Londres (Inglaterra) – Depois de perder para o Canadá na primeira fase qualificatória da Copa Davis, o Brasil conhecerá seu próximo adversário na competição nesta quinta-feira, às 7h (horário de Brasília), quando será realizado o sorteio dos confrontos dos Grupos Mundiais I e II.
O resultado será divulgado logo em seguida no site da Copa Davis e nas redes sociais da competição. As equipes que competem no Grupo Mundial I são as 13 nações derrotadas na primeira fase qualificatória e as 13 nações vencedoras nos Playoffs do Grupo Mundial I.
Como um dos times derrotados na fase classificatória, o Brasil será um dos cabeças de chave no sorteio, ao lado de Argentina, Austrália, Dinamarca, Eslováquia, Finlândia, Holanda, Hungria, Japão, Noruega, Peru, Sérvia e Suécia.
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Entre os possíveis adversários da equipe capitaneada por Jaime Oncins estão Bulgária, China, Colômbia, Grécia, Lituânia, Luxemburgo, Mônaco, Nova Zelândia, Paraguai, Polônia, Suíça, Taiwan e Turquia.
O mandante será definido por sorteio se o Brasil enfrentar Bulgária, Lituânia, Luxemburgo, Mônaco, Polônia, Taiwan ou Turquia. Caso sejam Colômbia, Grécia ou Suíça, as partidas serão em solo brasileiro. Se vierem China, Nova Zelândia ou Paraguai, a série será disputada fora.
Grupo Mundial I
Cabeças de chave
Austrália (1)
Argentina (2)
Holanda (3)
Hungria (4)
Brasil (5)
Finlândia (6)
Dinamarca (7)
Sérvia (8)
Eslováquia (9)
Japão (10)
Noruega (11)
Suécia (12)
Peru (13)
Demais equipes
Bulgária
China
Taiwan
Colômbia
Grécia
Lituânia
Luxemburgo
Mônaco
Nova Zelândia
Paraguai
Polônia
Suíça
Turquia
Grupo Mundial II
Cabeças de chave
Portugal (1)
Bósnia e Herzegovina (2)
Israel (3)
Cazaquistão (4)
Egito (5)
Romênia (6)
Ucrânia (7)
Marrocos (8)
México (9)
Uruguai (10)
Tunísia (11)
Líbano (12)
Hong Kong (13)
Demais equipes
Bermudas
Bolívia
Chipre
República Dominicana
El Salvador
Estônia
Indonésia
Nigéria
Paquistão
Eslovênia
África do Sul
Síria
Tailândia












Uma dúvida, se caso o adversário for a China, não seria aqui, pois quando teve o confronto em 2023, o sorteio apontou eles como mandantes do confronto r eles não exerceram o direito de escolha, daí passou pra cá, então nessa condição não seria aqui no Brasil?
Bem observado, Otávio. Confesso que não lembrava desse episódio. Li agora que a China abriu mão de sediar o duelo de 2023 ainda devido às restrições impostas pela pandemia de Covid-19.
Curioso que diante do fato, a CBT propôs um local neutro, porém a Federação Chinesa optou por jogar no Brasil, justamente, acredito eu, para assegurar o direito de mando no confronto seguinte. Isso pode até ter ficado estabelecido pela ITF à época.