Linz (Áustria) – Convidada para o WTA 500 de Linz, a jovem austríaca Lilli Tagger conseguiu mais uma vitória expressiva e garantiu vaga nas quartas de final. Algoz de Paula Badosa na estreia, a jogadora de 18 anos e 117ª do ranking eliminou a Liudmila Samsonova, terceira cabeça de chave e número 21 do mundo, com parciais de 6/2 e 7/6 (13-11).
“É um sonho jogar aqui, na Áustria, diante da torcida. Acho que esse é meu melhor torneio nesse nível e estou muito feliz”, disse Tagger, na entrevista em quadra, depois de marcar a maior vitória de sua carreira profissional.
Campeã juvenil de Roland Garros no ano passado, a austríaca é também uma das poucas tenistas na elite do circuito que executam o backhand com apenas uma mão. Ela já tem uma final de WTA, na cidade chinesa de Jiujiang na última temporada, e conseguiu sua primeira vitória em WTA 1000 em Indian Wells.
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Tagger terá um duelo austríaco nas quartas de final contra Anastasia Potapova, jogadora nascida na Rússia e que solicitou a mudança de nacionalidade no fim do ano passado. Campeã de Linz em 2023, Potapova derrotou a alemã Tamara Korpatsch por 6/2 e 6/1.
Destaque também para a tcheca Karolina Pliskova, ex-número 1 do mundo e atual 258ª do ranking aos 34 anos, voltando ao circuito depois de ter sofrido uma lesão no tornozelo. A experiente tcheca derrotou a russa Ekaterina Alexandrova, 13ª do ranking e atual campeã em Linz, por 6/1 e 6/3. A edição passada do torneio foi a última em quadras duras e cobertas, antes da mudança para o saibro nesta temporada.
Pliskova já foi campeã de Linz em 2014 e chega às quartas de um WTA pela primeira vez no ano. A tcheca enfrenta a croata Donna Vekic, que sequer precisou entrar em quadra, beneficiada pela desistência da ucraniana Anhelina Kalinina, por motivo de doença.
Nos outros confrontos das quartas, a cabeça 1 russa Mirra Andreeva enfrenta a romena Sorana Cirstea. Já a também romena Elena Ruse desafia a letã Jelena Ostapenko, campeã em 2024. A rodada desta sexta-feira começa às 8h (de Brasília).












Coisa linda o backhand com uma mão! Essa menina vai longe, é bem alta, tem um saque bom, só falta ganhar um pouco mais de força muscular e experiência no circuito
Verdade, tomara que chegue longe essa jovem grandona porque é raro ver a esquerda de uma mão, ainda mais no tênis feminino.