Londres (Inglaterra) – Empolgado após anotar outra grande vitória em Wimbledon, Matteo Berrettini afirmou que está com a confiança em alta e pronto para vencer quem atravessar seu caminho no torneio. Após derrotar o francês Arthur Fils em quatro sets, o vice-campeão de 2021 fez uma autoanálise de seu atual momento.
Aos 30 anos, o italiano iniciou a semana na 51ª colocação do ranking e está subindo provisoriamente dez colocações. Em busca de uma vaga nas oitavas de final no All England Club, ele desafiará o também experiente Grigor Dimitrov, semifinalista em 2014.
“Sei qual é o meu nível e que posso ganhar de qualquer um e colocar qualquer jogador em dificuldade, especialmente nesta superfície”, afirmou Berrettini depois de marcar as parciais de 6/4, 7/5, 3/6 e 6/3 sobre o cabeça de chave 20.
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Apesar do otimismo, Berrettini quer pensar em um jogo de cada vez. “Também sei que posso perder. No tênis existe uma linha muito tênue entre o medo e a confiança e saber lidar com isso é fundamental”, ponderou.
“Se você não tem confiança quando entra em quadra, talvez seja a hora de parar um pouco e tentar entender por que isso está acontecendo. Só haverá um campeão nestas duas semanas. Todos os outros vão acabar perdendo em algum momento”, prosseguiu.
Satisfeito com o nível apresentado até então, o romano destacou a boa fase. “Estou muito feliz. Como vocês puderam ver, eu estava com um grande sorriso depois da partida e ainda estou. Sabia que precisava jogar um tênis de altíssimo nível para vencer o Arthur e acho que consegui fazer isso”, celebrou.
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“Estou muito orgulhoso de mim mesmo e grato por ainda estar aqui e ter a oportunidade de disputar mais uma partida. Outra vitória como essa mostra que todo o trabalho que fiz antes de Paris e também depois, apesar da pequena lesão que tive, está dando resultado”, comentou. Em Roland Garros, o italiano abandonou o jogo de quartas de final no segundo set contra o compatriota Matteo Arnaldi com um incômodo no quadril.
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O ex-número 6 do mundo chegou a deixar o top 100 após problemas físicos e emocionais, mas garante estar recuperado. “No começo da temporada, eu sentia que estava trabalhando muito bem, mas precisava encaixar várias peças para que os resultados aparecessem. Acho que melhorei com o tempo, a paciência é algo que se aprende muitas vezes da forma mais difícil”, reconheceu.
“Você pode estar jogando melhor do que o rival e o break não vir, ou os resultados não aparecerem; é aí que você precisa confiar no processo. Este esporte é justamente sobre isso”, examinou Berrettini.
Assim como em Paris, o italiano garantiu estar mais maduro. “No começo da carreira, eu só pensava em chegar lá, em ser cada vez melhor. Agora sinto que, de certa forma, já consegui isso. Hoje quero aproveitar o processo, os treinos, a tensão das partidas e vitórias como esta”, afirmou.
“Hoje eu priorizo o amor que sinto por este esporte, pela competição e por levar meus limites cada vez mais longe. Às vezes gosto de pensar que continuo sendo o mesmo menino que começou a jogar tênis há muitos anos”.
O italiano também explicou que tem lidado melhor com os contratempos da carreira. “Durante muito tempo, só pensava em estar saudável, sem me preocupar com o meu corpo. Aprendi que os problemas físicos também fazem parte. Antes eu achava que eles não deveriam acontecer e hoje simplesmente aceito. Sou uma pessoa muito mais equilibrada e isso está sendo muito importante para o meu tênis”, concluiu.
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Devia ter vencido a final de 2021 então!
A chance de vencer seu compatriota é quase Zero, caro Ronildo. Seu Backhand não resiste ao bombardeio de N 1 , N 2 e Djokovic. Estes tiram também os Slices lá de baixo sem problemas. Abs !
Tomara que perca: pra ver o que… é bom pra tosse!
1000 perdões, DALCIM: mas… se eu já não suporto o J. Sinner: imagina esse então?!?!
Se achando imbatível: só faltava essa!!