Nova York (EUA) – Segundo relatório divulgado pela Associação de Tênis dos Estados Unidos (USTA), 27,3 milhões de norte-americanos jogaram tênis pelo menos uma vez ao longo de 2025, o que representa aumento de 6% em relação à temporada anterior. Já é o sexto ano seguido que o país apresenta um aumento de participantes no esporte. Em 2019, o número era 54% mais baixo, com 17,7 milhões de tenistas.
O que os dados desse relatório mais diferem dos anteriores é o nível de engajamento dos praticantes com o esporte. Aqueles que registraram 10 ou mais sessões por ano atingiram um recorde de 14,5 milhões, um aumento de 11% em relação ao ano passado. Tenistas frequentes nos EUA configuram 53% da base total dos jogadores.
Essa foi também a maior taxa de retenção dos últimos cinco anos: 80,4% das pessoas que jogaram tênis em 2024 continuaram ativos em 2025. Outro recorde foi que 4,9 milhões de norte-americanos pegaram em uma raquete pela primeira vez.
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A modalidade feminina no país foi a que mais cresceu, com 1,1 milhão de mulheres aderindo ao esporte, um aumento de 10% em relação ao ano anterior.
Além disso, adultos com 35 anos ou mais representam 95% dos novos jogadores, adicionando cerca de 1,5 milhão de novos participantes e estabelecendo recordes em todas as faixas etárias desse grupo.
A USTA também divulgou uma meta de 35 milhões de tenistas até 2035. Para isso, é necessário um crescimento médio anual de cerca de 2,5%, o que parece possível se comparado à taxa de crescimento anual de 4,8% registrada nos últimos cinco anos.
“Nosso objetivo é expandir o acesso para que mais pessoas em todo o país possam praticar o esporte mais saudável do mundo e experimentar os benefícios físicos, mentais e sociais que ele oferece”, disse Brian Vahaly presidente do Conselho e co-CEO interino da USTA.











Incrível como por aqui nem remotamente se passa pela cabeça dos dirigentes da CBT que o principal objetivo da entidade deveria ser justamente esse: aumentar a base de praticantes do tênis..
Exatamente. Infelizmente, não há investimento na estrutura/base desse esporte, porque espaço e interessados, penso, temos de sobra. Foi isso que aconteceu no futebol ao longo dos anos, ou seja, enquanto tínhamos muitos campos na periferia, o aparecimento de craques proriferavam, em todo o Brasil. É o que acontece na Argentina, de onde da massificação do tênis surgiram muitos bons tenistas. Quem sabe um dia….