São Paulo (SP) – Principais cabeças de chave nas duplas do SP Open, Luísa Stefani e Gabriela Dabrowski conseguiram uma difícil virada para chegar à final do WTA 250 na capital paulista. Elas começaram atrás no placar contra as chinesas Yiming Dang e Xiaodi You, mas buscaram a virada com parciais de 3/6, 6/3 e 11-9, salvando um match-point.
Segunda melhor dupla da temporada e já classificadas para o WTA Finals, Stefani e Dabrowski disputarão a quinta final do ano, com títulos em Dubai, Estrasburgo e Eastbourne, além de ficarem com o vice em Wimbledon.
Vencedora da edição inaugural do SP Open no ano passado, Stefani acumula 16 títulos no circuito da WTA e disputará a 28ª final da carreira. Já a experiente Dabrowski, de 34 anos, tem 23 títulos na carreira e mais 21 vice-campeonatos.
As adversárias de Stefani e Dabrowski na final deste domingo às 13h serão as norte-americanas Anna Rogers e Allura Zamarripa, cabeças de chave 4, que derrotaram a ucraniana Valeriya Strakhova e a russa Anastasia Tikhonova por 6/3 e 6/0. Rogers, de 28 anos, e Zamarripa, de apenas 24, também buscam um título inédito.
Além de terem perdido o primeiro set, a brasileira e a canadense precisaram reverter a desvantagem de 3/0 no início da segunda parcial contra as chinesas, vencendo seis games seguidos diante das rivais, antes de vencerem também o match-tiebreak.
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O início da semifinal foi difícil para Stefani e Dabrowski, que saíram perdendo por 3/0 e não conseguiram ameaçar o saque das chinesas no primeiro set. As devoluções de Dang e os lobs de You vinham complicando a partida, mas as principais favoritas ajustaram o posicionamento, fecharam as paralelas e contaram com apoio da torcida.
Durante o match-tiebreak, Stefani e Dabrowski abriram vantagem cedo depois de uma dupla falta de You, mas as chinesas buscaram o empate por 7-7 e também foram as primeiras a chegar ao match-point. Mas a brasileira e a canadense reverteram o placar vencendo os últimos três pontos da partida.










COMO Stefani pode ser a nº 3 do mundo? Como pode isso? Joga mal, saca fraco, devolve fraco, voleia fraco, smasha fraco, dá um milhão de duplas faltas inclusive em MP e é uma das melhores do mundo! Como pode ter esse ranking? O tênis feminino é INSANO e sem lógica alguma!
Puxa, essa análise é de quem não entende absolutamente nada de tênis, caro Anderson.
[…] torcida na difícil semifinal deste sábado, em que a brasileira e a canadense Gabriela Dabrowski salvaram um match-point na virada contra as chinesas Yiming Dang e Xiaodi […]
Será que o futuro do Brasil será nas duplas? Se for, será bem frustrante pros amantes do tênis. Que o João, o Luis Miguel, a Victória e a Nauhany nos salvem nas simples, em um futuro próximo, porque se for depender da Beatriz, da Pigossi e da Carolina Meligeni, “tamo lascado”!
Ué… A Bia voava nas quadras… Chegando ao top 10 e tendo vagas em todos os grandes torneios… Mas a maioria em vez de aplaudir e apoiar… Ficavam torcendo pela derrota para poderem destilar o veneno…
Agora ficaremos um bom tempo “curtindo” duplas e W35…
Me arrisco a dizer que se Sabalenka, Iga ou Rybakina fizerem duplas, vencem essas garotas sem precisar de treinamento.
A diferença de nível técnico é gritante.
Talvez a exceção seja a dupla número um.
A dupla n 1 realmente. Elas são muito boas simplistas tbm. Vão às duplas só pra terminar de enxer os bolsos.
Ja fizeram algumas vezes e nao venceram, próximo assunto…..
Não é assim que funciona. Poucos são os tenistas de simples que tiveram sucesso em duplas.
Ano maravilhoso da Luiza!
Confesso que esperava mais dessa dupla Luísa/Dabrowski. Pra mim ficou abaixo das expectativas. Esperava pelo menos um Grand Slam. O consolo que pelo menos estão classificadas para o Finals.
Quem entende um mínimo de tênis… Que sabe ao menos um pouco das dificuldades do circuito… Afirma sem medo de falar bobagem… Que o ano da da Luísa está sendo muito maravilhoso…
É de aplaudir em pé todas as semanas!