Felipe Priante
Especial para TenisBrasil
Rio de Janeiro (RJ) – Convidado do Rio Open para a edição de 2026, na qual entregará o troféu na final de simples no domingo, o norte-americano Andre Agassi não deixou de comentar, na entrevista coletiva que concedeu nesta sexta-feira, o assunto da semana: a eventual mudança de piso dos torneios sul-americanos.
Ele observou que há prós e contras de uma mudança como essa. “Mudar o piso pode ter impacto nas decisões de alguns jogadores de virem para cá. É uma transição difícil para os jogadores, vir aqui e depois voltar para as quadras duras. De certa forma isso pode encorajar jogadores a virem”, disse Agassi.
O ex-número 1 do mundo destacou que a questão comercial é sempre um fator que não pode ser desconsiderado. “Alguns jogadores são tratados como grandes corporações e as coisas meio que seguem o dinheiro”, pontuou o dono de oito Grand Slam.
Em contrapartida, ele acredita que trocar o saibro pelo piso duro pode ajudar o torneio a crescer. “Gosto de ver o jogo crescer, ver as instalações ficarem melhor e o esporte se beneficiar disso”, comentou o norte-americano. “Só tive uma breve chance de caminhar pelo clube, que parece extraordinariamente bonito, tanto do ponto de vista das instalações, quanto da paisagem. É muito intimista”.
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Agassi disse que sempre gostou de jogar aqui por vários motivos. “Todos os fãs na América do Sul têm uma equidade, e gosto de vê-la sendo compartilhada. É ótimo estar de volta e ter uma desculpa para voltar ao Brasil. São muitas lembranças aqui”, encerrou o ex-número 1.
Agassi aconselha Fonseca a não viver sob a expectativas dos outros













Não sei em que pé está isso, ou o torneio se torna um ATP 1000, tendo em vista que não temos nenhum na América Latina e em vários lugares do mundo que não tem a mesma tradição do tênis latino americano já contam com essa categoria de torneios.
Rio Open está mais prá ATP 250.
ATP 1000 é Miami, Indian Wells, Roma, são outro nível, não tem nem como comparar aqueles complexos que são quase Nível Grand Slam com esse puxadinho improvisado do Rio Open.
A mudança de piso, já seria um bom começo nenhum top vai deixar as quadras duras pra jogar no saibro em fevereiro.
Muitos tenistas não vem por causa do calor e da umidade do Rio.
Outros em virtude do piso.
O calendário é mais interessante em outros torneios nessa época.
Fiz meu pai gostar de tênis já depois dos seus 65 anos lá pelo final dos anos 90 e o grande responsável não foi o Guga. Foi o Agassi. Meu pai torcia para ele até contra o Guga. Se eu encontrar esse cara no Rio Open é foto na certa.