São Paulo (SP) – Após a queda na segunda rodada de simples do SP Open, Nauhany Silva voltou à quadra no fim de tarde desta quinta-feira e venceu a estreia de duplas, ao lado de Victória Barros. As jovens brasileiras de 16 anos venceram a norte-americana Rasheeda McAdoo e a australiana Alexandra Osborne por 3/6, 7/6 (7-2) e 10-6.
Naná e Victória podem enfrentar nas quartas de final a ucraniana Valeriya Strakhova e a russa Anastasia Tikhonova, cabeças 2 do torneio, ou a lituana Justina Mikulskyte e a norte-americana Alana Smith.
Esta é a primeira vitória da parceria em torneios da WTA. Elas também haviam jogado juntas na edição inaugural do SP Open, mas haviam sido superadas na estreia. Elas também foram finalistas de duplas no torneio juvenil de Wimbledon e jogaram juntas nas últimas semanas no W35 de Barueri e no US Open juvenil.
O início de partida foi difícil para Naná e Victória, que sofreram duas quebras no primeiro set. As experientes Osbourne e McAdoo, ambas de 31 anos, também chegaram a a liderar a segunda parcial por 4/2, mas as jovens brasileiras buscaram o empate no oitavo game e venceram o set no tiebreak.
A combinação do jogo agressivo da paulista e a variedade de recursos da potiguar, aliadas ao momento de maior confiança e o apoio da torcida brasileira fez a diferença no match-tiebreak. E elas terminaram a partida vencendo seis pontos seguidos.
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O Brasil já tem mais duas jogadoras garantidas nas quartas de final de duplas. A carioca Ingrid Martins está do mesmo lado da chave e joga ao lado da argentina Jazmin Ortenzi. Elas enfrentam as norte-americanas Anna Rogers e Allura Zamarripa, cabeças 4.
Já Luísa Stefani e a canadense Gabriela Dabrowski, principais cabeças de chave, aguardam a definição das próximas rivais, que podem ser a espanhola Kaitlin Quevedo e a tcheca Dominika Salkova ou as argentinas Julia Riera e Solana Sierra. Ainda nesta quinta-feira, Laura Pigossi e a russa Ekaterina Ovcharenko estreiam contra a norte-americana Mary Stoiana e a tcheca Vendula Valdmannova.










Naná tem muito potencial em simples. Quando amadurecer mais seu jogo com certeza vai muito longe.
Como citei na postagem da eliminação da Nauhany Silva, são duas atletas com bom potencial de jogos de duplas. Nada muito mais do que isso! O que fizeram no US Open juvenil, e agora, nessa grande oportunidade que lhes foi dada de disputarem um WTA 250 em seu próprio país, demonstra claramente que não são esses “fenômenos todo” que alguns insistem em apregoar, com exacerbado ufanismo. Menos, gente!
Acho absurdo a pressão que os brasileiros de Internet põem em qualquer tenista nacional que simplesmente apresenta um bom tênis. Parece que qualquer promessa já tem de virar um fenômeno da noite pro dia.
Essas idealizações jogam uma pressão absurda sobre nossos jogadores. Alguns acreditam que são realmente o fenômeno que a torcida acha deles (quando não são!). Outros simplesmente não se perdoam por não corresponder às expectativas e acabam desmoronando…
É tosco ver gente chamar a Naná de “futura top 100”. Uma menina juvenil, que sequer controla seu emocional…e o povo de Internet projeta nela coisas totalmente incertas ainda…
Porque seria tosco alguém acreditar que ela possa chegar no top 100 se ela aos 16 anos dá muito trabalho para tenistas mais velhas que estão próximas à esse ranking? Tosco é alguém chamar de tosco outros que acreditam que ela tem esse potencial. Aliás, não é apenas a Nauhany que tem esse potencial. Outras meninas também têm. Não vou citar os nomes porque estamos falando da Nauhany. Mas enfim, não seja tosco!
As: quartas-de-final, na verdade… correspondem-se: à 2a rodada, na chave de duplas _ sempre, quando: na maioria das vezes, aliás… é disputado, em melhor de 4 jogos (1a rodada; 2a rodada; semi-finais, e: final) !!!!!