A rainha desaba em Paris, herdeiros garantem festa italiana

Diana Shnaider comemora façanha (Foto: Pierre Froget/FFT)

Este incrível Roland Garros vivenciou mais uma história daquelas que vamos guardar na memória por muito tempo. Se a queda de Jannik Sinner lá na segunda rodada foi surreal, a partir de seus problemas de saúde a um game de fechar uma fácil partida, a virada que Aryna Sabalenka levou nas quartas de final deixou todo mundo tão perplexo que ela própria ameaçou dar um tempo das quadras.

Abriu 6/3 e 5/3, depois sacou com 5/4 e fez 30-15. Então… a líder do ranking e atual finalista não ganhou mais um único game. Dez na sequência diante da russa Diana Shnaider, 23ª do ranking, que abraçou a oportunidade e se agigantou em quadra, cobrindo todos os cantos e disparando bolas incríveis com seu forehand. Sabalenka sofreu demais no terceiro set, obrigada a salvar break-point atrás de break-point e sem uma única chance de ameaçar o serviço da adversária.

“Estou sem palavras”, foi a primeira reação de Shnaider, que admitiu ter entrado muito nervosa pela campanha inédita em Slam e que tentou não pensar no placar, mesmo ao longo da reação. Confessou ter visto a decisão do ano passado, quando Aryna sofreu com o vento diante de Coco Gauff, em condições climáticas um tanto semelhantes às desta quarta-feira. “Estava terrível, mas tinha que aceitar isso e achar uma forma de tirar proveito”, destacou Shnaider, que sofreu acusação pesada da ucraniana Oleksandra Oliynykova no sábado.

A inesperada derrota de Sabalenka, somada às quedas precoces da atual campeã Coco Gauff e ao “pneu” moral que Iga Swiatek levou nas oitavas, faz com que este seja o primeiro Slam desde Roland Garros de 1977 em que nenhum dos oito semifinalistas tenha ganhado um Slam na carreira, já que o masculino também viu as derrotas de Sinner, Novak Djokovic e Stan Wawrinka.

Pouco antes da megasurpresa, a polonesa Maja Chwalinska continuou a fazer história e se tornou a sexta jogadora profissional vinda do quali e a segunda em Paris a atingir a penúltima rodada de um Slam. Nadia Podoroska não fez final em Roland Garros, mas Emma Raducanu faturou o US Open de 2021.

Dona de um tênis sólido da base, ao melhor estilo polonês, Chwalinska lembrou os duros momentos que passou depois da pandemia, quando entrou em depressão. “Tentava continuar jogando, mas só piorava e cheguei num ponto em que não tinha vontade de sair da cama”, conta a jogadora de 24 anos.

A vitória sobre Anna Kalinskaya viu dois sets de quase duas horas e, diante das rajadas fortes de vento, a tática agressiva da russa marcou 36 winners porém 47 erros, menos de um terço dos 15 da consistente Chwalinska, que soube usar curtinhas e slices.

Esta será a primeira semifinal entre duas canhotas em um Grand Slam desde 2014, quando Petra Kvitova enfrentou Lucie Safarova em Wimbledon e não acontece em Paris desde 1984. Quem vencer, poderá ser a primeira canhota campeã desde o último título da tri Monica Seles, em 1992.

Herdeiros de Sinner garantem um italiano na final

O tênis italiano perdeu o superfavorito Sinner, mas terá chance de reconquistar Roland Garros depois de exatos 50 anos, edição em que Adriano Panatta surpreendeu com o título. A tentativa histórica caberá a Flavio Cobolli ou Matteo Arnaldi, autênticos saibristas. Será a primeira vez que acontece um duelo italiano numa semi de Slam, no entanto o US Open de 2015 viu mais, com a final entre a campeã Flavia Pennetta e Roberta Vinci.

Tenista mais cotado entre os que jogaram as quartas de final do lado superior da chave, Cobolli demorou para se impor a Félix Auger-Aliassime e perdeu o primeiro set. Mas reagiu muito bem, passou a jogar um tênis de primeira qualidade e não sentiu aquela insegurança da rodada anterior na hora de fechar o jogo. “Tentei respirar nas trocas de lado. Nem olhava para a minha equipe, porque senti que eles estavam mais nervosos do que eu”, segredou. Ele está com um pé no top 10, lugar que só pode ser tirado por eventual título de Jakub Mensik.

Guerreiro em quadra, onde já ficou quase 18 horas nesta edição de partidas muito longas, Arnaldi viu Matteo Berrettini abandonar ainda no final do segundo set por aparente problema no quadril. Ele obviamente lamentou o problema do amigo, mas ao mesmo tempo ficou aliviado por enfim terminar uma partida curta. “Estou cansado, não fui tão rápido em quadra como costumo ser e estar na semi é inacreditável, porque um mês atrás estava jogando challenger em Calleri”.

Cobolli e Arnaldi já se enfrentaram cinco vezes, todas no saibro, com 3 a 2 no histórico para Arnaldi. O duelo mais recente foi justamente no ano passado, em Roland Garros, que chegou a quatro sets mas com ritmo ditado por Cobolli.

E não é só: Sara Errani e Andrea Vavassori tentam o título de mistas nesta quinta-feira contra Gabriela Dabrowski e Evan King.

Façanhas e brasileiros

– Desde 2000, este é apenas o terceiro Slam em que temos três homens debutando em semifinais, repetindo Roland Garros de 2005 e US Open de 2022.
– Número 104, Arnaldi é o tenista de mais baixo ranking a atingir a semi de Paris desde Filip Dewulf, em 1997, aquele superado por Guga.
– Shnaider repete Graf, Serena e Sharapova como única tenista desde o surgimento do ranking a ganhar de 6/0 num terceiro set de Slam contra a número 1 vigente.
– Jakub Mensik se tornou o mais jovem tcheco na Era Aberta a fazer semi de um Slam, superando Ivan Lendl, então com 21 anos, em 1981.
– Caso seja finalista, Arnaldi irá tirar o 25º lugar virtual que João Fonseca ocupa neste momento no ranking.
– E o Brasil segue brilhando nas chaves juvenis, com classificação de Guto Miguel, Leo Storck e Victoria Barros para as quartas de final. Se os meninos voltarem a vencer, se cruzam na semi. Já Victoria é favorita sobre tenista coreana. Apenas Naná Silva foi eliminada, deixando escapar 4/2 no terceiro set. Em duplas, Victoria e Guto estão também nas quartas.
– O tênis brasileiro chegou a quatro finais juvenis em Roland Garros e nunca ergueu o troféu, tendo Edison Mandarino (1959), Thomaz Koch (62 e 63) e Luis Felipe Tavares (67) como vices. O único título veio em duplas, com Guga, em 1994.

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Ronildo
Ronildo
20 dias atrás

Beatriz Haddad Maia estava vendo o jogo da Nauhany Silva em RG. Ela é a maior referência para estas jovens atletas. Tomara que quando encerrar a carreira como tenista, quebre o tabu atual e se torne a primeira técnica de nível internacional do Brasil. Desde que seje um desejo dela, claro. De preferência treinando uma brasileira. Mas se não for possível, que seja de outra nacionalidade mesmo.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
20 dias atrás

Kostyuk sentiu demais a responsabilidade e possibilidade de chegar a uma final de GS e não se encontrou em quadra, com erros e mais erros NF. Andreeva teve muito mais cabeça e tranquilidade, vencendo com méritos.
No segundo jogo vimos um alto nível de tenis, com merecida vitoria da polonesa de nome complicado, a qual acima de tudo mostrou mental forte, bom preparo e qualidades, inclusive com ampla variação nas jogadas. Terá minha torcida sábado…

Samuel, o Samuca
Samuel, o Samuca
20 dias atrás

A vitória da russa começou a se desenhar quando ela acordaram e viram como estava o tempo, com instabilidade e ventania.
Acredito que o íntimo delas funcionou da seguinte forma:
Diana: “O tempo está muito instável e minhas possibilidades aumentam muito”;
Aryna: “Que tempo feio, hoje vai ser muito chato enfrentar aquela russa”.
Isso pode ter ajudado uma entrar com mentalidade positiva em quadra, enquanto a outra era absorvida pela negatividade. Logicamente existem outro aspectos que influenciaram no destino no jogo.
Quanto a Sabalenka, com certa frequência ela inicia seus jogos a todo vapor, permitindo na sequência, reação das adversárias, porém, consegue retormar o controle do jogo. Mas dessa vez não deu. Mérito total para a Shnaider que mereceu vencer.
Observei que a número um perder alguns pontos por puro preciosismo. Se tivesse executado as jogadas de maneira mais simples, poderia ter outra sorte ao final da contenda.

Daniel Cruz
Daniel Cruz
20 dias atrás

Dalcim, resultados como este reforçam cada vez mais a minha impressão de que, no tênis atual, especialmente entre atletas de alto nível, o aspecto mental (que sustenta a confiança em quadra), está se tornando o grande diferencial. Não sei se chega a representar 60% do desempenho, mas certamente tem um peso enorme. O que você acha?

Daniel Neto
Daniel Neto
20 dias atrás

Será que jogos como esses são passíveis de investigação, num mundo dominado por tantas bets?

SANDRA
SANDRA
20 dias atrás

Dalcim , alguma tenista vindo do qualy já ganhou algum slam ? Minha pergunta é por causa da polonesa que foi pra final

DANIEL
DANIEL
20 dias atrás

Dalcim, você é do time que acha a semifinal masculina decepcionante e “nível ATP 500”, ou eles mereceram, os favoritos foram mal, é uma mudança legal pro circuito, novo campeão e possivelmente o primeiro do Zverev? Grande abraço!

Thiago Silva
Thiago Silva
21 dias atrás

Não existe isso de “verdadeiro eu”, a pessoa se comporta conforme as circunstâncias, ninguém espera que ela vá sair fazendo dancinha depois de uma derrota dessa, é mais do que natural ela extravasar.

Paulo F.
Paulo F.
21 dias atrás

Zverev e Mensik é quase uma final antecipada.
Mas se Zverev chegar à final, espero que o mental não atrapalhe, e conquiste finalmente seu Slam.
Mas se pegar Cobolli na final, é mais perigoso.
O italiano vem monstrando desde Wimbledon do ano passado que é bom e carne de pescoço.

Paulo F.
Paulo F.
21 dias atrás

Bom dia, mestre Dalcim!
Sabalenka jogou deploravelmente no lixo uma oportunidade única de ser campeã em RG.
Agora quem o senhor vê como favorita para levar?
Kostyuk ou Andreeva?

Paulo F.
Paulo F.
20 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Acabou confirmarndo e passa a ser a franca favorita para a final.
Chances menores só se for contra a Schneider.

Fabio
Fabio
21 dias atrás

Dalcim, é possível que o teto da Chatrier seja fechado quando venta demais?

Fabio
Fabio
20 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Obrigado pela informação!

Marco Galduróz Filho
Marco Galduróz Filho
21 dias atrás

Dalcim, aparentemente o Arnaldi terá que jogar qualy de Wimbledon, correto?

Marco Galduróz Filho
Marco Galduróz Filho
20 dias atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Obrigado mestre!

Marcos RJ
Marcos RJ
21 dias atrás

Não foi por acaso que a Kostyuk ganhou Madri. Esta jogando com confiança e batendo pesado na bolinha. Na minha opinião é a favorita para ganhar RG.

Marcos RJ
Marcos RJ
21 dias atrás

Foi mesmo um fenômeno de outro mundo.
A Shnaider se tornou a tempestade.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
21 dias atrás

Sasha Zverev tem enfim uma chance de ouro de obter ao menos 1 título de Major em toda carreira, e faço votos para que consiga, pois é um jogador de bons recursos técnicos.

Dois tenistas muito talentosos, da mesma geração, e que, lamentavelmente, terminaram sem nem um, foram Fognini e Kyrgios.

O australiano não se retirou oficialmente, mas acho que já pode ser considerado um ex-tenista em atividade…

Acredito que não vai mais conseguir voltar jogar em alto nível. E a grande chance da sua vida acabou mesmo sendo aquela final contra Novak Djokovic, no All England Tennis Club.

Última edição 21 dias atrás by Rodrigo S. Cruz
Thiago Silva
Thiago Silva
21 dias atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

O Fognini tem a idade do Djokovic com dois dias de diferença, passa longe de ser da mesma geração que o Zé e o Kyrgios.

Sandra
Sandra
21 dias atrás

Dalcim acho que o Zverev merece esse tão sonhado título de slam , mas fica parecendo troféu de consolação pois só com todos fora ele vai conseguir , o que vc acha .?

Jonas
Jonas
21 dias atrás

Slam completamente maluco esse. Depois de assistir ao Sinner surtar fisicamente estando a um mísero game de avançar, agora vejo a número 1 levar um pneu em plena quadra central para uma jogadora bastante inferior tecnicamente… esse esporte é surreal.

Então vamos de torcida. Gostaria de ver a jovem Andreeva levar esse Slam, mas se rodar amanhã vou torcer para a Kostyuk na final.

No masculino chegou a vez do Zé, esse cara já sofreu demais, vou torcer para ele dessa vez e espero que não pipoque novamente. Deve ser um saco ficar ouvindo que nunca ganhou um Slam. Porém, caso o ótimo Mensik avance para a final, aí vou torcer por ele, seria uma espécie de consolidação da novíssima geração, o que não seria ruim.

André Aguiar
André Aguiar
21 dias atrás
Responder para  Jonas

Arnaldi na semifinal é outra maluquice.

Jonas
Jonas
21 dias atrás
Responder para  André Aguiar

Sem dúvida, ele saiu de um buraco enorme contra o Tiafoe nas QF. Espero que esteja em condições contra o Cobolli pra ter jogo mesmo, mas tanto faz quem passar. Arnaldi disse que não se moveu bem devido ao cansaço, complicado.

Paulo F.
Paulo F.
21 dias atrás
Responder para  André Aguiar

Totalmente.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
21 dias atrás
Responder para  Jonas

Maluco demais de fato (embora interessante) e por isso mesmo é melhor não cravar a Andreeva e nem o vencedor da primeira semifinal campeões ainda. Gosto do Mensik, mas tem que ir pro Zverev esse troféu; pelo menos um para o melhor jogador sem Slam da era aberta.

Jonas
Jonas
21 dias atrás
Responder para  Paulo Almeida

Zverev de fato tem uma carreira incrível até aqui. Ele é maior que Baghdatis, Davydenko, Nalbandian, Blake, Gonzales etc. E olha que já vi colegas tentando desmerecer o que Djokovic fez entre 2018-2023, como se fosse fácil enfrentar a geração do Zverev sendo 10 anos mais velho que ele.

Além disso, o alemão tem diversas vitórias contra Nadal, Djokovic e Alcaraz. Para quem não lembra, ele tem 4 vitórias e 3 derrotas contra Federer.

O maior problema dele tem sido o Sinner.

Meu único porém com o Zverev é o mental, a pressão mais uma vez está em cima dele, um cara que já falhou nisso antes algumas vezes. Eu não acho que ele vai ter facilidade contra Mensik e Cobolli, mas sem dúvida é o favorito ao título.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
20 dias atrás
Responder para  Jonas

Sem comparações: 7 Masters, 1 ouro olímpico, 2 Finals, 3 finais de Slam. Quem são esses caras perto do alemão? Rs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
20 dias atrás
Responder para  Jonas

Depois de perder as 4 primeiras Finais de Slam ( idem Ivan Lendl) , o Sr lembra o que diziam os Kombistas sobre Sir Andy Murray até 2012 ? . Autêntico ” amarelão” . Ele tinha perdido 3 para Federer e uma para ” goat ” . Alguém poderia imaginar que em 2012 bateria Djokovic no USOPEN em 5 Sets , e repetiria a dose em Wimbledon 2013 em Sets diretos, novamente para cima de Djokovic ? . De quebra levou Ouro Olímpico 2016 também em Sets diretos para cima de Federer ? . ” O maior problema de Sasha é Sinner” segundo suas próprias palavras, mas perdeu foi para Carlos Alcaraz na final de Roland Garros 2024 e na Semi do AOPEN 2026. Muito difícil entender tua linha de raciocínio. Zverev provavelmente não perderá também 4 , mas tem oponentes de respeito pela frente. Independentemente de mental ou pressão. Abs !

Jonas
Jonas
20 dias atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Puxa, já te respondi isso, Murray é um tenista mais fraco que Djokovic e Federer, não acha?

Se o Murray fosse um amarelão, Federer também seria, visto que cansou de perder do Djokovic em tudo que é torneio. Não penso assim, que fique claro.

Sobre Zverev, ele já declarou que gosta de enfrentar Alcaraz e tem um retrospecto respeitável contra o espanhol. O problema maior dele tem sido o Sinner, sua última vitória contra o italiano foi em 2023. Pesquise aí quantas vitórias seguidas Sinner tem contra Zverev.

Tecnicamente eu não discuto sobre a qualidade dele, minha crítica é sobre a cabeça. Agora, se você acha o alemão uma fortaleza mental ninguém aqui pode fazer nada, abs.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
20 dias atrás
Responder para  Jonas

Gosto do Zé, mas vou torcer pelo Mensik. Esse cara ganhou minha torcida após revelar que seu grande ídolo é o Djoko depois da final do master 1000. Aliás, basta Djoko se aposentar para minha torcida ser 100% para ele.

Jonas
Jonas
20 dias atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Pelo que li, o Djoko viu potencial nele e chamou para treinar junto, salvou a carreira dele. Rapaz, Djoko é ídolo do Cobolli também, capaz de ser até do Zverev rsrs.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
20 dias atrás
Responder para  Jonas

Zverev é amigo pessoal do Djoko. Já postaram algumas fotos fora do ambiente de tênis inclusive.

Walter
Walter
21 dias atrás

E o “boicote” veio por linhas tortas. Sinner, Djoko, Ribakyna, Coco, Iga, Sabalenka, eliminadas de maneira surpreendente. E as finais serão com coadjuvantes, exceto Sasha.

Rafael Sousa
Rafael Sousa
21 dias atrás

Boa noite Dalcim, entre Zverev e Mensik, qual a porcentagem de vitória que você coloca para cada um?

José Eduardo Pessanha
José Eduardo Pessanha
21 dias atrás

Felipe Dylon ganhou muita experiência e bagagem nesse torneio. “D”erretini derreteu quando Arnaldi venceu o primeiro set. Ali já sabíamos que a síndrome de Milos Raonic o atacaria e que era fim de papo. Zé Verev com a faca e o queijo na mão pra enfim ganhar seu Grand Slam, a não ser que incorpore o espírito do Guillermo “Paulo Vilhena” Coria de Roland Garros 2004.
Abs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
21 dias atrás
Responder para  José Eduardo Pessanha

Para Cilic levar USOPEN 2014 precisava dele bater Federer na Semi , e Nishikori bater Djokovic na outra Semi . Ambos com retrospecto terrível contra as feras. E não é que Marin Cilic levou pra cima do Japa na grande Final. Foi o único fora do Big 4 + Wawrinka, a levar um Slam em mais de uma década. Abs !

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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