Pequim (China) – Primeiro adversário do sérvio Novak Djokovic no ATP 500 de Pequim, com a estreia marcada para acontecer já na manhã da próxima quarta-feira, não antes das 8h (horário de Brasília), o português Nuno Borges refletiu sobre o duelo com o ex-número 1 do mundo e seu retrospecto perfeito no torneio, onde venceu todos os 29 jogos que disputou.
“Isso é uma loucura, talvez seja ainda mais pressão. Lembro-me dele em quadras cobertas e em quadras duras em geral. Acho que tem sido muito consistente, com um histórico de vitórias impressionante. De certa forma, não me surpreende, mas ainda assim é uma estatística incrível.”
Borges sabe como é estar do outro lado da rede contra Djokovic, contra quem jogou uma única vez, em novembro passado, nas quartas de final em Atenas, perdendo em sets diretos. Ele ofereceu uma perspectiva diferente sobre o que tornou o 24 vezes campeão de Grand Slam um adversário tão difícil.
“Eu o assisti muitas vezes ao longo dos anos e foi uma ótima experiência jogar contra ele no ano passado. Lembro-me que naquela partida ele estava mais me pressionando do que acertando muitos winners. Acho que ele controla muito bem a bola, controla o ritmo e o ímpeto da partida. Ele é muito preciso nos saques e muito inteligente”, analisou.
“Parece que ele não está lá, e então ele se estica um pouco, se alonga um pouco mais, e de repente coloca uma bola muito profunda de volta na quadra. Acho que esse movimento é algo que admiro muito. Fiz uma boa partida contra ele e tive alguns break points no final do primeiro set, se não me engano”, disse Borges.
O português garantiu que entrou em quadra para vencer, infelizmente o resultado não veio, mas ele acredita que possa bater Djokovic. “Não vejo por que não posso forçar um pouco mais. Sei que é um grande desafio. Ele vai me fazer jogar muito bem desde o início. Não há pressão para mim. Vou tentar aproveitar ao máximo”.
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Derrotado na primeira rodada do US Open, o sérvio chega a Pequim envolto em dúvidas sobre o que pode fazer, mas Borges não acredita que algumas derrotas possam diminuir rapidamente a presença construída ao longo de uma carreira no topo do esporte.
“Você ainda sente aquela aura. Ele ainda está se apresentando muito bem, então não acho que esteja perdendo isso. Para mim, essa aura é um pouco como a pressão que você sente quando ele atravessa a sala ou entra no vestiário. Acho que é algo com que você se acostuma como jogador. No fim das contas, você vai enfrentá-lo. Vai jogar na mesma quadra que ele”, resumiu.











Como esperado, os anti-Djokovic fazendo coro na torcida pelo português Nuno Borges. Se o Djoko passar, após os demerecimentos de praxe, toda a torcida contra se transferirá para a segunda rodada. E o português comentando sobre o jogo de 2025 quando o Djokovic tinha 38 anos. Qual outro jogador impõe respeito ao adversário nessa idade? Acho que será um jogo equilibrado com chances para os dois lados. Se o Nole estiver melhor fisicamente, no nível que estava em Wimbledon, até o coloco como favorito. Vamos ver o que vai acontecer.
Quando torcemos por um tenista, qualquer um, seja o #1 ou 100, torcemos, sofremos, ganhando ou perdendo, há um alívio até o próximo jogo.
Agora, imagine o esforço dessa galera aqui embaixo, tendo que sofrer tudo de novo, jogo após jogo.
Eita povinho sem identidade gente!
Djokovic não ganhará um set do português…
Borges vence fácil o aposentado…..
Borjão, R1 mais facil que essa vai ser dificil hein.
Esse jogo dá pra ganhar. Não é possível.
Vai ser complicado para Djokovic fechar seus games de serviço.