Melbourne (Austrália) – Semifinalista do Australian Open pela primeira vez aos 31 anos, Elina Svitolina faz um ótimo início de temporada e já venceu dez jogos seguidos. Ela começou com o título no WTA 250 de Auckland e manteve o embalo com o melhor resultado da carreira em Melbourne. A ucraniana credita o bom momento à pausa que fez em setembro do ano passado, pensando na recuperação de pequenas lesões e nos cuidados com a saúde mental.
“Foi uma decisão difícil por um lado, mas conversei com minha equipe e com a minha família. Se eu tivesse continuado forçando no ano passado, acho que nem teria começado esta temporada. Eu estaria exausta e talvez nem livre de lesões”, explicou Svitolina. “Para mim, foi importante dar um passo atrás, e estou muito feliz por ter feito isso. Agora é fácil dizer porque os resultados estão sendo ótimos, mas ainda acredito que essa pausa realmente me ajudou.”
Antes de alcançar a semifinal em Melbourne, a ucraniana havia parado três vezes nas quartas de final do torneio, em derrotas para Elise Mertens (2018), Naomi Osaka (2019) e Madison Keys (2024). Nesta terça-feira, porém, ela dominou Coco Gauff e venceu por 6/1 e 6/2. “Estou muito feliz por finalmente chegar às semifinais depois de tantos anos e tantas tentativas aqui”, comemorou.
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A campanha até a semifinal em Melbourne garante a volta de Svitolina ao top 10 do ranking, com sua melhor marca desde que se tornou mãe. “No fim do ano passado, quando treinávamos na pré-temporada, eu disse ao meu treinador que queria voltar ao top 10. Esse é o meu objetivo para este ano”, contou. Em entrevista em quadra, celebrou o progresso: “Não está nada mal. Sempre foi um sonho voltar ao top 10 depois da maternidade”.
Para a experiente tenista, que já foi número 3 do mundo em 2017, o foco está em evoluir constantemente para acompanhar a nova geração e ressaltou ainda a importância de seguir se reinventando no circuito. “Hoje em dia, o mais importante é encontrar novas formas de vencer. Há muitas jogadoras jovens e agressivas, que tomam o controle do jogo se você não estiver no seu melhor. Então você precisa evoluir, precisa ser melhor. O tênis não para de evoluir, então você precisa continuar buscando, continuar melhorando toda semana e encontrar o que funciona para você”.
Sobre a vitória diante de Gauff, a ucraniana destacou o controle emocional e a concentração do início ao fim. “É uma mistura de sensação boa e nervosismo, porque você sabe que tem chance de jogar bem e ganhar. Eu tentei continuar construindo o jogo e manter o foco o tempo todo, especialmente contra uma campeã tão grande quanto a Coco”.
Na semifinal, Svitolina terá pela frente a líder do ranking, Aryna Sabalenka, contra quem tem retrospecto negativo de 5 a 1. Mesmo assim, demonstrou confiança e respeito pela rival. “Não é segredo que ela é uma jogadora muito poderosa. A força em todas as partes do jogo é a principal arma dela. Vou precisar estar pronta e tentar encontrar pequenas brechas, pequenas oportunidades no jogo dela”.













Sabalenka irá ganhar fácil. 6X1 e 6X1.
Com certeza!
Se continuar batendo de fundo de quadra parada sim, se tiver que se mexer já muda a história !
Mas a cabeça da Sabalenka às vezes ainda dá um mau giro e aí perde as estribeiras. Vamos ver.
Kkkkkk que piada sem graça
Se for ganhar, tomara que não seja fácil porque assim não tem graça isso é o reflexo do desnivelamento do sorteio que a WTA de novo faz, pois desde o ano passado vem desnivelando as chaves.
Sabalenka vai atropelar e a xaroposa da svitolina vai dar chilique sem cumprimentar a adversária!!!!! Era bom uma bicicleta!
Pois é….
Belarus autorizou a Rússia a utilizar parte de seu território como base para a invasão da Ucrânia.
Mas foi a Sabalenka quem mandou e/ou autorizou isso?! Que eu saiba, não. E mais, a Sabalenka já disse à imprensa várias vezes que é totalmente contra a invasão e a guerra. Por quê misturar as coisas?!
É uma decisão de todas as ucranianas. Não significa que elas tenham algo pessoal contra as civis do país invasor. É um símbolo de protesto que serve também para expressar solidariedade às vítimas da guerra.
E se a Sabalenka perder, o que acho dificil, vai dar um chilique mega: quebrar raquete, falar que ela que não jogou nada (sem dar crédito a adversária), gritar igual a uma vaca no pasto… Coisas que ela faz como ninguém.
Seja humano, cara, pois você não tem ideia o sofrimento que os ucranianos passam, repense.
Não acho que vença tão facilmente. Svitolina é experiente e uma ótima tenista!
A Bia Haddad deveria seguir esse exemplo e dar uma parada cuidar principalmente do emocional