Londres (Inglaterra) – Principal nome do país na ATP e único no top 100, o carioca João Fonseca sofreu queda no ranking desta segunda-feira, apesar da boa campanha no Masters 1000 de Indian Wells. Mesmo após chegar às oitavas de final de um torneio desse naipe pela primeira vez, ele perdeu quatro lugares e aparece atualmente na 39ª colocação.
Fonseca defendia 205 pontos, 175 do título no challenger de Phoenix e mais 30 de Indian Wells, onde mesmo com três vitórias não somou o suficiente. Ainda assim, ele permaneceu no top 40, mas precisará vencer ao menos um jogo no Masters 1000 de Miami para não sair desta faixa de ranking.
Logo abaixo do carioca, os números 2 e 3 do Brasil também perderam terreno. O pernambucano João Lucas Reis caiu seis lugares e agora é o 211º do mundo, enquanto o paranaense Thiago Wild, que segue afastado por lesão, desceu da 220ª para a 237ª colocação desta semana.
Boa notícia teve o catarinense Pedro Boscardin, que foi às semifinais no challenger de Santiago e assim disparou 17 lugares, atingindo seu melhor ranking da carreira. Ele subiu para o 241º lugar e joga o challenger de Assunção tentando subir mais. Outro que também foi para cima foi o paulista Felipe Meligeni, que melhorou oito postos e agora é o 240º.
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Destaque positivo também para as ascensões dos paulistas Gustavo Heide, que voltou ao top 300, saindo do 301º lugar para o 284º, e Igor Marcondes, que segue em alta e subiu mais 16 colocações, atingindo o 291º posto.
Na contramão, o cearense Thiago Monteiro amargou uma queda de 10 lugares, foi parar na 242ª posição e irá cair ainda mais na próxima semana. Ele não joga o challenger de Assunção, onde defende o vice, e por isso vai despencar pelo menos mais 28 colocações na próxima lista.
Veja como está o top 10 dos brasileiros na ATP:
João Fonseca – 39º (-4)
João Lucas Reis – 211º (-6)
Thiago Wild – 237º (-17)
Felipe Meligeni – 240º (+8)
Pedro Boscardin – 241º (+17)
Thiago Monteiro – 242º (-10)
Gustavo Heide – 284º (+17)
Igor Marcondes – 291º (+16)
Matheus Picinelli – 310º (-18)
Daniel Silva – 321º










Por enquanto só temos o Fonseca,o Guto Miguel tem muito potencial, vamos torcer,os demais,com exceção do Monteiro, Reis e Boscardin só querem sombra e água fresca
João caiu, mas as perspectivas para o ano são boas depois das ótimas atuações em IW. De quebra, com as 3 vitórias em IW, empata com João Soares com 42 vitórias em nível ATP. Próximo dessa lista é André Sá, com 52 vitórias. O grande destaque da semana para o Brasil é o melhor ranking do Pedro Boscardin, entrando no TOP5 nacional e se aproximando do quali de RG. Monteiro caiu duas posições no ranking nacional, para Boscardin e Meligeni, e agora é apenas o raquete 6 do país. Destaco também o retorno de Igor Marcondes ao TOP300, agora passando o Pucinelli e entrando no TOP8 nacional e o retorno do Eduardo Ribeiro ao TOP400. E bem mais abaixo, as maiores mudanças foram o melhor ranking do João Vitor do Lago, se aproximando do TOP1000, e os melhores rankings dos irmãos goianos Luis Felipe Miguel, agora no TOP1150, e de Luis Augusto Miguel, agora no TOP1200.
A situação do Monteiro é terrível. Após perder os pontos do challenger de Assunção vai ficar difícil demais pra ele. Provavelmente nem conseguirá jogar quali de RG.
Mas para mim não é nenhuma surpresa. Eu e outros já havíamos mencionado ano passado que ele não volta mais e se encaminha pra aposentadoria. Alguns incrédulos duvidaram, mas nada como o tempo.
Ele está no top 170 no ranking de 2026. Tem muito a somar. Se continuar saudável, naturalmente volta pro top 150, que corresponde ao jogo dele
Se ele tivesse menos de 30 anos eu ainda concordaria. Mas ele vai fazer 32 em 2 meses.
Só tenistas de grande tecnica e repertório conseguem sobreviver após os 30 e pouco.
Na Race:
(101) João Fonseca – 160 pontos;
(143) Heide -109;
(168) Monteiro – 95;
(177) Marcondes – 92;
(211) Boscardin – 74;
(214) Ribeiro – 72;
(246) Wild – 59.
Qual a seria a razão do Thiago Monteiro não jogar em Assunção? Na torcida para ele se recuperar a tempo de jogar pelo menos o quali de roland garros.
No ranking ao vivo está 270 , então esquece quali de RG
E o nosso ‘bravo’ Wild, que tem no currículo vitórias fantásticas sobre Medvedev, Fritz, Gonzalez etc, por onde anda? Está treinando, fazendo fisioterapia ou cuidando da saúde mental? É uma pena que, depois daquela boa campanha em RG, não conseguiu mais engatar um bom torneio há 2 anos, pelo menos. Mas ainda é jovem, ótimo forhand, bom saque, mas parece que o físico não está ‘aguentando’. Tomara que se recupere logo, e volte aos melhores momentos, para nós brindar como boas partidas, porque ‘tênis’ ele tem!
Demos reportagem sobre a situação dele dias atrás, Nelson: https://tenisbrasil.uol.com.br/wild-completa-26-anos-segue-em-recuperacao-e-sem-data-para-volta.html
“não estou preocupado com o ranking”, Monteiro, Thiago. …foi o que ouvimos esses dias numa entrevista. então tá né!!!! vamos concentrar esforços para torcer por quem está querendo crescer.
Normalmente, é assim: quando um desses brazucas vai muito bem em um torneio – semi, vice ou campeão – no torneio seguinte (mesmo duas semanas depois), ele cai na primeira ou segunda rodada. E eles ficam nesse revezamento, nessa gangorra. Tem aqueles q jogam um torneio e descansam 3 meses.
O Wild sabemos, está machucado. E o Pucinelli porque não joga, redação?
Essa do Monteiro em nao não participar do CHG em Assunção tb não entendi. Acho que facilmente fazia 4as, o que amenizava a queda.
E o tênis brasileiro em nova fase de baixa. Exceto João Fonseca (fora da curva) só temos ranking na faixa 200-300 no masculino e a Bia sofrendo e caindo no feminino.
Por essa foto, pensei que era o Verdasco. :-D
Lamento demais a queda vertiginosa do Monteiro. 31 anos, é uma idade em que o tenista ainda pode ir longe. Torço muito por ele.
Está difícil para os Jogadores Brasileiros.
Não tem Torneios ITF Masculino no Brasil.
Por isso fica difícil de surgir novos Talentos, e dos jovens subirem no Ranking.
A CBT não se move.
Só tem 2 Torneios ITF Masculino agendados em Maio, uma vergonha pera um País com potencial como Brasil.
Está faltando alguma coisa, pois até 14 anos atrás tinha em média 20 Torneios por temporada, o correto era aumentar, mas ocorreu o contrário, agora é uma escassez de Torneios ITF Masculino. E muitos jogadores Brasileiros inativos.
Teve uma temporada com 38 Torneios ITF Masculino no Brasil, nessa fase teve 3 jogadores Brasileiros entre os 100 melhores.
Lembrando que não compensa jogar Torneios ITF no Exterior, o Money é tão pouco que não compensa, só com um bom patrocinador.