Nova York (EUA) – Novak Djokovic já está em Nova York para iniciar a preparação para os torneios do verão norte-americano. O sérvio aproveita o intervalo no calendário para também conceder entrevistas e divulgar o documentário “The Wolf in Winter” sobre sua vida e carreira. A obra será lançada no dia 20 de agosto na plataforma Prime Video.
Djokovic concedeu entrevista ao programa CBS Mornings e abordou inúmeros assuntos. O sérvio deixou claro que ainda não pensa em aposentadoria e almeja brigar pelo 25º título de Grand Slam no US Open.
O atleta de 39 anos também falou sobre as dificuldades de ainda conseguir atuar em alto nível nessa altura da carreira, mas ressaltou que segue motivado. “Sinto que preciso provar alguma coisa. Sempre há algo a provar para mim mesmo e também para os outros, mas, acima de tudo, para mim. Sempre posso ser melhor do que ontem”, afirmou Djokovic.
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“Quando estou jogando, penso apenas em apresentar um grande tênis. Na verdade, se eu não penso na minha idade, as pessoas me lembram dela. E, se elas não lembram, meu corpo lembra. Tento aproveitar cada porcentagem de energia que ainda tenho para competir em nível de elite contra jogadores mais jovens”, avaliou.
US Open e a motivação para continuar competindo
Ciente de que já não tem o mesmo vigor físico, Nole reconheceu suas limitações. “O corpo responde de forma diferente, e isso é apenas biologia. O desgaste de mais de 20 anos competindo no mais alto nível cobra seu preço e levo mais tempo para me recuperar”, apontou.
Como exemplo, ele citou a partida contra o canadense Félix Auger-Aliassime em Wimbledon, a qual venceu no match-tiebreak. Na sequência, caiu nas semifinais por triplo 6/4 para o eventual campeão Jannik Sinner. “Depois das quartas de final de 5h15, simplesmente não consegui me recuperar totalmente para a semifinal. Não estava tão inteiro quanto gostaria, sem tirar os méritos do Sinner, que venceu e conquistou o torneio”, disse.
Tetracampeão em Flushing Meadows, o sérvio demonstra confiança. “O que mais espero é competir no mais alto nível. Meu maior adversário, como sempre, sou eu mesmo. O US Open é um dos quatro Grand Slams e acredito que seja o mais divertido e emocionante, além de contar com o maior estádio do nosso esporte. Mal posso esperar”, afirmou.
“Uma das principais razões pelas quais ainda continuo competindo é a energia do público e o carinho e respeito que recebi, especialmente nos últimos anos, ao redor do mundo. Sou extremamente grato por isso”, prosseguiu o tenista de Belgrado.
Infância e o apoio incondicional da família
Djokovic voltou a destacar sua relação precoce com o esporte e também como concilia a vida pessoal com a profissional. Ele já havia antecipado que o documentário englobaria todos os aspectos de sua jornada.
“Eu tinha quatro anos quando comecei a jogar tênis. Ninguém da minha família havia pegado uma raquete antes. Não havia tradição no tênis na Sérvia naquela época. Vi aquele esporte, me interessei, comecei a jogar e me apaixonei. Pedi ao meu pai que me comprasse uma raquete e foi assim que toda essa história de amor com o tênis começou”, relatou.
O sérvio ressaltou a relevância de jamais ter desistido. “O tênis me conecta à minha infância, à minha criação, a um país devastado pela guerra, com embargos e crises econômicas e sociais. Escolhi justamente o esporte mais caro, e meus pais fizeram de tudo para me apoiar”, confidenciou.
“Tenho dois irmãos mais novos que também queriam jogar tênis e não puderam receber o mesmo apoio que eu. Meus pais se sentiram mal por isso, mas eram decisões que precisavam tomar. Prometi a mim mesmo que recompensaria meus pais e meus irmãos, para que todos tivessem a melhor vida possível”, endossou o ex-número 1 do mundo.
O dono de 24 títulos de Grand Slam fez questão de agradecer à família e destacou a importância do apoio recebido. “Minha esposa (Jelena) sempre foi um pilar. Seria muito difícil fazer o que faço sem o apoio dela. Ela cuida da casa e dá todo o suporte emocional aos nossos filhos quando estou viajando. Perder momentos importantes da vida deles é difícil. Hoje jogo menos torneios, porque quero ser o melhor marido, pai, irmão e filho possível”, admitiu Djokovic.
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Tenistas que jogaram pouco e tem muita mídia: Federer o maior freguês do Djokovic e Alcamidia o filho do Rei da Grama. Tbm considero o número 3 aposentado desde a humilhante derrota para o número 1 em Monte Carlo. O José Afonso sempre esteve certo, era o número 1 mais fake da história.
Exatamente isso, meu amigo. Os fãs fanáticos que compraram o que a mídia vendeu, se roem por dentro, mas a verdade é a verdade. Obrigado pela lembrança.
Agora vamos aguardar o número 1 mais fake da história voltar, para levar muitas surras do número 1 legítimo e repetir a História, do preferido da mídia apanhar do melhor, hehehe.
Verdade companheiro, o que me deixa perplexo é alguns fãs do Federer querer o colocar na mesma prateleira do Djokovic que é disparado o melhor tenista de todos os tempos e olhe que não sou fã dele, mas reconheço que está acima de todos. E estou torcendo muito para o aposentado voltar e ser humilhado pelo número 1 que deixou uma profunda cicatriz em Monte Carlo, no seu piso favorito.
Não devemos julgar a carreira dele,as palavras sim.
Essa frase foi lastimável .
Não se está julgando a carreira mas, sim, as frases ridículas de alguém que “perdeu o rumo” e não está sabendo a hora de parar. E sem esquecer das “caras e bocas”, dos fingimentos durante as partidas e outras cositas mais. Talvez não tenha escolhido encerrar a carreira este ano para não dividir a atenção com Wawrinka e Monfils, o que diz muito sobre a personalidade dele.
Quantos tenistas na Face da Terra gostariam de ser semifinalistas de Wimbledon em 2026, hein??? Um tenista que ganha uma partidaça de 5h15min e, exausto, chega à semifinal de Wimbledon está na hora de encerrar a carreira??? Claro que não!!! Nenhum tenista que chega à semifinal de Wimbledon está na hora de parar, óbvio que não!!!
Tá carente, Djokovic? Adota um cachorro.
As viúvas também estão, rsrsrsrs.
Mais um desvio de realidade. Isso serve pra quem está novo, pro caso da idade dele, ele sempre estará pior que ontem. Síndrome de peter pan talvez.
Quem é Realista “fora da realidade” é você… O cara acabou de chegar à semifinal de Wimbledon! Quantos tenistas na Face da Terra tentaram ser semifinalistas de Wimbledon e não conseguiram??? Quantos brasileiros já foram semifinalistas de Wimbledon na História do Tênis??? Somente Maria Esther Bueno e Thomaz Koch, isso no “Século Passado”, meus pais nem eram casados e eu estava longe de ter nascido! Então, um tenista que é Semifinalista de Wimbledon em 2026, pode sim sonhar com título de Grand Slam sim, óbvio!!!
GOAT nas quadras, GOAT nas palavras, GOAT dos esportes.
Djoko chegou a uma etapa única, qualquer torneio que vença é como uma cereja no bolo. Nadal chegou a dizer que até o 25° Slam não faria tanta diferença a essa altura. E faz sentido, o sérvio já é o maior tenista da história mesmo.
A meu ver, o 25° título de grand slam para o Djokovic seria bom, mas não faria tanta diferença assim. O que ele conquistou na carreira até agora está de ótimo tamanho. Antes de se aposentar, a Serena Williams tinha uma certa obsessão pelo 24° título de slam, que acabou não vindo, e isso não diminuiu em nada a grandeza da multicampeã norte-americana.
A diferença é que Serena queria superar a Excelentíssima Ilustríssima Campeoníssima Margaret Court que tem 24 títulos de Grand Slam em simples na carreira, e, para isso, Serena teria que ganhar mais 2 Grand Slams em simples… No caso de Djokovic, não há nenhum marmanjo na Face da Terra que tenha mais Grand Slams que ele… É uma grand diferença entre Serena e Djokovic, não é mesmo???