Rio de Janeiro (RJ) – A rodada dupla de simples neste domingo de Rio Open terminou com a conquista do argentino Tomas Etcheverry, que depois de bater o tcheco Vit Kopriva de virada, fez o mesmo na decisão, superando o chileno Alejandro Tabilo com o placar final de 3/6, 7/6 (7-3) e 6/4, em batalha de 3h04.
Esta era a quarta final de ATP da carreira do argentino de 26 anos, que enfim comemora seu primeiro título, logo em um 500, depois de ter amargado o vice-campeonato em Santiago (2023), Houston (2023) e Lyon (2024). Do outro lado, Tabilo segue sem uma conquista no saibro, perdendo a terceira que disputou.
O título vai render uma premiação de US$ 461.835 para Etcheverry, que com os 500 pontos conquistados vai saltar para a 33ª colocação. Tabilo poderia superar João Fonseca se vencesse a final, mas com a derrota sua ascensão irá parar na 42ª posição. O chileno levará para casa um prêmio em dinheiro de US$ 248.480.
A partida não começou da melhor forma para o chileno, que perdeu o saque logo no primeiro game. Contudo, ele reagiu imediatamente e devolveu o break na sequência. Tabilo teve uma recuperação ainda maior, uma vez que anotou ainda outra quebra e saiu de 0/1 para 4/1, perdendo dois break-points para fazer 5/1.
Depois de deixar escapar mais duas chances de quebra no oitavo game, quando teve seus dois primeiros set-points, o canhoto chileno salvou um break-point sacando para o set em 5/3 e teve mais dois set-points, convertendo o segundo deles.
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No segundo set, Tabilo chegou a abrir 3/1, mas não sustentou a vantagem até o fim. Etcheverry devolveu o break no sexto game e depois de perder um set-point no 12º, levou a melhor no desempate com uma arrancada depois do 1-2, vencendo seis dos sete próximos pontos para garantir o empate.
Uma quebra no terceiro game do terceiro set acabou sendo decisiva para a virada do argentino. Logo após perder o saque, Tabilo pediu atendimento médico e seguiu em quadra. O chileno não conseguiu mais pressionar o rival, salvou mais dois break-points no quinto e viu Etcheverry confirmar a virada apenas no terceiro match-point.











Mais uma vez um argentino fazendo a festa no challengão do Rio
Nenhuma novidade. Eles são muito melhores no tênis. Aqui vivemos de exceções individuais. E só!
e a cerimônia da final do Rio Open com 10 gatos pingados hein? Que deprimente, misericórdia.
Quarto título argentino no Rio Open,sendo o terceiro seguido,Sebástian Báez era o atual bicampeão
Primeiro vice chileno no Rio Open
Cara que fase. Um cara desse campeão de um torneio nível 500 com todo respeito ao atleta
Culpa da atp
…mas é um pouco de viralatismo com tenistas sulamericano, desmerecer o tenista, tem vários jogadores europeus ou Norte americanos que vencem 1 grande torneio,ficam um tempo hypado e nunca mais repetem um grande resultado, principalmente sacadores, nos torneios indor
“um cara desse”. ?!?…esse menosprezo é um desrespeito improcedente vindo de um torcedor que só tem um cara entre os top-100 (JF-38º) e o segundo brasileiro está na casa do 208º… se enxergue.
E que, un JF é uma raridade quase que milagrosa, que não reflete o baixo nível geral… enquanto que “um cara desse”, com luta, humildade e continuidade, é o 2º entre os 9 (sim, nove) argentinos no top-100.
Se olhe no espelho, por favor.
Cara há 4 anos top 50,40 e 30 e sai uma perola de comentário dessa, um inteligentão acima chamado de Challenger do Rio sendo que afinal foi entre dois top 50, que já foram top 30 essa galera do Bitch vem aqui ficar falando o que não sabe.
até o Etcheverry, que um dia o Stan zombou… somos uma mãe para os argentinos com nosso ATP500… eles levam milhares de pontos (ao longo dos anos) e milhões de dólares. e não estou brincando! parabéns Etcheverry e Tabillo. tiveram garra. treinam muito. exemplares para a garotada brasileira ver como se faz.
Vai acabar essa festa porque na lógica dos próximos torneios rioopen João vai levar a maioria. Argentinos bons tem de montão no top 100 mas top 10 ou top 5 acho que vai ser só Brasil. Troca justa.
verdade mas isso revela que o JF é um ponto fora da curva normal do mirrado tenis brasileiro… uma excepção excepcionalíssima… rsrs
Eu li Fonseca top 10 ou top 5???kkkk segue delirando
Só passando para lembrar aqueles que tem complexo de vira lata, que necessitamos de mais torneios que, em condições de igualdade, permitam a vitória de sul-americanos.
Quem tira os méritos do Etche, que crie vergonha. Um torneio não precisa de europeus pra ser forte. Foi lá, lutou, ganhou, tem um ATP 500 e 400 mil dólares. E que bom que ficou na América do Sul! Parabéns!
Rio Open, o paraíso dos Hermanos
Cara esta no top 30 há 4 anos, qual problema de levar um atp 500 e o tabilo também foi top 30. Vocês que comentam aqui são meio abilolados, Masters 1000 de Xangai a final foi Vacherot e Rinderknech e aí torneio esta falido???? pelo amor de Deus comentários burros da galera aqui.
Como sempre, os brasileiros armando o palco pra festa dos argentinos…
Tá bom de acabar esse Rio Open…