Nova York (EUA) – Após um início difícil contra o tcheco Jiri Lehecka, o grego Stefanos Tsitsipas destacou a importância da paciência e da adaptação durante a partida para buscar a virada. Ele também salientou que a postura com que tem encarado os jogos o ajuda a encontrar soluções como aconteceu na última sexta-feira.
“Não foi o melhor começo para uma partida. Não fiquei feliz com a forma como comecei e com a grande desvantagem em que fiquei no início. Mas tive que aceitar, porque, sabe, uma partida sempre pode tomar um rumo diferente, pode mudar a qualquer momento”, destacou Tsitsipas para o portal grego SDNA.
“Eu estava apenas esperando para ver se algo poderia mudar. Ele parecia estar em ótima fase desde o início e não me dava muita oportunidade de entrar no jogo. No fim das contas, senti que algumas mudanças e pequenos ajustes que fiz me ajudaram a ter um pouco mais de controle e a me manter no set”, acrescentou.
Tsitsipas garantiu que quando passou a cuidar melhor do saque as coisas começaram a mudar. “Depois que consegui isso, foi uma batalha para ver quem quebraria o saque primeiro. E me saí muito bem no segundo e no quarto sets”, comentou o grego.
Jogando e curtindo o jogo
A abordagem mais leve que tem adotado para as partidas tem funcionado para Tsitsipas, que agora entra em quadra com expectativas menores e se preparando para o pior cenário possível “Já aceitei que podem existir situações realmente difíceis”, afirmou o tenistas e 28 anos, que pela primeira vez chega nas oitavas do US open.
O grego voltou a mencionar os problemas nas costas que encarou no ano passado, algo que o impediu de encontrar resistência e estabilidade, afetando não só seu desempenho competitivo, mas também seu dia a dia. “Basicamente perdi a temporada por causa das minhas costas. Não consegui desenvolver uma boa forma ou ganhar ritmo nos torneios”, contou.
“Sempre que começava a engrenar, minhas costas voltavam a me incomodar. Esta temporada pode não ter sido a melhor que já tive, mas pelo menos acordo todos os dias feliz por não sentir dor. Sei que posso ir treinar sem a incerteza de como meu corpo vai reagir”, completou Tsitsipas, que agora terá pela frente o norte-americano Ben Shelton.










