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Swiatek: “Sinto mais orgulho do meu desempenho em 2023”

Foto: Darren Carroll/USTA

Varsóvia (Polônia) – Desde a surpreendente aposentadoria da australiana Ashleigh Barty em março de 2022, o tênis feminino ganhou uma nova número 1. Com a saída de cena da ex-líder do ranking, a polonesa Iga Swiatek assumiu esse papel e dominou o circuito. Já são 80 semanas na ponta (décima melhor marca da história), além de três títulos de Grand Slam, quatro de WTA 1000 e um WTA Finals no período.

Em 2022, a jogadora então com 21 anos de idade chegou a estabelecer uma sequência impressionante de 37 jogos sem perder, vencendo seis campeonatos seguidos. Ao todo, ele levantou oito troféus em toda a temporada. Já neste ano, ela conquistou mais seis títulos e ganhou 68 das 79 partidas que disputou. Outro feito incrível foi ter faturado o WTA 500 de Doha depois de perder apenas cinco games em toda a campanha.

Diante desses números e façanhas, fica difícil até a própria Swiatek escolher qual das duas foi a sua melhor temporada. “É difícil comparar. Em 2022 tudo ia muito bem, começou aquela sequência de 37 vitórias consecutivas e, sinceramente, não sei como aconteceu. Este ano foi diferente porque tive duas lesões mais graves e que poderiam ter me deixado afastada por mais tempo se tivéssemos lidado mal. Tive muitos altos e baixos em termos de forma e a rivalidade com Aryna Sabalenka tornou-se muito intensa. Portanto, houve muito mais desafios”, disse ao Super Express.

Depois de pensar um pouquinho, ela chegou a uma conclusão. “O fato de no último torneio ter voltado ao topo do ranking com uma vantagem tão pequena me parece muito abstrato e não creio que estas coisas aconteçam com muita frequência no esporte. Na verdade, fiquei mais orgulhosa do meu desempenho nesta temporada”, enfim revelou.

Apesar do bom desempenho no circuito, Swiatek não foi poupada de críticas pela compatriota Agnieszka Radwanska por ter optado não defender a Polônia na fase decisiva da Billie Jean King Cup. Ela, no entanto, deu seus argumentos.

“Não me senti ofendida porque realmente não me importava. Cada uma de nós teve carreiras completamente diferentes e somos gerenciadas de maneira diferente. Agnieszka fez muito pelo tênis polonês. Graças a ela, a seleção conseguiu ótimos resultados e, como ela mesma disse, esteve sempre disponível. Mas dado o progresso que fiz e o fato de ser a número 1, também tenho muitas responsabilidades fora das quadras”, disparou.

“Além disso, você pode ver nas estatísticas que 2023 foi a segunda temporada em que mais disputei partidas no circuito. Sei que às vezes, infelizmente, terei que tomar esse tipo de decisão, especialmente quando os dois torneios são realizados em dois continentes diferentes, com dois dias de intervalo. Essas decisões foram definitivamente exigentes e difíceis de tomar”, completou Iga.

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