Londres (Inglaterra) – Apesar da derrota do sérvio Novak Djokovic na final no Masters 1000 de Miami, o sueco Mats Wilander defende que o ex-número 1 do mundo siga jogando e aproveite o embalo para começar bem na temporada de saibro. Em comentário no Eurosport, ele defendeu que o tenista de Belgrado não desista e jogue o Masters 1000 de Monte Carlo.
“Pessoalmente, acho que deveria jogar em Monte Carlo porque acho que ele está em alta depois de vencer tantas partidas seguidas. Monte Carlo nunca foi um desses torneios em que ele teve um desempenho incrivelmente bom, mas é um lugar em que pode ir e talvez vencer algumas partidas”, afirmou Wilander, destacando a importância do ritmo de jogo.
O sueco explica que o início da temporada de saibro não é necessariamente o melhor momento para Djokovic. “Ele precisa de duas ou três semanas antes de começar a jogar bem. Então, acho que quanto mais tempo puder passar em uma quadra de saibro, melhor”, analisou Wilander.
“Além disso, nessa idade, não é bom dar uma pausa de duas, três, ou quatro semanas antes de jogar outra partida. Acho que ele precisa de partidas”, afirmou o comentarista sueco, que segue colocando Djokovic entre os favoritos a qualquer Grand Slam. “Muitos jogadores não sabem jogar partidas de cinco sets porque são muito jovens”, falou Wilander, destacando a experiência do sérvio.
Vencer o 100o lá seria a cereja do bolo. Teria pelo menos 3 títulos em cada M1000. Esse aí seria difícil de alguém bater.
É incrível a fixação dos torcedores do sérvio com números e estatísticas. Sabem todas na ponta da língua. O tênis é um mero detalhe.
Tênis magnífico e interessante já vemos há 20 anos com o Big 3 – e seguimos vendo com o que restou do Big 3 (o maior deles) e os herdeiros Alcaraz e Sinner.
Esses números e estatísticas tornam só ainda mais interessante de acompanhar. Ou vai dizer que quando o Brasil joga Copa do Mundo não entra em questão buscar ser o único hexa, mas interessa só o futebol apresentado?
O maior, pois o melhor é R Federer.
Melhor que perdeu mais?
Melhor freguês dos rivais? Como pode isso?
É o que resta pros torcedores brasileiros do Djoko: apelar pros números e estatísticas pra substituir da famta de carisma do sérvio. E claro, ficar provocando os fãs de Nadal e Federer.
Sinceramente? Um gênio como Djokovic merecia um nivel melhor de torcedores aqui no Brasil. Alguns desses torcedores são os mesmos que idolatram Wild por pura afinidade política e ideológica…
Sinceramente, daqui a 25 anos, quando os recordes dele cair, acredito que não vai ter ninguém aqui de seus torcedores com esse papinho subjetivo e defendê-lo como melhor. Então, fica aí com o título de mister simpatia, pois ficaremos com os números.
Meu caro,
A matéria é sobre o Djokovic, logo, interessa a quem se interessa pelo Sérvio. Lógico que tem os que se interessam porque gostam, e os que se interessam porque não gostam.
Quem gosta dele não precisa provocar ou menosprezar os outros. Esse é sim o papel aqui (infelizmente) de quem não gosta dele.
Minha pergunta pra vc é (e não me interessa pra quem vc torce ou torceu), se não gosta dele, por que perde tempo com as matérias sobre ele e com comentários aqui sobre ele e os torcedores dele?
Esse tipo de recorde é bacana. Demonstra versatilidade do tenista. Joga bem em vários pisos e velocidades.
Muito completo. O mesmo aconteceu nos GS. Tem ao menos 3 em cada um.
No circuito atual? Versatilidade? Os pisos e bolas estão cada vez mais padronizados. Não existem mais quadras rápidas nos M1000 (exceção a Xangai?) e não temos qualquer M1000 na grama.
Pode ser, mas na minha opinião esses números mostram muito mais.
Domínio, Inteligência, Técnica, Capacidade física (um atleta na definição mais fiel da palavra), Inteligência emocional….. enfim.
A preparação dele sempre foi mais completa que a do resto do circuito.
O problema da internet é que aceita tudo que se escreve. É justamente por ter um ótimo tênis como base, enorme força mental e consistência por mais de uma década que hoje Djokovic consegue ser número 1 em tantos números e estatísticas. E é sobre ser constante pra continuar com bona resultados que o Wilander comenta aqui.
Se o tênis de Djokovic é vistoso ou não é outra discussão. Quero crer que “estilo vistoso” foi o que você quis chamar de tênis. Porque se não, aí foi ignorância mesmo.
Qual é o esporte que não usa estatística?
Com certeza.
O próprio Career Masters já se provou muito difícil, pois nem Fedal conseguiram.
Imagine, então, o Triple Career Masters junto com o Triple Career Slam, rs.
Só não daria pra chamar de Triple Big Title pq consideram Olimpíadas big title.
Já era, esse aí pro tênis profissional não dá mais…
Kkk.piada a tua
Kkkkkk, é só o 4º melhor da temporada, praticamente empatado com o 3º (30 pontos) e muito perto do 2º (150 pontos).
Eu concordo com o Wilander. Uma kombi desgovernada, seguindo ladeira abaixo, não pode perder o embalo!
A kombi desgovernada, seguindo ladeira abaixo, é simplesmente a 4ª melhor campanha da temporada, praticamente em empate com a 3ª (30 pontos) e muito perto da 2ª (150 pontos)
Ganhou de 3 cabeças de chave em Miami, enquanto você disse que cairia fora na primeira que encontrasse. Mais um erro nível 10 da manhã na final olímpica.
É uma boa para ele jogar montecarlo.
É um evento sempre esvaziado por conta do sunshine double e por não ser obrigatório.
Mas acredito que hoje em dia ele só consiga levar algum troféu na servia ou na América Latina.
Você acha, então, que se Fritz tivesse conseguido ir pra final, ele teria derrotado Novak também?
Monte Carlo esvaziado? Essa é nova.
Pra começar, Mensik e Sinner estão fora. Federer e outros tenistas que iam bem nos 2 masters americanos as vezes pulavam o Montecarlo para se preparar melhor para o saibro. É um torneio não obrigatório no circuito.
Realidade para o Realista: Federer perdeu final de Monte Carlo até para seu freguês Wawrinka e terminou donzelo do torneio, assim como de Roma e do ouro olímpico.
De fato se trata, ou pelo menos se tratava, de um torneio não obrigatório. O próprio Djokovic já pulou esse torneio algumas temporadas.
Mas não podemos esquecer que apesar disso, se trata sim de um dos 9 torneios master 1000 da ATP.
Claro que, como lhe convém, você faz questão de menosprezar esse torneio.
Sobre o sunshine double que vc deu uma leve exaltada, obrigado….Afinal, o Djoko é o maior vencedor com 4 conquistas.
Abraço,
Agora acertou Wilander, sem dizer o óbvio.
Claro que o Djoko não agrada a todos. Contudo, para quem gosta de tênis, o simples fato de estar vendo o maior atleta de todos os tempos na modalidade, quebrando recorde após recorde a medida que sua idade só vai aumentando, já é um espanto e um privilégio. Dificilmente algum tenista conseguirá se aproximar de seus números. O que mais impressiona é que foi formado num País em guerra e tem força emocional inigualável. Realmente espero que possa vê-lo nas quadras mais vezes. Não precisa provar mais nada a ninguém.
“Chorei por dois ou três dias. Chorei após a cirurgia no meu cotovelo. Cada vez que pensava no que fiz, sentia que havia falhado comigo mesmo. Eu estava tentando evitar subir naquela mesa porque não sou fã de cirurgias ou medicações. Estou tentando ser o mais natural possível e acredito que nossos corpos são mecanismos que se curam.”
Essa é a fortaleza mental do sérvio. Um homem frágil.
Eu até concordo com o Wilander, mas somente Djokovic e sua equipe podem dizer o que é melhor. O que nos parece é que nesse momento ele vive um dilema. Jogar mais torneios para dar ritmo e chegar com tudo para ganhar um ou alguns GS adicionais, ou descarsar o corpo para não chegar moido em um GS onde as exigencias fisicas em jogos de 5 sets são muito maiores. Todos vimos que Nole estava morto no segundo set da final contra Mensik. Então ele tem que escolher a dedo. Eu apostaria mais em Nole jogar em Madrid, que pela altura tem comportamento de quadras rapidas, com pontos mais curtos, que Monte Carlo que a quadra é mais pesada e mais lenta. Mas só o proprio Djokovic tem essa resposta.
Saibro pesado de MC demanda muita perna e folego, que o Sérvio não tem de sobra nessa fase da carreira. Mas claro que vale a pena jogar para pegar ritmo de jogo, alem de ficar perto e casa.
Djokovic precisa jogar, concordo com Wilander, o sérvio tem pouco tempo (carreira acabando), faz quase 600 dias que não vence um torneio da ATP…está cada vez mais difícil, é o suspiro final.
Quadras lentas, bolas diversas que deixam o jogo lento, adversários novos e preparados fisicamente (independente do ranking).
Respeitando todas as opiniões, não creio que Djokovic vencerá torneios mais exigentes tecnicamente (os maiores).
O que chama atenção, mesmo o sérvio estando numa seca “brava”, ainda tem que faça projeção de vitórias futuras, apenas para lembrar, numa quadra de saibro faz quase dois anos que Djokovic não ganha um torneio da ATP (na quadra dura 1 ano e 7 meses).
Necessario sair de “Nárnia”.
Quer dizer nada, caro JClaudio.
Medvedev nunca tinha vencido nada no saibro. Um dia foi lá e venceu o M1000 de Roma. E assim foi para muitos outros jogadores.
Sinto dizer, mas descartar o maior vencedor de Slams e de M1000 da História e 4º melhor da temporada (praticamente empatado com o 3º e muito perto do 2º) é desconhecimento do esporte ou pura birra. Abs!
Olá caro José…
Lembrei do Trajano (jornalista esportivo, ex diretor da ESPN), torcedor fanático do América RJ, anos atrás, o time que estava numa draga vergonhosa, chegou na final da Taça Guanabara, Trajano, que morava em São Paulo, alugou um ônibus, convidou os amigos e partiu para o Maracanã, onde aconteceria a final (os olhos brilhavam).
Fizeram uma reportagem da saga de um torcedor fanático, com certa idade (Trajano está com quase 80 anos), tentando reviver as glórias do passado.
Hoje o América quase não existe, na década de 60 era um dos grandes times cariocas, com muitos craques.
Quem assiste a viagem, o apego de José Trajano pelo time do coração, a busca pelo passado glorioso, onde de certa forma depositou sentimentos nobres, é algo emocionante, afinal, Trajano era um jornalista sério.
O América RJ perdeu a final.
(Algumas coisas ficam no passado e viram lembranças, negamos no primeiro momento, assim como o Trajano, tentamos reviver, mas no final, aceitamos, até porque, não tem muito o que fazer)
Quero ver ele jogando ATP250 pra superar os 109 títulos ATP do Jimmy Connors.
Foi o que tentou fazer o RF? Pena que parou em 103 (49 títulos soma de ATP 250 ou 500).
Já o Djoko, apenas 27 títulos na soma ATP 250 ou 500.
Na frase abaixo vou com os Federistas………….
“Chuuupppaaa Djoko, nunca vai alcançar o Federer em quantidade de títulos de ATP 250 ou 500 do Federer!!”
So sei que a idade chega p todos , se ele chegar em uma final e nao tiver sinner eou algum novato nova geracao ele tera grande chances de vencer fora disso a geracao de 19 a 23 anos passara por cima isso sera notavel pela vitalidade fisica