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Djokovic: “US Open é o Slam com mais surpresas”

Foto: Pete Staples/USTA

Nova York (EUA) – O sérvio Novak Djokovic chega para o US Open deste ano embalado após a grande conquista do Masters 1000 de Cincinnati, batendo o espanhol Carlos Alcaraz em uma final eletrizante. Precisando de apenas uma vitória na competição para garantir sua volta à liderança do ranking, ele também tem mais uma chance de igualar o recorde de títulos de Grand Slam da australiana Margaret Court. No entanto, o tricampeão em Nova York lembra que este é o Grand Slam com mais surpresas nos últimos anos.

Desde que o suíço Roger Federer venceu o US Open pela última vez, em 2008, nenhum jogador masculino ganhou o título em anos consecutivos. Questionado sobre o porquê disso nos últimos 15 anos, o sérvio explicou que o peso da temporada pode ser um fator, tanto que ele próprio não tem um histórico tão vencedor neste Grand Slam.

“Perdi mais finais aqui do que ganhei na minha carreira. Meu retrospecto nas finais do US Open é o pior de todos os Slams, eu acho. Pode ser o fato de estar no final da temporada, de certa forma. Fim da temporada, último Grand Slam do ano e depois de oito meses difíceis de tênis para todos os jogadores. Talvez seja por isso que provavelmente vemos mais surpresas aqui”, analisou Djokovic.

Apesar das várias conquistas e de toda experiência, ‘Nole’ garante que sente o nervosismo antes de cada torneio como todos os seus rivais. “Fico nervoso como qualquer outra pessoa. As pessoas pensam que não tenho nenhum estresse ou tensão. Na verdade, ao contrário, tenho bastante disso. A questão é saber lidar com isso e administrar para ter o melhor desempenho”, afirmou o tenista de Belgrado.

De volta às quadras de Flushing Meadows após ausência no ano passado, o sérvio está empolgado em jogar mais uma vez o US Open. Ele será o responsável por abrir a primeira rodada noturna do torneio em 2023. “Estou muito animado por poder tocar na noite de abertura na segunda-feira”, comemorou Djokovic, que vai estrear contra o francês Alexandre Muller.

“A primeira sensação que tenho é de entusiasmo por voltar porque é a maior arena que temos no nosso esporte, o maior estádio. Jogar à noite no Arthur Ashe, definitivamente é a atmosfera mais divertida, elétrica e emocionante que existe no tênis”, acrescentou o atual número 2 do mundo.

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