Rio de Janeiro (RJ) – Presente nos dois dias do confronto entre Brasil e Suíça pela Copa Davis, Gustavo Kuerten acompanhou de perto todos os jogos na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, e voltou a sentir um ambiente que marcou sua carreira. O tricampeão de Roland Garros celebrou a vitória brasileira e destacou a emoção de novamente estar ao lado da equipe.
“É um privilégio. Esse esporte é maravilhoso. Defender nosso país na Copa Davis, eu diria que é o sonho de todos nós”, destacou Guga à Confederação Brasileira de Tênis.
Na sexta-feira, o ex-número 1 do mundo viu João Fonseca e Gustavo Heide vencerem de virada Dominic Stricker e Stan Wawrinka, respectivamente. Guga voltou à arena no sábado e acompanhou Rafael Matos e Orlando Luz marcarem o ponto da classificação diante de Stricker e Jakub Paul, com vitória por 7/6 (7-1) e 6/2.
Empolgado com a energia das arquibancadas e especialmente com o desempenho do time capitaneado por Jaime Oncins, o catarinense destacou o jogo de duplas. Ele avaliou o cenário diferenciado da especialidade, com mais interação junto à torcida.
“É sensacional. As duplas são a melhor parte da Copa Davis, porque todo ponto é festa. A torcida se envolve com facilidade e os jogos são decididos sempre por pequenos detalhes. É ainda melhor quando cai para o nosso lado”, comentou.
Guga também destacou a confiança demonstrada por Matos e Luz, que vivem grande temporada e souberam aproveitar os momentos importantes para definir o confronto. “Os meninos têm um momento de confiança incrível, sabem muito bem, com clareza, o que fazer na hora certa e foi determinante hoje para essa vitória”, assinalou.
A presença na Davis também trouxe lembranças dos anos em que Kuerten defendeu o Brasil na mais tradicional competição entre países do circuito. Guga disputou a Davis durante 15 anos e integrou a equipe que alcançou as semifinais em 2000.
O confronto também promoveu um encontro de diferentes gerações do tênis brasileiro. Além de Guga, nomes como Thomaz Koch, semifinalista da Davis em 1966 e 1971, Fernando Meligeni e Thomaz Bellucci acompanharam a equipe no Rio.
“É muito legal, a gente relembra todos os momentos. O tênis transformou nossa vida. Agradecimento, gratidão eterna”, declarou o sempre carismático ex-líder do ranking e dono de 20 títulos.
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Guga ainda chamou atenção para a presença das crianças junto à equipe brasileira e para a possibilidade de a experiência despertar novos sonhos no esporte. “Tem os pequenos que estão todos envolvidos, batendo forte com os jogadores. Quem sabe vão querer sonhar com o tênis também. Para a gente é um privilégio”, celebrou Guga.











Parabéns aos brasileiros que jogaram e muito bem. E aos que viram os jogos. Kock, depois de MEB e Guga é o nosso terceiro melhor tenista. Guga é uma pessoa maravilhosa. Bom ver Bellucci e Meligeni tb. E viva a nossa torcida.
Grande Gustavo Kuerten, nosso eterno e sempre muito querido Guga
Se essa daí jogasse teríamos chances reais de título!
Adorei ter visto Thomas lá!!!!!!
Tive o privilégio de ver Taça Davis com Tomás e Mandarino em São Paulo !!!!!
Ele foi um dos melhores tenistas brasileiros!!!
Foi linda a festa e a alegria com a vitória do Brasil!!!!
Nossa equipe atual está muuuuito boa…..e ainda terá o Guto daqui a pouco.
Comecei a gostar do tenis de quadra, depois da fase de tênis de mesa, lá nos anos 70, todavia, não tive o privilégio de assistir o Kock jogar, mas assisti os jogos da Davis, pela tv, contra Argentina de Vilas e Clerc. Depois, assisti ao vivo, inúmeros confrontos da Davis, contra India (SP), Alemanha (Rio), Itália (Alagoas), França (Pau), Bélgica (Bruxelas), Suiça (Genebra), República Tcheca (Rio), Uruguai (Bsb), Bélgica (Udi), França (Floripa), e outros,, mas sem dúvida o confronto maís emocionante foi contra Alemanha, sob um calor insuportável no Rio, na época do carnaval, numa quadra de saibro montada no estacionamento do Barra Shopping, quando o Brasil (Mattar, Cássio e Roese) venceu a Alemanha, de Becker, Steeb, Zoecke, que substituiu o Becker na partida decisiva contra Jaime Oncins. Depois veio a vitória contra Itália, e perdendo na semi contra a Suíça, de Mark Rosset e Jakob Lhasek, de 5 a 0, no tapete de Genebra. Inesquecíveis encontros. Há muitas críticas quanto o atual formato, com as quais concordo plenamente. Tomara que o sorteio nos favoreça. VQV!!