Paris (França) – A desistência do italiano Matteo Arnaldi, que sequer entrou em quadra para enfrentar o compatriota Flavio Cobolli pelas semifinais de Roland garros foi lamentada pelo norte-americano John McEnroe, que também questionou se foi sensato colocar os dois tenistas juntos na mesma sala para a entrevista coletiva.
“Se Arnaldi está aqui dando uma coletiva de imprensa, por que o Cobolli está tão perto dele? Se ele estiver doente e com um vírus, você não gostaria de pegá-lo. Essa decisão foi péssima, essa é a verdade”, comentou o ex-número 1 do mundo na TNT Sports.
McEnroe acha que o tempo gasto em quadra acabou cobrando seu preço para Arnaldi. “Não sou médico, mas acho que isso acabou lhe prejudicando. O cara jogou mais tênis para chegar às semifinais do que qualquer outro jogador nesta edição do torneio”, disse, destacando as 19 horas e 42 minutos em quadra que Arnaldi teve pela frente.
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“Some isso a um pouco de nervosismo, um pouco de azar ou comida inadequada. Para ser honesto, fiquei impressionado com a forma como Arnaldi se recuperou depois do jogo contra (Frances) Tiafoe. Ele jogou cinco horas e meia. Foram duas partidas maratonas”, acrescentou o norte-americano.
Em suas quatro primeiras partidas em Roland Garros, o italiano não venceu uma sequer em menos de quatro sets, sendo o jogo mais rápido a vitória sobre o grego Stefanos Tsitsipas, em 3h17. Na terceira rodada, ele encarou batalha de 4h58 contra o belga Raphael Collignon e nas oitavas jogou por 5h26 contra Tiafoe.
Fonseca garante 25º lugar no ranking após a desistência de Arnaldi












Pelo que entendi, ele teve um problema gastro-intestinal e não de vias aéreas. Neste caso a chance de contaminar, por conta de estar no mesmo ambiente, é zero.
Talvez McEnroe tenha exagerado.
Nas entrelinhas, JM quis dizer outra coisa! Ainda bem que vai dar Zérev!
O Arnaldi teve média de 3h56 por partida. A Andreeva ficou em quadra, em média, apenas 1h22 por jogo.
Tem sentido o que o John McEnroe falou. Se existe uma pessoa infectada com um vírus, há um risco de contaminação para outra pessoa que fique próxima ou no mesmo ambiente que a pessoa infectada.
Também achei bem esquisito e sem sentido. Um jogador com uma virose deveria estar isolado e em tratamento. Mas o circuito é recheado dessas situações “esquisitas”.