De olho no nº 1, Sabalenka e Rybakina lideram a forte chave em Berlim

Aryna Sabalenka (Foto: Berlin Tennis Open)

Berlim (Alemanha) – As duas primeiras colocadas no ranking mundial estarão em quadra na próxima semana no WTA 500 de Berlim, em quadras de grama. Aryna Sabalenka e Elena Rybakina lideram o forte torneio, que contará com sete tenistas do top 10.

A distância entre as duas jogadoras no ranking é atualmente de 947 pontos, mas Sabalenka defende 195 da semifinal do ano passado, enquanto Rybakina desconta 108 das quartas. Dessa forma, não há chance de troca de liderança, mas a cazaque pode diminuir ainda mais a diferença.

Sabalenka estreia contra a vencedora entre a russa Ekaterina Alexandrova e a austríaca Anastasia Potapova. No mesmo quadrante está Coco Gauff, cabeça 5, que estreia contra a jovem tcheca Nikoka Bartunkova. E se vencer encara a belga Elise Mertens ou a russa Liudmila Samsonova, campeã em 2021.

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Ainda na parte de cima da chave está Jessica Pegula, vencedora da edição de 2024 do torneio. A norte-americana é a cabeça 3 e espera a vencedora entre a russa Diana Shnaider e uma tenista vinda do quali. Pegula está no quadrante da tcheca Karolina Muchova, que estreia contra uma jogadora vinda da fase classificatória. Se vencer, a cabeça 7 pode enfrentar a norte-americana Madison Keys ou a chinesa Xinyu Wang, finalista no ano passado.

Do outro lado da chave, Rybakina aguarda a vencedora entre a croata Donna Vekic e a filipina Alexandra Eala. A cazaque está no quadrante da ucraniana Elina Svitolina, cabeça 6, que estreia contra a russa Anna Kalinskaya. A alemã Eva Lys recebeu convite e estreia contra uma jogadora do quali.

+ Veja como ficou a chave em Berlim

Já a norte-americana Amanda Anisimova, finalista de Wimbledon no ano passado, é a quarta cabeça de chave e pode enfrentar a convidada espanhola Paula Badosa ou uma jogadora do quali. O quadrante ainda tem a tcheca Linda Noskova, oitava favorita, a dinamarquesa Clara Tauson e mais duas jogadoras vindas da fase classificatória.

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Raul Fitipaldi
Raul Fitipaldi
1 mês atrás

Potapova é russa, como Rybakina. Jogam em outras federações, mas são russas. Informem corretamente.

EVGS
EVGS
1 mês atrás
Responder para  Raul Fitipaldi

Existe um processo na maioria dos países, chamado naturalização: É o ato pelo qual uma pessoa adquire voluntariamente uma nacionalidade. Se a pessoa cumpriu os requisitos exigidos pelo país para obter o direito a determinada nacionalidade, ela passa a representar essa nação, mesmo tendo nascido em outro país, e isso no esporte é muito comum. Não entendo o porquê da sua chateação. Veja no atletismo, muitos quenianos e etíopes obtêm nacionalidades de outros países para representá-los; agora, no tênis, muitas tenistas russas obtiveram nacionalidades de outros países para representá-los, e no Brasil também já teve alguns casos de esportistas nascidos em outros países e que passaram a representar o Brasil. Se a pessoa decidiu, cumpriu as exigências e o país aceitou dar a nacionalidade, está tudo dentro das regras, segue o jogo.

Ygor pimenta
Ygor pimenta
1 mês atrás

Wta de Berlim tá fortíssimo

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