Confira os principais recordes e marcas de Roland Garros, incluindo as eras amadoras e profissionais do tênis.
TÍTULOS
Masculino
Simples: Rafael Nadal (ESP), com 14; Bjorn Borg (SUE), com 6
Combinado: Henri Cochet (FRA), com 9 (4 de simples, 3 de duplas e 2 de mista)
Títulos consecutivos: Rafael Nadal (ESP), com 5 (duas vezes)
Duplas: Roy Emerson (AUS), com 6.
Feminino
Simples: Chris Evert (EUA), com 7; Steffi Graf (ALE), com 6
Combinado: Margaret Smith-Court (AUS), com 13 (5 de simples, 4 de duplas e 4 de mista)
Títulos consecutivos: Helen Wills-Moody (EUA), Hilde Sperling (ALE); Monica Seles (EUA), Justine Henin (BEL) e Iga Swiatek (POL), com 3
Duplas: Martina Navratilova (EUA), com 7
Duplas mistas
Masculino: Ken Flach (EUA) e Jean-Claude Barclay (FRA), com 3
Feminino: Margaret Smith-Court (AUS), com 4
Parceria: Margaret Court/Ken Flatcher e Françoise Durr/Jean-Claude Barclay, com 3.
FINAIS MAIS LONGAS
Em games
Antes do tiebreak
Masculino: 61 games – Lacoste v. Tilden (1927), 6/4, 4/6, 5/7, 6/3, 11/9
Feminino: 38 games – Mortimer b. Knode (1955), 2/6, 7/5, 10/8
Depois do tiebreak
Masculino: 59 games – Alcaraz v. Sinner (2025), 4/6, 6/7(4), 6/4, 7/6(1), 7/6(10-2)
Feminino: 40 games – Graf v. Sanchez (1996), 6/3, 6/7, 10/8
Por tempo
Masculino: 5h29 – Alcaraz v. Sinner (2025), 4/6, 6/7(4), 6/4, 7/6(1), 7/6(10-2)
Feminino: 3h04 – Graf v. Sanchez (1996), 6/3, 6/7, 10/8
JOGOS MAIS LONGOS
Em games
Antes do tiebreak
Masculino: Mark def. Jancso (1ª rodada, 1957), 83 games (13/15, 6/3, 6/8, 8/6 10/8)
Feminino: Melville v. Teeguarden (3ª rodada, 1972), 56 games (9/7, 4/6, 16/14)
Depois do tiebreak
Masculino: Agenor v. Prinosil (2ª rodada, 1994), 71 games (6/7, 6/7, 6/3, 6/4, 14/12), Santoro v. Clement (1ª rodada, 2004), 71 games (6/4, 6/3, 6/7, 3/6, 16/14)
Feminino: Jordan v. Minter (1ª rodada, 1984), 46 games (7/5, 4/6, 13/11)
Por tempo
Masculino: 6h33 – Santoro v. Clement (1ª rodada, 2004), 6/4, 6/3, 6/7, 3/6, 16/14
Feminino: 4h07 – Buisson v. Van Lottum (1ª rodada, 1995), 6/7, 7/5, 6/2
MAIS JOVENS CAMPEÕES
Masculino
Michael Chang (1989): 17 anos e 3 meses
Mats Wilander (1982): 17 anos e 9 meses
Björn Borg (1974): 18 anos
Ken Rosewall (1953): 18 anos e 7 meses
Rafael Nadal (2005): 19 anos
Feminino
Monica Seles (1990): 16 anos e 6 meses
Arantxa Sanchez (1989): 17 anos e 5 meses
Steffi Graf (1987): 17 anos e 11 meses
Christine Truman (1959): 18 anos e 4 meses
MAIS VELHOS CAMPEÕES
Masculino
Novak Djokovic (2023): 36 anos e 20 dias
Rafael Nadal (2022): 36 anos e 2 dias
Andrés Gimeno (1972): 34 anos e 10 meses
Feminino
Zsuzsa Kormoczy (1958): 33 anos e 10 meses
Serena Williams (2015), 33 anos e 8 meses
Nelly Adamson-Landry (1948): 31 anos e 6 meses
Chris Evert (1986): 31 anos e 5 meses
FAÇANHAS
Títulos sem perder set
Masculino: Ilie Nastase (ROM), em 1973 (jogou duas primeiras rodadas em melhor-de-3-sets); Bjorn Borg (SUE), em 78 e 80; Rafael Nadal (ESP), em 2008, 2010 e 2017.
Feminino: 13 jogadoras. Helen Wills-Moody (EUA) é a recordista, com 4 edições (1928, 1929, 1930 e 1932). Na Era Aberta, Evonne Goolagong (1971), Billie Jean King (1972), Chris Evert (1974), Steffi Graf (1988), Justine Henin (2006 e 2007) e Iga Swiatek (2020) o fizeram.
Campeões que salvaram match-point
Masculino: René Lacoste (em 1927, 2 na final), Gottfried van Cramm (em 1934, 1 na final), Rod Laver (em 1962, 1 nas quartas), Adriano Panatta (em 1976, 1 na 1ª rodada), Gustavo Kuerten (em 2001, 1 nas oitavas), Gastón Gaudio (em 2004, 2 na final) e Carlos Alcaraz (em 2025, 3 na final).
Feminino: Osborne du Pont (em 1946, 2 na final), Margaret Court (em 1962, 1 na final); Anastasia Myskina (em 2004, 1 na final); Justine Henin (em 2005, 2 nas oitavas); e Barbora Krejcikoav (em 2021, 1 na semi)
Vencedores que não eram cabeça
Masculino: Marcel Bernard (1946), Mats Wilander (1982), Gustavo Kuerten (1997), Gastón Gaudio (2004)
Feminino: Margaret Scriven (1933). Jelena Ostapenko (2017) e Iga Swiatek (2020)
Países com maior número de campeões
Masculino: Espanha, 24; Austrália e EUA, 11; França e Suécia, 10
Feminino: EUA, 30; Alemanha, 10; Austrália, 9.
Quantidade de jogos feitos e vitórias
Masculino: Guillermo Vilas (ARG), com 73 jogos e 56 vitórias
Feminino: Steffi Graf (ALE), com 94 jogos e 84 vitórias
Quantidade de vitórias consecutivas
Masculino: Rafael Nadal (ESP), com 31 (2005-2009)
Feminino: Chris Evert (EUA), com 29 (1974-1981)
Sets consecutivos vencidos
Masculino: Bjorn Borg (SUE), com 41 (1979-1981)
Feminino: Helen Wills (EUA), com 40 (1926-1932) e Justine Henin, com 40 (2005-2010)
Quem perdeu mais finais
Masculino: Roger Federer, com 4 (2006, 2007, 2008 e 2011)
Feminino: Simone Mathieu, com 6 (1929, 1932, 1933, 1935, 1936 e 1937)
Quem mais participou
Masculino: François Jauffret, 20 vezes (1961-1980), e Fabrice Santoro, 20 vezes (1989-2009)
Feminino: Andrée Varin, 19 vezes, (1934-1965)
Campeões com mais baixo ranking
Masculino: Gustavo Kuerten (1997), como 66º
Feminino: Iga Swiatek (2020), como 54ª
Vices com mais baixo ranking
Masculino: Andrei Medvedev (1999), como 100º
Feminino: Renata Tomanova (1976), como 43ª
CURIOSIDADES
* O torneio tem sido transmitido para 180 países, num total de 6 mil horas de jogos e entrevistas geradas. Estima-se o alcance de 800 milhões de residências e 3 bilhões de telespectadores no mundo todo. A final de 2025 entre Alcaraz e Sinner foi vista por 9,5 milhões na França, maior número desde a final de 2006.
* O dia 30 de maio de 2000, uma terça-feira da segunda semana de jogos, foi a única ocasião em que a chuva não permitiu a disputa de qualquer partida no complexo.
* Depois das últimas reformas, a capacidade da quadra central Philippe Chatrier caiu para 14.840 pessoas, enquanto a Suzanne Lenglen tem espaço para 10.068 e a nova Simone Mathieu pode acomodar 5.000 espectadores. Com isso, a edição 2025 bateu recorde de público, com 687.249, incluindo 102.00 da semana do quali e do Yannick Noah Day.
* O voraz público consome cerca de 100 mil sanduíches por ano, nos 15 dias de jogos. Já os tenistas bebem até 48 mil litros de água e comem duas toneladas de massas durante o torneio.
* No torneio de 1990, o sueco Stefan Edberg e o alemão Boris Becker perderam no mesmo dia, ambos na primeira rodada. Foi a única vez na história que os dois principais favoritos não passaram da estreia. A queda de Edberg marcou também a única eliminação do cabeça 1 numa primeira rodada.
* Jamais o campeão perdeu logo na primeira rodada do evento seguinte, embora Andrés Gimeno (1973), Gustavo Kuerten (1998), Andre Agassi (2000) e Juan Carlos Ferrero (2004) terem parado logo na segunda rodada.
* Nenhum tenista alcançou a “tríplice coroa”, em Roland Garros, o que significa ganhar simples, duplas e duplas mistas no mesmo ano. Entre as mulheres, houve cinco multicampeãs. A última foi a australiana Margaret Court, em 1964.
* Roland Garros foi o primeiro Grand Slam a admitir a entrada de amadores e profissionais para atuarem juntos, inaugurando a Era Aberta. Isso aconteceu na edição de 1968. Até então os Grand Slam só podiam ser disputados por tenistas amadores.
* O tenista vindo do quali que chegou mais longe em todos os tempos foi o belga Filip Dewulf, eliminado nas semifinais de 97 por Gustavo Kuerten. Já Lois Boisson se tornou em 2025 a primeira convidada a atingir as semifinais.
* A grife Roland-Garros foi lançada em 1987 e hoje é um sucesso internacional. Objetos são vendidos em 40 países e em 10 mil outlets.
* Os 250 pegadores de bola, utilizados anualmente no torneio, têm sempre entre 12 e 16 anos.
* Rumo ao seu primeiro título, que o consagraria como o mais jovem campeão até então, o sueco Mats Wilander, com 17 anos e nove meses, solicitou ao árbitro de cadeira para jogar novamente o match-point na semifinal contra o argentino Jose-Luis Clerc, algo que o oficial havia negado. O sueco confirmou a vitória no ponto seguinte.
* Os franceses, fanáticos por tênis e muitas vezes mal comportados nas arquibancadas, não vêm um campeão nacional desde o notável Yannick Noah, em 83. Henri Leconte chegou à final de 88, mas perdeu para o sueco Mats Wilander.
* Em 1956, a norte-americana Althea Gibson ganhou Roland Garros e se tornou a primeira tenista negra a vencer um Grand Slam em toda a história. No masculino, sua façanha foi repetida por Arthur Ashe, em Wimbledon de 75, e no feminino, por Serena Williams, em 99.
* Assim como Pete Sampras, o norte-americano John McEnroe jamais conquistou o Aberto da França em sua carreira. Mas esteve bem perto em 84, quando permitiu uma das mais incríveis viradas da história dos Grand Slam: vencia por 2 sets a 0 e perdeu para o então tcheco Ivan Lendl, por 3/6, 2/6, 6/4, 7/5 e 7/5.
* Bjorn Borg foi um fenômeno sobre a quadra lenta de Paris. Ganhou seis vezes, quatro delas consecutivas, duas delas sem perder sets (78 e 80). O sueco, que entregou o troféu a Gustavo Kuerten em 97 e recebeu uma reverência do catar inense, perdeu um único jogo no torneio, entre 74 e 81, para o italiano Adriano Panatta, já que não atuou na edição de 77.










