Londres (Inglaterra) – O ranking logo após Wimbledon mexeu bastante com as posições de muitos brasileiros na ATP, embora o número 1 do país João Fonseca tenha se mantido intacto na 27ª colocação. Depois do carioca, o paulista Gustavo Heide ganhou cinco lugares e atingiu sua melhor marca.
Vice-campeão no challenger de Milão e depois quadrifinalista em Iasi, o paulista de 24 anos subiu para a 136ª posição e bateu seu maior ranking. Ele não compete nesta semana e para se manter nesta colocação depende que os rivais que estão logo atrás não somem o suficiente para ultrapassá-lo.
Outro destaque positivo desta segunda-feira é o também paulista Matheus Pucinelli, que teve uma grande recuperação de mais de 100 posições. Campeão no challenger de Quito e quadrifinalista em Bogotá, ele saiu da 397ª colocação para a 294ª, porém ainda distante da 190ª, que foi sua melhor até o momento.
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Na contramão da ascensão de Pucinelli, o paranaense Thiago Wild amargou uma dura queda nesta segunda-feira, a pior entre os 10 melhores brasileiros da ATP. Ele despencou 41 posições esta semana e agora é o 284º do mundo, podendo se recuperar nesta semana no challenger de Cordenons.
Um pouco mais embaixo, fora do top 500, duas importantes ascensões para o tênis brasileiro. Uma delas é a recuperação do paulista Felipe Meligeni, que ganhou 96 lugares e foi para o 711º posto. A outra é do paulista Lucas Andrade da Silva, de 21 anos, que disparou 150 lugares e agora é o 663º do mundo, seu melhor ranking.
Veja o top 10 dos brasileiros no ranking da ATP:
João Fonseca – 27º
Gustavo Heide – 136º (+5)
João Lucas Reis – 250º (-14)
Pedro Boscardin – 260º
Thiago Wild – 284º (-41)
Thiago Monteiro – 290º (+2)
Matheus Pucinelli – 294º (+103)
Igor Marcondes – 324º (+4)
Eduardo Ribeiro – 356º (+19)
Daniel Silva – 426º (-13)










Eu só me supreendo em como o Morteiro (que está em má-fase a tanto tempo) ainda se sustenta no top 300.
Meligeni subiu para 711! Tá ótimo!
Eu cheguei a ver parte do jogo do Lucas Andrade contra o Meligeni, em Bogotá, e me pareceu ter um bom saque. Que ele consiga se motivar a evoluir em seu jogo, já que ele chegou agora ao seu melhor ranking.
Acredito que Reis e Boscardin cheguem ao 200/180, mas não antes do USO. Uma pena. Aguardar a subida do Pucinelli, Marcondes e Monteiro ( 2 últimos voltaram de contusão). Na torcida sempre.
Os destaques realmente foram o melhor ranking do Heide, igualando agora o melhor ranking do Franco Ferreiro no ranking nacional, a ascensão do Pucinelli e o melhor ranking do Lucas Andrade, garoto promissor que salvou a geração 2005. Já a geração 2007, que está no seu 1º após vencer a idade de juvenil, não aparece ninguém. O mais promissor, que era o João Pedro Bonini, não aparece e não joga. Alguém tem alguma notícia? Não pode acontecer igual a geração de 1995, que não formou um único jogador decente ( e minhas expectativas são baixas, fez final de ITF já estou considerando, kkk).
Franco Ferreiro inclusive um dos 10 tenistas mais talentosos que vi ao vivo
Wild ex jogador em atividade jogando torneios amadores pra se segurar no top300… deprimente
Mas meu caro Andre, tiveram algumas pessoas aqui no fórum que falaram no início do ano que ele era o raquete 2… Talvez até o raquete 1…
Que que será que aconteceu com esse fenômeno?
Dessa rapaziada do “baixo clero” BR a única boa noticia é realmente o Heide: voltamos a ter um 2° tenista no top 200 graças a ele e está se colocando em condições de buscar um top 100 em 2026.. uma pena n ter se visto em condições de disputar Gstaad, eu tinha bastante expectativas com as chances dele nesse torneio..
No mais, entre lesões e maus momentos, parece q n teremos nenhum outro BR entre os 230 melhores a curto prazo, o mais provável é q o Heide seja nosso representante solitário no qualy do USOpen..
Monteirão da Massa deixando 2026 a desejar. Vamos tentar a sorte até o final desse ano!