Wild também perde e Brasil encerra sua participação no quali

Foto: Juarez Santos

Melbourne (Austrália) – Último brasileiro a estrear no quali do Australian Open, o paranaense Thiago Wild também foi o último a ser eliminado da competição. Nesta quarta-feira, ele foi derrotado pelo italiano Francesco Maestrelli, cabeça de chave 24, em sets diretos, com parciais de 7/6 (7-2) e 6/4, depois de 1h28 de jogo.

Além de Wild, apenas o paulista Gustavo Heide havia superado a primeira rodada no Melbourne Park, mas ele também foi derrotado mais cedo. Já o pernambucano João Lucas Reis e a paulista Laura Pigossi sequer passaram da estreia. Assim, o carioca João Fonseca e a paulista Beatriz Haddad Maia serão os únicos representantes do país em simples.

Maestrelli foi mais consistente na partida, anotou mais do que o dobro de bolas vencedoras (34 a 16) e cometeu um erro não forçado a menos (21 a 22). Ainda assim, o duelo foi parelho e definido nos pontos importantes, nos quais o italiano acabou se saindo melhor. Ele converteu os dois break-points que teve e salvou três dos quatro que encarou.

+ Clique aqui e siga o Canal do TenisBrasil no WhatsApp

Atual 141º do mundo, o italiano sofreu para levar a primeira parcial. Sem chances de quebra para ambos os lados, com os sacadores dominando as ações, a definição foi para o tiebreak, em que Maestrelli se impôs e cedeu apenas dois pontos para o brasileiro, fechado logo no primeiro set-point que teve a seu favor.

O segundo set também foi equilibrado e o paranaense poderia ter saído na frente e tivesse aproveitado um dos dois break-points que teve no terceiro game. No sexto, foi o italiano que quebrou, mas a vantagem não durou muito e foi devolvida em sequência. Porém, Wild perdeu o saque no 4/5 e assim perdeu a partida.

Na última rodada do quali, o italiano enfrentará o vencedor do confronto entre o sérvio Dusan Lajovic e o norte-americano Murphy Cassone.

Subscribe
Notificar
guest
22 Comentários
Oldest
Newest Most Voted
Inline Feedbacks
Ver todos os comentários
Josue
Josue
2 meses atrás

Um jogador do calibre do wild não pode perder pra um jogador desse. Uma pena

Marcus Henrique
Marcus Henrique
2 meses atrás
Responder para  Josue

Verdade, fake Realista

Andre Borges
Andre Borges
2 meses atrás
Responder para  Josue

Calibre???? Que calibre tem o Wild? Pra mim o calibre dele é de um cara que perde tranquilamente pra top1000 e viveu uma semana iluminada na vida.

Fernando Romero
Fernando Romero
2 meses atrás

Derrota normal. O outro tem mais bola que ele. Simples assim. Ontem escreveram aqui que o Wild teria a oportunidade de ser o número 1 do Brasil, devido ao problema do Fonseca. Ou é brincadeira, ou provocação. O nível do Wild é pra ranking entre 200 e 300.

Marcus Henrique
Marcus Henrique
2 meses atrás
Responder para  Fernando Romero

É provocação. Tem um usuário que frequenta os posts desse site que passa o dia todo fazendo trollagens com provocações nível jardim de infância: cria dezenas de fakes, critca os tenistas brazucas que são nordestinos, elogia e defende o Wild ou os brasileiros que viajam pros EUA…

DENNIS SILVA
DENNIS SILVA
2 meses atrás
Responder para  Fernando Romero

Verdade.

Gil Oliveira feliz 2026
Gil Oliveira feliz 2026
2 meses atrás

Vi o primeiro set e desisti de ver… caramba… dá agonia… insistia em forçar devolução de saque, que era ótimo desse italiano. E vinha uma série de palavrões aos gritos, oy grstos de autocobrança que eram desmedidos… se cobrar, ok, mas dar pití a cada erro em que não se corrigia, é fora do que se espera de um profissional. No tiebreak, com 2-6 foi dar um drop shot… o italiano devolveu a bola morta e fico colado no meio da rede… Wild meteu a bola no pé da rede. Precisa de treinador, de psicólogo clínico e psiquiatra (visivelmente ansioso) e psicólogo esportivo (tomada de decisão, aprender a destensionar no momento crítico, a se cobrar menos, a não dividir com o estádio as suas frustrações….) ou a carreira afunda

NFdS
NFdS
2 meses atrás
Responder para  Gil Oliveira feliz 2026

Esquece, amigão, esse aí já era. Nenhum psicólogo ou psiquiatra consegue dar jeito. Só uma conversão milagrosa a Nosso Senhor Jesus Cristo resolveria. Mas…

DENNIS SILVA
DENNIS SILVA
2 meses atrás

Nenhuma surpresa. Tudo normal

Devanor
Devanor
2 meses atrás
Responder para  DENNIS SILVA

2026 começou igual a 2025 nenhuma surpresa

Refaelov
Refaelov
2 meses atrás

O jogo foi mais equilibrado doq a relação winners-ENF de ambos sugere: primeiro set sem nenhum BP para ambos, Wild sacando bem, no tie break o paranaense realmente baixou o nível. No segundo set, o % de 1° saques em quadra do italiano caiu bastante e o BR conseguiu entrar mais nos games de devolução, ao meu ver o Wild sacou de forma mais conservadora doq deveria com o primeiro saque nesse set mas, oq realmente fez a diferença foi o aproveitamento de 100% do italianos nos BPs..

Sobretudo pelos momento terrível q vive o BR há um ano, valeu essa ida à Oceania para além do cash: quebrou a sequência de NOVE derrotas seguidas e jogou 3 partidas decentemente(oq eh beeem mais doq ele vinha fazendo no fim de 2025).

Imagino q ele deva jogar essa sequência de challengers sul-americanos de agora(Itajai, Concepcion e Rosário), a ver se consegue sair desse atoleiro antes dos qualys dos ATPs sul-americanos.

Guilherme do E.S. Ribeiro
Guilherme do E.S. Ribeiro
2 meses atrás

Não vi o jogo, mas pela matéria foi disputado e decidido no detalhe. Wild mostrou uma pequena evolução em relação ao ano passado. Neste nível deve voltar ao Top150, mas precisa trabalhar mais se quer voltar ao Top100 ou aos seus melhores momentos como em 2023. Tem uma boa direita, mas precisa ter um saque mais decisivo, ser mais consistente nas trocas e principalmente trabalhar o foco e tomada de decisões. Tem potencial para estar no Top100 de forma regular, mas precisa evoluir. De qualquer forma, assim como o Heide, pelo momento atual fez o que era possível neste qualy.

Jorge Luiz
Jorge Luiz
2 meses atrás

Mesma coisa do Heide, não se acomodar e vim jogar em Itajaí, pelo menos voltou a vencer

Marcus Henrique
Marcus Henrique
2 meses atrás

Wild jogou bem. A derrota foi natural pela falta de confiança nos momentos decisivos (por conta da má fase).

Wild tem um bom forehand de direita. Mas seu backhand é de dar arrepios. O saque também não tá andando.

Tom França
Tom França
2 meses atrás
Responder para  Marcus Henrique

E essa má fase não termina nunca? Eita que fase duradoura, que tirou ele do top 60, e fez ele se tornar um top 220! Pra mim, ele caiu no marasmo de jogadoras como Laura Pigossi e Carol Meligeni. Ou seja, Top 100? Pra ti já era! A próxima é a Beatriz Maia, que quis ir com muita “sede ao pote” disputando um WTA 500, e já sofreu uma virada humilhante. Enquanto o governo federal valorizar mais as artes, em detrimento do esporte, a tendência é que não tenhamos mais nenhum atleta sendo grande destaque mundial. Gustavo Kuerten, foi um “pingo no oceano”. Nao basta o “patrocínio” ou o talento natural. Tem que ter apoio forte do governo federal, que só existiu até 2002. Coincidência ou não, foi quanto Guga começou a cair, e o Brasil conquistou a última Copa do Mundo.

Pedro
Pedro
2 meses atrás
Responder para  Tom França

Pelo jeito a última olimpíada que você assistiu foi Sydney-2000.
Fora que dizer que são as artes que tiram o dinheiro do esporte é um atestado de nunca ter lido uma notícia se quer sobre orçamento público federal.

Marcus Henrique
Marcus Henrique
2 meses atrás
Responder para  Tom França

Ahhh desculpa. Eu não sabia que a última Copa do Mundo vencida pelo Brasil tunha sido ganha pelo “verdadeiro governo federal” que só foi até 2002. Algum membro desse “verdadeiro governo” jogou algum jogo?

Eu concordo que deve haver mais investimento federal no Tênis (mesmo não sendo um esporte popular). Mas atribuir o sucesso do Guga e do Tênis nacional ao “verdadeiro governo federal” de 2002 é forçar MUITO a barra.

Quanto ao Wild, sim: a derrota dele foi normal pelo momento péssimo que ele vive na carreira. É um bom tenista, que tem carisma zero e o emocional bem afetado. E hoje está jogando numa faixa de ranking condizente com sua realidade.

A. Rodrigues Dourado
A. Rodrigues Dourado
2 meses atrás
Responder para  Tom França

Já disse aquí que a timidez de JF está na mesma proporção da prepotência de TW que ainda não foi capaz de provar que tem tênis equivalente à sua arrogância.
Agora, uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa.
O atual governo tomou posse com um passivo de pessoas passando fome acima de 32 milhões de famintos; nro. que segundo a FAO já baixou para menos de 5 milhões, números estes que tiram o Br. do mapa da fome, sem aquí qq. comparação com o governo anterior, que todos nós já conhecemos os resultados assombrosos e obscurantistas, mas que “conviveu” com uma pandemia que nenhum consultor foi capaz de responder como teria sido caso fosse um outro governo.(tirante aquí a verborragia de fundo de bordel do presidente JMB).
Todos sabemos que a maioria (ou todos) os esportes de alto rendimento, excepcionalmente só para os mais dotados, é privilégio da classe rica e/ou classe média alta.
Imaginem se o governo, de um país com deficiências homéricas na maioria dos setores sociais (saúde, educação, segurança, emprego, etc ), resolvesse “desviar” alguns milhões do orçamento para dar “guarida” à molecada de papais ricos, bilionários, milionários em detrimento de médicos, remédios, , cesta básica, gás, conta de energia, polícia, professores dos ciclos de alfabetização…enfim, dinheiro que ao invés dos excluídos de tudo, vai parar no patrocínio de esportes como tenis, F1, natação, ginástica, xadrez, tenis de mesa, …vcs. sabem e conhecem esses itens esportivos diletante.
Alguém pode questionar: e os bilhões das “emenda parlamentates” e/ou do “fundo eleiroral”? Digo: só me causam indignação e vergonha de um governo fraco e de joelhos ante o Congresso e setores apadrinhados que só sobrevivem, a cada ano, com o pensamento nas próximas eleições.
Isso deixa qq. cidadão “doente” em saber que o país é dotado de vocação para ser Top entre as principais Nações, mas seus dirigentes, ano após ano, só fazem imitar o governo anterior no que é pior, mas muito pior daquilo, que hoje, é muito difícil ver mundo-afora!
Mesmo assim, se fosse opcionar entre esportes e artes, ficaria com as ARTES que por sí só enobrece e humaniza o ser humano com muito mais profundidade.
Mas nunca em detrimento do esporte!

Caseh
Caseh
2 meses atrás

Durou pouquíssimo a alegria do (ir) realista e do FF…

Andre Borges
Andre Borges
2 meses atrás

Excelente campanha do Wild, para o nivel tecnico e mental dele, R2 do qualy é um feito notavel.

Maurício
Maurício
2 meses atrás

É senhor (Realista) e FF a ilusão de vcs com o Wild durou pouco…
Aceita que hj ele é muuitooo pior que o João Lucas Reis.

Paulo
Paulo
2 meses atrás

Fraquíssimo !! Mude de profissão !!

Comunicar erro

Comunique a redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nessa página.

Obs.: Link e título da página são enviados automaticamente ao TenisBrasil.