PLACAR

Tsitsipas ainda sonha com Grand Slam e número 1

Foto: Western & Southern Open

Atenas (Grécia) – Embora a fase do grego Stefanos Tsitsipas não seja das melhores, com apenas duas vitórias em seus três últimos torneios, os Masters 1000 de Toronto e Cincinnati e o US Open, ele segue acreditando que pode alcançar grandes conquistas no circuito. Em entrevista ao jornal Kathimeriní, o número 5 do mundo mira títulos de Grand Slam e a liderança do ranking, mas sem exagerar na pressão.

“Ainda penso em ganhar meu primeiro Grand Slam e chegar ao topo do ranking ATP, mas não é mais algo obsessivo para mim como era quando jovem e que me privou de coisas. Isso não significa que estou feliz com o que conquistei até agora, quero melhorar como jogador, mas a chave para mim é buscar o equilíbrio”, afirmou o tenista de 25 anos.

Para o grego, as viagens constantes são um dos maiores desafios no circuito. “O mais difícil é ter que dormir numa cama diferente praticamente a cada sete dias. Novas cidades, novos hotéis, ter que superar o jetlag, começar a treinar antes de um torneio. Fazer isso de 32 a 34 semanas por ano deixa uma marca muito importante no seu corpo e na sua mente”, analisou Tsitsipas.

Sempre questionado sobre o trabalho ao lado do pai, Apostolos Tsitsipas, ele mais uma vez defendeu o trabalho que fazem juntos e rebateu as críticas. “Já ouvi centenas de vezes que tenho que trocar de pai, mas isso é dito por pessoas que nada sabem do meu dia a dia”, observou o grego.

“Treino seis vezes por semana, passo mais da metade do dia fazendo academia, fisioterapia, falando com minha equipe de nutrição e fazendo o possível para dar o salto para o próximo nível. Em relação a Mark (Philippoussis),combinamos que faríamos juntos um período experimental durante a turnê norte-americana, essa colaboração acabou e meu pai está assumindo as rédeas novamente”, acrescentou.

Sobre a nova geração que vem despontando após a sua, Tsitsipas vê tudo com normalidade. “São jogadores que têm muita energia e fome, além de não terem medo. Jogam com liberdade, não pensam em nada. Houve um período, entre 2018 e 2020, muito antes de Alcaraz, Sinner e Rune. Naquela altura, todo o foco estava em Zverev, Dominic Thiem e em mim”, observou o grego.

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