Santiago (Chile) – Principal nome do tênis sérvio, Novak Djokovic tem competido cada vez menos na Copa Davis com o avançar da idade, o que o capitão Viktor Troicki vê com tamanha naturalidade. Apesar de sua ausência no confronto com o Chile, nesta semana, o atual número 3 do mundo segue de olho em sua equipe e não descarta defendê-la quando possível.
“Novak acredita que a Sérvia pode continuar avançando na Copa Davis e gostaria de jogar e continuar representando seu país ”, disse Troick em uma coletiva de imprensa antes da partida contra o Chile, que será disputada a partir deste sábado na quadra de saibro da Quadra Central do Estádio Nacional de Santiago.
“Há mais de 20 anos ele joga pelo nosso país com paixão. Nos últimos anos, não tem sido fácil para ele jogar em superfícies diferentes, com os torneios Open, e não é fácil para ele ficar longe da equipe. Ele quer jogar quando está disponível e continua nos apoiando”, acrescentou o treinador sérvio.
Troick salientou que também era irrealista esperar a sua presença depois de ter jogado a final do Australian Open, derrotado pelo espanhol Carlos Alcaraz. Ele também lamentou a ausência de Miomir Kecmanovic, Hamad Medjedovic e Laslo Djere, que são os tenistas sérvios mais bem classificados depois de ‘Nole’.
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Mas mesmo assim o capitão sérvio acredita que sua equipe possa surpreender. “Obviamente, viemos sem nossos quatro melhores jogadores e nossa expectativa é jogar e lutar. O Chile é uma equipe difícil, é o favorito. Será uma tarefa árdua para meus jogadores, mas respeitamos os outros jogadores que vieram”, disse.
Atual 123 do mundo, Dusan Lajovic lidera uma equipe sérvia renovada, com Ognjen Milic, de apenas 18 anos, e Branko Djuric, de 20 anos. Além deles, completam o time os irmãos e duplistas Ivan e Matej Sabanov. Do outro lado, os chilenos irão com Alejandro Tabilo, Cristian Garin, Tomas Barrios Vera, Nicolas Jarry e Matias Soto.












Papinho de um sérvio que nem mora mais no próprio país. Não dá para levar a sério.
Ah sério fanfarrão nao.sabia q.ele trocou de cidadania
Não, trocou de residência.
Continua sendo Sérvio.
Nos últimos 27 meses (mais de dois anos), jogou apenas uma vez (na Davis), contra o pulsante tenista grego, Xilas (387 do mundo).
A declaração não combina com a realidade.
O bom é ele não jogar Davis.
Não dá pontos, nem soma vitórias, torneio só para farsa de patriotismo.