Cincinnati (EUA) – Em seu primeiro compromisso desde Wimbledon, Novak Djokovic volta ao circuito no Masters 1000 de Cincinnati. O sérvio é tricampeão do evento, mas não disputa a competição desde 2023, ano de seu último título, em uma final dramática contra Carlos Alcaraz.
“Tenho ótimas lembranças deste torneio, embora tenha levado um tempo para conquistar meu primeiro título aqui”, disse Djokovic, que perdeu suas cinco primeiras finais no troneio até ser campeão pela primeira vez em 2018, vencendo Roger Federer na decisão.
“Acho que disputei umas quatro ou cinco finais antes de vencer pela primeira vez contra o Roger. Na verdade, eu perdia principalmente para ele nessas finais anteriores. “Foi um obstáculo difícil de superar”, acrescentou o sérvio.
“Mas, assim que conquistei o primeiro título, senti um enorme alívio, porque eu queria muito aquela vitória. Sempre recebi muito apoio aqui. A comunidade sérvia é muito grande. É disso que me lembro, das finais de 2023 e 2018 com muitas bandeiras da Sérvia no estádio. Foi muito legal”, complementou o ex-número 1 do mundo e atual quinto colocado.
A decisão contra Alcaraz, há três temporadas, teve incríveis 3h49 de duração: “A última vez que estive aqui, conquistei o título em 2023. Foi uma das partidas mais épicas em melhor de três sets de que já participei”.
+ Clique aqui e siga o Canal do TenisBrasil no WhatsApp
Djokovic também venceu a edição de 2020, excepcionalmente jogada em Nova York, por causa da pandemia. O veterano de 39 anos espera o vencedor entre o argentino Thiago Tirante e o britânico Jan Choinski.












[…] veterano de 39 anos voltava a Cincinnati três temporadas depois de seu último título no torneio, numa final dramática contra Carlos Alcaraz em 2023. Ele venceu o torneio pela primeira […]
Vai pegar ritmo e depois entregar rápido para chegar inteiro para o US OPEN.
Exatamente. Djokovic certamente não vai querer passar das quartas se os confrontos posteriores forem muito duros (Zverev). Não vale a pena. Aos 39 anos, qualquer cansaço em excesso custará caro no Us Open.
Lembro dele batendo o Fregueser em 2018 e Alcaraz em 2023 em um jogo épico. Difícil pensar em título aos 39 anos, mas pode ser um bom preparo para o US Open. Estou mais curioso em como essa nova geração vai se sair nesses torneios maiores. Gostei do que Tien e Jódar apresentaram mas o Fonseca decepcionou um pouco, embora tenha muita lenha pra queimar ainda.
Sim, Djokovic apanhou muito de Federer em Cincinnati, até conseguir vencer o craque suíço lá nos últimos anos de Federer no circuito.
Existe um furo nesse argumento, Djoko é 16 anos mais velho que Alcaraz e estava com 36 anos na final em Cincinnati. O espanhol já era bicampeão de Slam naquele jogo.
Federer é de 1981. Já estava com 37 anos. Só então Djokovic, com 31 anos, conseguiu vencer Federer lá. A relação entre Djokovic e Alcaraz é outra. A de Federer e Djokovic foi exatamente assim: Djokovic conseguiu ter vantagem nos confrontos entre eles apenas depois que Federer passou dos 32 anos, sendo 6 anos mais jovem.
Se o circuito se resumisse a esse masters 1000 ok, mas todo mundo sabe que Federer tem sido surrado pelo Djokovic desde os 29 anos em outros torneios maiores. E a primeira vitória do sérvio foi lá em 2007, muito antes de seu próprio auge.
Fonseca perdeu pro campeao , que gosta muito do torneio, se adapta bem,
Chave deu azar, poderia ter ido mais longe…
Força Djokovik.