas não disputa o torneio desde 2018, quando caiu para o grego Stefanos Tsitsipas nas oitavas de final.
Zverev, atual número 2 do mundo e vice-campeão de Wimbledon, passa a ser o principal favorito ao título em Montréal. Ele defende as semifinais de 2025, na edição disputada em Toronto, e ergueu o troféu em 2017 ao derrotar o suíço Roger Federer na decisão.
Além do vice-líder do ranking, surgem como fortes candidatos ao título a esperança local Félix Auger-Aliassime, o australiano Alex de Minaur, os norte-americanos Ben Shelton e Taylor Fritz, além do russo Daniil Medvedev e do italiano Flavio Cobolli. O brasileiro João Fonseca, 28º do mundo, tem presença garantida e deve ser cabeça de chave no Canadá pela primeira vez.
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Tirando Sinner e Alcaraz, acho que o Djokovic ainda tem as mesmas chances dos demais jogadores do circuito. Seria uma chance ganhar mais um Master 1000 mas ele sabe mais do que qualquer outra pessoa as suas atuais condições e as prioridades que tem nessa altura da carreira. Devido a esse certo desinteresse dos principais jogadores do circuito em disputar o Master 1000 do Canadá, em 2020 não teve o torneio por causa da pandemia, em 2021 o campeão foi o russo Medvedev, em 2022 o título ficou com o espanhol Carreño Busta, em 2023, como dito na matéria, o campeão foi o Sinner, em 2024 título pra o australiano Popyrin e em 2025 o campeão foi Ben Shelton. Taí uma grande oportunidade para algum tenista que nunca ganhou um Master 1000, conquistar o seu primeiro título desta categoria de torneio. Tomara que o nosso João Fonseca chegue inspirado ao Canadá, consiga surpreender e sair com o título.
Ele está certo, têm que deixar algo para os outros, isso é empatia de um verdadeiro número 1, diferente de alguém que é só mídia e está aposentado desde Monte Carlo.
“Sinner alcançou as quartas de final no Canadá no ano passado” acho que esse resultado refere-se a 2024 pois ano passado também não participou do torneio.
Acho que foi isso mesmo. Em 2024, ano das Olimpíadas, o Sinner não disputou o torneio olímpico, retornou no Master 1000 do Canadá e perdeu para o Rublev nas quartas de final.
Nem vai ganhar todos os masters do ano, então. Fim da novela.
Vacilo do GOAT. Boas chances de título, a não ser que não soubesse que o Sinner também desistiria.
Esquecestes que ele sabe que o Dono da casa se chama Felix Aliassime???. É ruim de encarar … Rsrsrs,Abs !
Esse é um grande freguês que foi devastado com facilidade em Wimbledon.
Acho que ele só pensa em slam nessa altura da carreira.
Sei não, acho que ele percebeu que Slam não dá mais. Wimbledon acho que foi a gota d’água para a ficha cair.
Acho que não. Prestes a completar 3 anos de jejum de um título de nível 500 pra cima, certamente ele adoraria vencer e encerrar essa seca.
Ele ganhou Big Title em 2024, o ouro olímpico. Daí o Golden Career Slam. Essa honraria é exclusiva de Djoko, Agassi e Nadal
O GOAT já está cheio de masters. É o maior vencedor desse tipo de torneio. Apesar que ele é o maior vencedor de Slams também.
Na real, não sei ainda o que motiva esse cara. Até as olimpíadas o cara já ganhou também.
O cara é recordista em tudo.
Mais um Big Title antes de encerrar a carreira seria muito bem-vindo!
Que título, Paulinho? Nas 3 últimas temporadas foram apenas títulos em ATP 250. É o Djokovic hipotético?
Realidade: único que zerou o esporte até hoje com a medalha de ouro no peito.
“Quem acordar às 10 da manhã vai perder o jogo.”
Nas últimas 20 temporadas, só o maior vencedor do que interessa……
Estatística é assim, tudo depende do que se quer avaliar e como se quer avaliar.
Força Nole!!