“Eu só preciso ser mais sólido e mais consistente”, afirma Fonseca

João Fonseca (Foto: ATP Tour)

Indian Wells (EUA) – O carioca João Fonseca começou com o pé direito sua participação no Masters 1000 de Indian Wells, batendo o belga Raphael Collignon por 2 sets a 0 na estreia. Depois de vencer seu primeiro jogo no deserto californiano, o jovem brasileiro falou com o site da ATP sobre a partida e o apoio constante vindo das arquibancadas.

“Eu só tento me esforçar ao máximo, usando toda a energia que consigo. Eu só tento atrair essas energias para mim, para me dar forças para continuar”, disse Fonseca sobre a torcida que não parou de cantar seu nome do começo ao fim do jogo.

Com seu estilo agressivo, o brasileiro terminou a partida com 31 winners e 21 erros não forçados. “Sempre foi meu estilo bater forte, principalmente nos momentos decisivos. Quando a pressão aumenta, eu quero ir com tudo e fazer o que normalmente treino, não apenas bater na bola. Sempre fui assim e serei assim para sempre. É algo que não posso mudar”.

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Apesar de se manter fiel aos seus ímpetos, Fonseca reconhece que para desafiar os principais nomes do circuito precisa de maior equilíbrio. “Eu só preciso ser mais sólido e mais consistente. Preciso melhorar a consistência, mas esse sou eu, não posso mudar”, observou o tenista de 19 anos.

João Fonseca (Foto: ATP Tour)

Fonseca chegou ao primeiro Masters 1000 da temporada com um retrospecto de 1 vitória e 3 derrotas. Depois de lidar com uma lesão nas costas no fim de 2025, ele mostrou sinais de melhora no Rio de Janeiro, onde conquistou o título de duplas ao lado do compatriota Marcelo Melo. Em Indian Wells ele espera manter o embalo para fazer bonito.

“É sempre bom. Depois dos dois primeiros meses do ano, tive alguns problemas com lesões, mas agora estou recuperando o ritmo”. Estou me sentindo saudável novamente, feliz por estar de volta à quadra. Estou me sentindo bem e muito feliz com a forma como joguei hoje”, comentou o carioca, que terá Karen Khachanov pela frente.

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Fonsequismo fonsequisado
Fonsequismo fonsequisado
1 mês atrás

Isso msm João, continue com o seu modo de jogar, n ligue pra esses haters otários não, eles não sabem de mer.da nenhuma, continue assim que vc vai longe, nada de mudar de estilo não

Nelson
Nelson
1 mês atrás

É “só” isso…

Só mesmo?

Hmmmm então tá…

Reginaldo Pereira
Reginaldo Pereira
1 mês atrás

Me faz lembrar o Holger Hune algumas vezes… e isso não seria ruim, olhando tudo o que o dinamarquês já conquistou…!
Mas tomara que eu esteja errado…

Lucas
Lucas
1 mês atrás

O grande problema do João é a expectativa exagerada e a evolução mais lenta que a de outros jovens( cada um tem seu ciclo)
Alguns malucos começaram a falar dele fazer frente a alcaraz e Sinner e o povo acreditou, aí exige isso dele e ele tá muito longe de poder entregar isso hoje

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás
Responder para  Lucas

Evolução mais lenta q a de outros jovens? Quais da idade dele vc ta dizendo?

Guilherme ES Ribeiro
Guilherme ES Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Lucas

Evolução mais lenta depende do ponto de vista. Está comparando com quem??? A base de comparação sempre é pelo ano de nascimento, pra ter a referência correta. Muitos comparam com Tien e Mensik, mas eles são de 2005 e João de 2006. Ou seja, sempre temos que comparar os resultados do ano vigente do João com os do ano anterior dos dois. E nessa comparação a Evolução dele é mais rápida. Veremos como será o ano do João no final de 2026.

Carver
Carver
1 mês atrás
Responder para  Lucas

Como a evolução pode ser lenta, se o cara é o melhor tenista de menos de 20 anos do planeta? Mensik com a idade dele era top 60 e não tinha título ATP nenhum. Tien era top 70, também sem título. De qualquer forma esse tipo de comparação não faz sentido, porque é óbvio que cada um vai evoluir num ritmo. Djokovic evoluiu mais “lentamente” do que Nadal. Sinner também, com relação a Alcaraz. Isso fez alguma diferença na carreira dos dois? O problema não é da expectativa, acho até saudável que se espere que o João faça coisas grandes. A questão é querer que ele faça essas coisas imediatamente. Uma carreira profissional se faz ao longo de anos, não de meses ou semanas.

Fernando S P
Fernando S P
1 mês atrás
Responder para  Lucas

Evolução mais lenta? Ainda bem que não sou cego, mas essa doeu… rs.
Raríssimos são os tenistas que explodem aos 18–19 anos como o João.

Juscelino
Juscelino
1 mês atrás

Simples assim. Solidez e consistência. Em conseguindo isso, o Céu é o limite.

Leandro
Leandro
1 mês atrás

“Sempre foi meu estilo bater forte,…eu quero ir com tudo e fazer o que normalmente treino, não apenas bater na bola. Sempre fui assim e serei assim para sempre. É algo que não posso mudar”.
Isso é um problema, porque quando o jogo entra é maravilhoso, ninguém segura ele, mas quando o jogo não está dando certo é preciso ter alternativas, fazer a bola girar mais, “colocar em quadra” e esperar as coisas melhorarem.
Devido e esta declaração dele, desanimei!!!!!!!!!

Leonardo
Leonardo
1 mês atrás

Muitos jogadores do ciclo juvenil dele, ficaram pra trás, os haters não enxergam.
Por exemplo
Landaluce
Prismic
De Gea
Rei Sakamoto
Luca Van Asshe
Mesmo assim o torcedor brasileiro que só sabe assistir a porcaria de seleção de futebol, ainda pega no pé do nosso João

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás
Responder para  Leonardo

Bizarro o que aconteceu com o Landaluce…. se ele fosse brasileiro a cultura futebolistica estaria massacrando ele. Um dos grandes rivais do João no juvenil e mal conseguiu furar o top100 até agora.

Gabriel
Gabriel
1 mês atrás
Responder para  Andre Borges

Não, o Landaluce tá seguindo o script de todo tenista top 100 médio, demonstra ótimo potencial no juvenil (são raros os juvenis fracos que alcançam o top 100), rala alguns anos no Challenger e depois se estabelece top 100 e joga o ATP Tour. Bizarrice são aqueles que demonstram o potencial no juniores e tão logo praticamente pula toda a escalada até o ATP Tour, chegando ao top 100 com menos de 20 anos e ainda faturando títulos, isso sim que é o bizarro…

Luiz Otavio Lobo
Luiz Otavio Lobo
1 mês atrás

Vi o jogo na quadra. Primeira vez. Acho que tive sorte. João fez um ótimo jogo. No 5 a 5 do primeiro set deu um susto. Sempre bem em seu saque e com dificuldades para quebrar o saque do adversário não é que perde ser saque e 5×6 no placar. Ai vem o momento de glória quebrando para 6×6 e ganha o tie braek dominante. Ai adiante difícil mas sempre um pouco melhor. A proxima uma pedreira… kachanov. Minha esperança que se estressou para voltar de Dubai. Quem sabe

Fernando S P
Fernando S P
1 mês atrás
Responder para  Luiz Otavio Lobo

Concordo contigo. Jogou muito no game em que devolveu a quebra – ali mostrou muita personalidade. O ponto da quebra foi espetacular.

Fernando
Fernando
1 mês atrás

Só vou falar do Fonseca quando ele se aposentar do tênis aos 33 anos, até lá eu fico de boca fechada. Se não vamos criar outro Marcelo Saliola

Guilherme do E.S. Ribeiro
Guilherme do E.S. Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Fernando

Sério isso??? Saliola nem Challenger venceu nem Top200 foi. E olha que naquela época era um pouco mais fácil ser Top200 do que hoje, primeiro porque o ranking tinha muito menos tenistas e segundo porque existiam muitos mais torneios no Brasil, inclusive muitos ATPs. Bizarra a comparação

Renato dos santos Pachecocong
Renato dos santos Pachecocong
1 mês atrás

Pode continuar assim. Mas, pode acrescentar outros recursos TB.

Lúcia
Lúcia
1 mês atrás

Vai ser um grandíssimo vencedor. João não tem só talento para o tênis. Ele é inteligente e vai aprender muito.

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