Documentário da ATP destaca o impacto do Big 3 na história do tênis

Foto: Corinne Dubreuil / FFT

Londres (Inglaterra) – Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic protagonizaram algumas das partidas mais dramáticas e de maior qualidade técnica na história do tênis. Os legados do “Big Three” estarão para sempre entrelaçados, cada um deles impulsionou os outros a elevar o nível de seus jogos a novos patamares enquanto buscavam fazer história. Integrantes de longa data do “ATP Nº 1 Club” (o grupo de jogadores que alcançaram o topo do ranking), o trio somou 947 semanas na liderança do ranking mundial. Djokovic ocupou o primeiro lugar por 428 semanas, Federer por 310 e Nadal por 209. Do início de 2004 até o final de 2016, ninguém conseguiu quebrar o monopólio do trio na liderança do ranking, lembra Arthur Kapetanakis em seu artigo no site da ATP.

Federer foi o primeiro a chegar ao topo, após vencer o Australian Open de 2004. Ele permaneceu como número 1 por um recorde de 237 semanas consecutivas. “Quando fui número 1 do mundo pela primeira vez, em 2004, eu não queria ter um rival”, disse Federer na quarta parte da série documental *Aces: The ATP Nº 1 Club*. “Eu só queria ser o melhor e, basicamente, havia o resto.”

Nadal logo surgiu como uma ameaça real ao trono do suíço. Logo no início do reinado de Federer, o espanhol — então com 17 anos — derrotou o número 1 do mundo no primeiro confronto direto entre eles, em Miami. Na temporada seguinte, ele venceu Federer nas semifinais de Roland Garros, impedindo o suíço de conquistar o Career Grand Slam (vencer todos os quatro torneios do Grand Slam ao longo da carreira), destaca o artigo de Kapetanakis.

“Quando o Rafa surgiu, acho que primeiro tive de reconhecer o rival e entender que ele continuaria por ali”, refletiu Federer. “Ele ganharia mais títulos no futuro e continuaria presente. Talvez eu precisasse ajustar meu jogo para enfrentá-lo; é preciso aceitar isso.” Embora tenha conquistado um número expressivo de vitórias sobre Federer naqueles primeiros anos, Nadal ainda considerava Federer o melhor jogador: “Quando entrei no circuito, Roger era claramente, e de longe, o melhor jogador do mundo.”

O espanhol via Federer como a referência que precisava alcançar e superar. Todo esse trabalho árduo valeu a pena em 2008, quando Nadal assumiu a liderança do ranking pela primeira vez, após um longo período como número 2. “Ele era o exemplo máximo de dedicação e trabalho duro”, disse Jimmy Connors, também membro do grupo de ex-números 1 da ATP, sobre Nadal. “Você sabia que ele não deixaria passar uma bola sequer, fosse a primeira ou a última. Ganhando ou sendo derrotado, não importava a situação, ele jogava daquela maneira… Era um prazer vê-lo jogar assim.”

Nadal encerrou a disputa com vantagem de 24 a 16 nos confrontos diretos dessa rivalidade épica, que também evoluiu para uma profunda amizade, evidente na presença de Nadal ao lado de Federer na despedida do suíço na Laver Cup de 2022. “Foi algo especial. Acho que isso elevou as rivalidades a outro patamar”, disse Andre Agassi, outro ex-número 1 da ATP e capitão do Time Mundo na Laver Cup. “Ao observar esses dois, vemos que agiram com classe e respeito. Eles fizeram isso pelo esporte.”

Apesar da grandeza de Federer e Nadal, Djokovic encontrou seu espaço como terceiro gigante da história na mesma era. O sérvio iniciou a temporada de 2011 com uma sequência de 41 vitórias, o que abriu caminho para que ele alcançasse, pela primeira vez, o topo do ranking em julho daquele ano.

De desafiante a campeão, Djokovic terminou com retrospecto favorável no confronto direto contra ambos: 31 a 29 sobre Nadal e 27 a 23 sobre Federer. Ele superou as marcas históricas de ambos para estabelecer novos recordes: o maior número total de semanas como número 1 (428) e o maior número de vezes terminando a temporada na liderança (oito). O sérvio também ultrapassou seus rivais em títulos de Grand Slam em simples, somando 24 conquistas contra as 22 de Nadal e as 20 de Federer, além de liderar o ranking de troféus de ATP Masters 1000 com 40 títulos, superando os 36 e 28 de seus rivais, respectivamente.

“Quando Novak surgiu no circuito, as pessoas chamavam isso de arrogância. Ele chamava de confiança em si mesmo”, comentou Daniil Medvedev, integrante do grupo de jogadores que já alcançaram o número 1 da ATP. “Ele sempre disse que queria ser o melhor jogador da história do tênis. E, no final das contas, ele conseguiu. Ele realizou tudo o que disse que faria.” A era do “Big Three” ficará marcada como um dos períodos de maior domínio de um grupo em qualquer esporte.

A série em 4 capítulos “ACES: The ATP No. 1 Club” oferece um olhar exclusivo sobre os jogadores que alcançaram o topo do tênis profissional masculino. Apenas 29 homens na história chegaram ao posto de número 1 do mundo no ranking da ATP. Pela primeira vez, a série reúne as histórias desses atletas, levando o público aos bastidores dos momentos, rivalidades e decisões decisivas que moldaram suas trajetórias. “ACES: The ATP No. 1 Club” é distribuída pela Paramount Global Content Distribution. Entre as emissoras e plataformas de streaming que exibirão a produção inicialmente estão: Prime Video (Estados Unidos), 5 (Reino Unido), Bell Media (Canadá), SkyShowtime (em toda a Europa), Now TV Hong Kong (Hong Kong, Macau) e JioHotstar (JioStar, Índia).

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Realista
Realista
28 dias atrás

O que eu acho engraçado de dois fanáticos do Djokovic, é que se dão ao trabalho de ficarem inflando os likes. Podem observar que tem 2 nicks(o outro não esta nessa noticia) que devem ser a mesma pessoa, que tem likes nos comentários acima do normal. Isso é facilmente conseguido nesse modelo de comentários. Eu racho o bico da necessidade de se auto-afirmar. kkkk

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
28 dias atrás

É muito vergonhoso reivindicar uma posição que a pessoa não fez por merecer estar. Roger Federer levou desvantagem no confronto direto contra seus dois maiores rivais, Além disso, nunca conseguiu ganhar dois sets do Nadal em Roland Garros, sendo que o espanhol ganhou dele na final de Wimbledon 2008. Sendo o maior vencedor do Torneio de Wimbledon com 8 títulos, nunca conseguiu ganhar do Djokovic numa final no seu grand slam mais dominante. Isso é muito significativo e torna constragedora a insistência dos fanáticos fãs do suiço de colocá-lo como maior tenista da história sendo que os seus resultados mostram que ele não teve competência para ocupar tal posto.

Isac Martins
Isac Martins
28 dias atrás

Detalhando melhor seu comentário: considerando que Djokovic foi dominante no Australian Open, Nadal em Roland Garros e Federer em Wimbledon. Quem conseguiu furar a bolha de dominância de seu rival?

Roland Garros: Djokovic ganhou duas vezes de Nadal, quartas de final de 2015 e semifinal de 2021 – um dos três anos em que se sagrou campeão.
Federer jogou 5 vezes contra Nadal em Roland Garros, semifinal de 2005 e finais de 2006, 2007, 2008 e 2011. Nunca ganhou.

Wimbledon: Djokovic ganhou 4 vezes de Federer, semifinal de 2012 e final de 2014, 2015 e 2019.
Nadal ganhou 1 vez de Federer na final de 2008.

Australian Open: Nadal não ganhou um jogo de Djokovic em seu grand slam de dominância. Nadal o enfrentou em duas finais, de 2012 e 2019.
Federer o enfrentou por 5 vezes. Ganhou oitavas de final de 2007 e perdeu as semifinais de 2008, 2011, 2016 e 2020.

Conclusão: Federer sequer pode ser chamado de 2o melhor jogador do big 3 pelos seus confrontos diretos.

Jonas
Jonas
28 dias atrás
Responder para  Isac Martins

Boa, Isac, apenas uma correção: Federer bateu Djokovic lá em Wb 2012, aliás essa seria a última vitória do suíço em cima do sérvio em um Grand Slam. O placar geral é 11 x 6 em Slams para o Djokovic salvo engano, um domínio bem expressivo, abs.

Marcus Henrique
Marcus Henrique
28 dias atrás

Resultados não medem o tamanho ou a importância de um jogador. Não são só resultados. Carisma, estética de jogo e popularidade também impactam muito isso. E no caso de Federer, é isso que faz com que seja considerado por muitos como o melhor, mesmo tendo perdido o HxH para Nadal e Federer.

CARLOS ALBERTO RIBEIRO DA SILV
CARLOS ALBERTO RIBEIRO DA SILV
28 dias atrás
Responder para  Marcus Henrique

Como o jogador mais velho do Big 3, Roger Federer chegou antes no circuito e por isso teve tempo de conquistar muitos torcedores. Eu mesmo torci para o Roger Federer na final do US Open 2009 contra o Del Potro porque queria que ele ultrapassasse o Pete Sampras no nº de títulos do US Open. Eu poderia comentar sobre os outros quesitos que você colocou mas não vou perder tempo nem gastar energia com isso porque entra no campo de uma grande subjetividade. Na minha opinião Roger Federer foi um tenista excelente, fantástico, mas não pode ser considerado o melhor da história simplesmente porque tem muitas lacunas na carreira, alguns torneios importantes que ele não conseguiu ganhar. Se nenhum outro tenista tivesse conseguido conquistar os torneios que o Federer não ganhou, ele até seria um candidato a GOAT. Mas teve outro tenista que conseguiu alguns feitos que o suiço não conseguiu, principalmente pelo fato deles serem da mesma época e terem se enfrentado muitas vezes, este outro tenista de nome Novak Djokovic, pelos feitos alcançados, fez por merecer a posição de GOAT. Mas, fica tranquilo, eu entendo o inconformismo dos federetes.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
28 dias atrás
Responder para  Marcus Henrique

Negativo, carisma e importância jamais sobrepuseram resultados.
Daqui 10 anos, talvez os fãs de tênis se lembrarão de Gael Monfils apenas como um tenista que gostava de arrancar aplausos das torcidas.
A matéria enaltece o feito do Big3 para a história, porque, eles são os que obtém os maiores resultados de toda a história do esporte, até a presente data.
E destrinchando o grupo, há o primeiro, o segundo e o terceiro. E o levantamento trazido pelo Isac Martins, salvo o pequeno equívoco de um resultado a favor de Novak Djokovic, demonstra claramente o que foi cada um. No caso do sérvio, o que ainda é.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
28 dias atrás

Não teve competência de ficar 237 Semanas Consecutivas como N 1 do Mundo ( recorde imbatível, assim como 14 RG ) . Resistiu tendo Nadal como N2 desde 2005 , e Djokovic e Murray, como N 3 e N 4 desde 2007. Tênis como vemos hoje , vem de antes e depois de Roger Federer. Fanáticos ficam com os números de Djokovic, que estão sendo derrubados precocemente, estudiosissimo , Sr …Abs !

CARLOS ALBERTO RIBEIRO DA SILV
CARLOS ALBERTO RIBEIRO DA SILV
28 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Na minha opinião, um atleta, em qualquer esporte, para ser considerado o GOAT não precisa possuir todos os recordes mas sim os principais. E o mais legal é conseguir superar grandes oponentes, o que foi o caso do Djokovic. As 237 semanas consecutivas do Federer como nº1 do ranking da ATP foi excelente, mas eu prefiro as 428 semanas totais na liderança do ranking, porque isso mostra uma consistência maior. As 237 semanas de Roger Federer na liderança do ranking da ATP começaram em 02/02/2004, quando Nadal tinha 17 anos e 8 meses e Djokovic 16 anos e 8 meses. Mas não vou diminuir essa conquista porque foi um feito enorme do suiço. Roger Federer teve uma importância enorme para o tênis mas a avaliação dessa importância e algumas outras características do suiço entram no campo da subjetividade. E os números do Djokovic estão sendo derrubados mas alguns devem demorar um pouco mais de tempo para cair. E o mais importante é que o Nole foi o melhor da geração dele e conseguiu esses números superando os seus dois maiores rivais, tendo começado atrás de ambos e buscado evoluções no seu jogo que lhe permitiram ultrapassar seus dois principais rivais tanto nos confrontos diretos como em títulos importantes.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
28 dias atrás

PS : Nas 4 Finais que fez com Nadal em RG , Federer levou 3 ao Quarto Set. Djokovic nas 3 , duas levou ao Quarto Set. Quem não conseguiu ganhar dois Sets do Touro em RG ??? . Se liga ,cara !!! Abs !

Jonas
Jonas
28 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Na ânsia de corrigir o colega e na raiva do momento, você se equivocou pra variar. Nunca houve 5° set entre Nadal x Federer em Roland Garros, o espanhol sempre resolveu a parada no máximo em 4 sets e olha que desde 2005 o suíço está na luta. E o fato do Djokovic ter batido o espanhol duas vezes em Roland Garros deixa ainda mais óbvia a conclusão desse debate, abs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
28 dias atrás
Responder para  Jonas

Djokovic bateu Nadal em Zero Final de RG em 3 Tentativas. Federer em 4 Tentativas. Ambos fregueses de Carteirinha. Isto pega muito mal para um ” goat ” . Sem essa de raiva , Sr fanático. Basta ver o semblante do Craque Suíço em pleno RG ( foto acima) que fala por si só…. Rsrsrs ,Abs !

Jonas
Jonas
28 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Nadal venceu 14 Roland Garros, além de ser o GOAT no piso. A diferença é que Djokovic chegou a vencer um Roland Garros batendo o Nadal na semifinal. Federer até tentou alguma coisa em 2005, 2006, 2007, 2008, 2011 e 2019, conquistando apenas o memorável placar de 61 63 60.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
28 dias atrás
Responder para  Jonas

Nobre Jonas, me ajude a resolver uma questão matemática, please:
Se Nadal ganhou todos os jogos em RG contra Mr. Federer, no máximo em 4 sets e para ser vencedor, tem que vencer 3 sets, quantos sets ganhos, sobrariam para Mr. Federer?
Rsssss
E outro ponto, para uns casos, só vitória em final é que vale, não é?

Jonas
Jonas
28 dias atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Rsrs.

Essa discussão só existe na cabeça de fanáticos, Luiz, o Fedal também é uma surra em Roland Garros, sem um mísero 5° set. Federer conseguiu apenas duas vitórias contra Nadal no saibro, sendo que ele teve de 2004 a 2019 para tentar fazer algo de relevante contra um rival direto.

CARLOS ALBERTO RIBEIRO DA SILV
CARLOS ALBERTO RIBEIRO DA SILV
28 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O meu comentário se referiu a jogos no Torneio de Roland Garros, em todas as fases e não apenas em finais.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
28 dias atrás

Conveniência seletiva meu caro.

Realista
Realista
28 dias atrás

Só tem um detalhe que mata seu comentário, Djoko e Federer são de gerações muito distantes. Federer entrou no auge em 2003, o Djokovic em 2011, oito anos depois. É óbvio que o mais novo vai prevalecer no confronto direto, pois a maior parte dos confrontos foi no auge do mais novo. Se ambos fossem da mesma época, poderia ser feito comparações.
Sobre o confronto contra o Nadal, o suíço venceu mais do que perdeu fora do saibro, e também era um adversário mais jovem. No saibro, o Nadal foi soberano contra todos em seu auge.

Jonas
Jonas
28 dias atrás
Responder para  Realista

Na verdade Federer começou a ser surrado com apenas 28-29 anos sem qualquer limitação física ou técnica. Nessa idade o tenista está em plena forma. Murray, Wawrinka e Zverev são exemplos óbvios.

O que fez diferença também foi o fator geracional. Nadal e Djokovic são da mesma geração, assim como Alcaraz e Sinner, enquanto Federer é da mesma geração de Roddick, Safin, Blake, Nalbandian etc. Por isso Federer venceu 12 Slams até 2007 mas a fonte foi secando, seu percentual em Slams foi diminuindo mesmo antes dos 30 anos.

Realista
Realista
28 dias atrás
Responder para  Jonas

Djokovic tem idade parecida com a do Nadal, mas são de gerações distintas. Em 2005 o Nadal já chegou ao seu auge, ganhando slam e m1000 e continuou. Djoko entrou no auge em 2011, 6 anos depois do inicio do auge do Nadal e 8 anos depois do inicio do auge do Federer, o que impede de correlacionar Djokovic com ambos. O sérvio sempre esteve na vantagem geracional e de idade, por isso ele tem vantagem. O sérvio reinou de 2011 até 2023 sem surgir adversários de nível. Durante essa entressafra, o Wawrinka jogou por 2 anos em alto nível e o Murray quando iria se estabelecer em alto nível, quebrou o quadril.

Jonas
Jonas
28 dias atrás
Responder para  Realista

Eles são da mesma geração, Nadal é de 1986 e Novak de 1987. O espanhol foi um tenista precoce, assim como Alcaraz. O auge do Nadal começou por volta de 2008, justamente quando Federer passou a ter mais dificuldades, levando 3 x 0 do Djokovic no Australian Open e perdendo US Open para Del Potro (2009). Veja que não foi um problema de nível técnico/físico, apenas novos rivais surgindo enquanto o suíço ainda era bem jovem.

O Djokovic faz parte da geração mais forte da história do tênis, tendo nomes como Nadal, Murray, Wawrinka e Del Potro. Provavelmente ele jogou na era mais difícil da história e ainda dominou até 2023, quando Alcaraz já era bicampeão de Slam.

Já Federer teve um misto de sorte/azar, primeiro por ser da mesma geração do Roddick, segundo por ter sua última temporada em 2021, senão ele teria sofrido muito mais com o próprio Djokovic, além de Sinner/Alcaraz. O azar foi ter que lidar com um Nadal no auge em 2010 e com Djokovic a partir de 2011.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
28 dias atrás
Responder para  Realista

A geração se estabelece pelo ano que se nasce ou pelo ano que se começa a vencer no tênis?
Agora, imaginemos se Novak Djokovic continuasse vencendo mesmo depois de 2023…
Talvez você não existisse como comentarista.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
28 dias atrás
Responder para  Realista

Pois é. Mais uma vez você usa o mi-mi-mi pra justificar as derrotas do Roger Federer. A diferença do Federer para o Djokovic é de 5 anos e 9 meses e para o Nadal é de 4 anos e 10 meses. A questão do tempo que um jogador fica no auge tem uma relação direta com competência. Os que têm mais competência conseguem prolongar a sua permanência no topo, enquanto que os menos competentes se mantêm no auge por um período mais curto. O fato de tirarem das estatísticas dos jogos com o Nadal as partidas realizadas no saibro, também é desculpa vergonhosa para a incompetência. Eu reconheço no Rafael Nadal um jogador gigante no saibro, que fica enorme perto de qualquer jogador, inclusive o Djokovic, méritos totais do espanhol. Porém, o Nole tem três títulos de Roland Garros e ganhou duas vezes do Nadal no torneio quando este estava em boa fase e compensou a sua desvantagem em relação ao espanhol no torneio de Roland Garros, ganhando muitos outros títulos importantes que o espanhol não tem. Portanto, eu considero Novak Djokovic o maior jogador da história do tênis masculino até agora não porque sou fã dele, mas pelos resultados que ele alcançou na carreira.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
28 dias atrás
Responder para  Realista

Primeiro: saibro é tênis e tem um Grand Slam nele.
Segundo, Mr. Federer e Novak Djokovic não são de gerações muito distantes coisa nenhuma e não por isso, jogaram 50 vezes.
E a regra do mais novo, deveria valer para Jannik Sinner na semi do AOpen desse ano, não?
E veja mais uma coisa: ninguém está fazendo malabarismos para justificar o injustificável. Estamos falando apenas de fatos, que podem ser analisados e conferidos em qualquer mídia em qualquer parte do mundo.
Pelo menos é o que fazem os fãs de um mero tenista da Sérvia.

Gilvandro
Gilvandro
29 dias atrás

da esquerda pra direita na foto: terceirão, GOAT, segundão

Jonas
Jonas
29 dias atrás

“Talvez eu precisasse ajustar meu jogo para enfrentá-lo; é preciso aceitar isso.”

O suíço está coberto de razão e finalmente admitiu o óbvio. Foi superado em quadra por Nadal muito cedo, chegando a humilhantes 10 vitórias apenas em 33 jogos.

Para piorar a vida de Federer, ainda surgiu um Djokovic capaz de bater mais nele do que o próprio Nadal. Enfim, acho que os anos passam e não chega a ser ruim você ser o terceiro ou quarto melhor da história em sua profissão.

Marcus Henrique
Marcus Henrique
28 dias atrás
Responder para  Jonas

Seria ótima sua teoria, se Federer fosse o 4º ou 5º da história do tênis. O problema é que ele tem 20 Slams…então seu argumento não cola…

Jonas
Jonas
28 dias atrás
Responder para  Marcus Henrique

Boa, Marcus, com 20 Slams é justo um tenista ser o segundo ou terceiro na história mesmo, concordo com você.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
28 dias atrás
Responder para  Jonas

Com 6 Finals a Zero , mais semanas como N 1 disparado inclusive Consecutivas , terceiro de que criartura ???. Somente passas vergonha escondido aqui no Site . Que tal voltar ao X ???. Rsrsrs,Abs !

Jonas
Jonas
28 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Nesse caso Federer seria o segundo ou terceirão mesmo. Djokovic tem 7 Finals, 24 Slams e 8 temporadas no topo, além de ser o mais velho número 1 da história do tênis com 37 anos e alguns dias.

Fica a pergunta: Federer é o segundo ou terceiro na história?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
28 dias atrás
Responder para  Jonas

Exato. Ficou de 2015 até a aposentadoria sem nenhuma derrota para Nadal fora do Saibro. Deve ter feito alguns ajustes no seu Backhand Simples…rs. Abs !

Jonas
Jonas
28 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

São coisas diferentes, o Fedal teve duas fases distintas: 2004-2015 e 2017-2019, em que Federer passou de fiel freguês a dominado em termos gerais. Mas contra o Djokovic não adiantou muito, Federer perdeu em Cincinnati 2018 e Paris 2018, além de Wimbledon 2019 não é mesmo? No fim da história, a sequência 24>22>20 acabou sendo justa até demais a meu ver, abs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
28 dias atrás
Responder para  Jonas

Dominado em termos gerais com 14 X 10 para Suíço nas demais superfícies ???? . Federer 6.x 2 Nadal em conquistas no AOPEN . 8 x 2 em Wimbledon e 5.x 4 no USOPEN. Acredito que Sr Jonas posta sem pensar, ou no desespero… Rsrs,Abs !

Jonas
Jonas
28 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Em termos gerais ficou 24 a 16 para o Nadal. O espanhol encerrou a carreira com 22 Slams e Federer 20, esses são os fatos.

Djokovic e Federer tiveram o mesmo problema ao ter que lidar com Nadal no saibro, mas o sérvio conseguiu bater o espanhol 9 vezes no piso, Federer apenas 2. Veja que ficou 31 x 29 para o Djokovic, enquanto Federer 16 x 24 em termos gerais. Por isso alguns analistas sérios colocam o suíço como terceirão.

Realista
Realista
29 dias atrás

Essa foto representa a ordem deles num pódio.

Federer eterno GOAT
Federer eterno GOAT
29 dias atrás

Foto: o GOAT e seus dois maiores fregueses nas quadras rápidas

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