* atualizado às 12h56 com vitória de Rublev
Doha (Catar) – Como um tênis sólido na base e ótimo aproveitamento do saque, o grego Stefanos Tsitsipas enfim voltou a derrotar o russo Daniil Medvedev, encerrando série de três derrotas consecutivas que vinha desde o Finals de 2022. Sem ter o serviço ameaçado em toda a partida, fechou com placar de 6/3 e 6/4.
Seu adversário das quartas de final do ATP 500 de Doha sairá mais um russo Andrey Rublev, que também teve atuação firme e superou sem sustos o húngaro Fabian Marozsan, por 6/2 e 6/4. O grego leva pequena vantagem de 6 a 5 sobre Rublev em torneios de nível ATP, embora eles não se cruzem desde novembro de 2022.
Tsitsipas foi notavelmente consistente na partida contra Medvedev. Colocou 75% do bom primeiro serviço em quadra e com isso ganhou 80% dos pontos, o que jamais permitiu grandes ameaças por parte do russo. Medvedev por sua vez teve momentos de baixa, permitiu um total de nove break-points e perdeu um serviço em cada set, o que bastou para fazer a diferença.
Redemption Day for Stef 🙌
It’s a first win for Tsitsipas, 6-3 6-4, over Medvedev since 2022!#QatarExxonMobilOpen pic.twitter.com/YdVDZZYQPx
— Tennis TV (@TennisTV) February 18, 2026
Esta é a primeira presença do grego nas quartas de final de um ATP em 10 meses. Ele também vinha de série muito negativa contra adversários de nível top 20, com uma vitória em 10 tentativas, em cima de Taylor Fritz na United Cup de janeiro.
Khachanov e Lehecka avançam
Outro russo, Karen Khachanov, precisou de esforço para se garantir nas quartas, ao superar o também húngaro Marton Fucsovics, com placar de 6/2, 4/6 e 6/4. Ele agora aguarda o número 1 do mundo Carlos Alcaraz, favorito no fechamento da rodada desta quarta-feira diante do francês Valentin Royer.
Outro duelo já definido pelas quartas envolverá o tcheco Jiri Lehecka e o francês Arthur Fils, depois que Lehecka passou facilmente pelo belga Zizou Bergs, por 6/2 e 6/1, e Fils tirou o compatriota Quentin Halys, por 6/1 e 7/6 (9-7). Nos confrontos diretos, há empate: o tcheco ganhou o ano passado no Canadá e o francês, no ano anterior pela Copa Davis.











Medvedev virou saco de pancadas nos últimos 3 anos. Incrível como não consegue ser aquele jogador que ganhava com facilidade de tenistas fracos.
Geração fraca que turbinou os recordes do Djokovic
Nem repetindo mil vezes uma mentira ela vira verdade.
Confira os números: ele ganhou 20 enfrentando o Big 3 desde o início da carreira.
Nadal saiu de cena em 2022, ano que o espanhol ainda venceu 2 Slams. Após isso, Novak ganhou apenas 4 Slams. Ou seja, a imensa maioria foi com Federer e/ou Nadal no auge ou ainda fortes.
E venceu 3 em 2023 quando Alcaraz já era Alcaraz.
Que geração fraca, hein?
Vamos aos fatos o auge de Federer foi entre 2005 a 2009 época em que ele fazia o seu goat de pano de chão. E em 2023 alcaraz não joga o australian open e sente uma lesão que o força a abandonar roland garros o único torneio que o Djokovic ganhou com o Alcaraz na chave e sem lesões foi o us open.
Então quer dizer que o auge de Federer foi só dos 23 aos 28 anos?
Veja como isso enfraquece seu ponto: se Federer só chegou ao auge aos 23 anos, ele fazia Novak de pano de chão porque este tinha 17-18 anos em 2005 e 21-22 anos em 2009, rs.
Quanto a Alcaraz, realmente não jogou o AO de 2023, mas veja, em 2025, com quase 38 anos, Novak estava lesionado e o derrotou lá.
Em Roland Garros é falso que Alcaraz tenha tido lesão. Ele teve câimbras.
Os dois jogaram 4 vezes em 2023: 3 vitórias para o El Torero Dorado e só 1, apertada, para o Boi Miúra Jr.
Se existe um fundo poço esse com certeza deve ser um, malvadão se aposente, obrigado por evitar a catástrofe que séria djokovic ganhar os 4 majors com seu teniszinho burocrático.
Tomara que tsitsitpas recupere seu melhor tênis.