Nova York (EUA) – Finalista do US Open, Ben Shelton já está a caminho de Praga para defender os Estados Unidos na Copa Davis. O novo número 4 do mundo será o principal nome do confronto contra a República Tcheca, valendo vaga na fase final da competição entre nações.
Os visitantes sofreram duas importantes baixas de última hora em relação à convocação inicial. Taylor Fritz e Tommy Paul não estarão à disposição do capitão Bob Bryan. Com as mudanças, Learner Tien e Martin Damm foram chamados para completar a equipe e farão suas estreias na Copa Davis.
Atual 13º do ranking aos 20 anos, o canhoto Tien vive a melhor temporada da carreira e ganha papel importante na equipe diante das ausências de Fritz e Paul.
Além de Shelton, Tien e Damm, o time conta com os especialistas em duplas Christian Harrison e Austin Krajicek. Harrison e Krajicek já atuaram juntos na primeira rodada do qualificatório, quando garantiram o ponto que confirmou a vitória dos Estados Unidos sobre a Hungria.
A presença de Shelton também chama atenção pelo curto período de recuperação. O canhoto de 23 anos disputou no domingo sua primeira final de Grand Slam e, depois da derrota para o alemão Alexander Zverev no US Open, resolveu seguir diretamente para a República Tcheca.
Shelton também alcançou nesta segunda-feira a melhor posição da carreira no ranking, assumindo o quarto lugar. Esta será sua segunda participação na Copa Davis. Curiosamente, ele foi convocado em 2025 justamente para enfrentar os tchecos, mas acabou desistindo por lesão.
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O reencontro será disputado sexta-feira e sábado, dias 18 e 19, na quadra sintética coberta da O2 Arena. A República Tcheca terá Jakub Mensik, Jiri Lehecka, Tomas Machac, Vit Kopriva, Patrik Rikl e Adam Pavlasek à disposição do capitão Tomas Berdych.
No ano passado, os tchecos eliminaram os norte-americanos por 3 a 2, em Delray Beach, pela segunda fase do qualificatório do Grupo Mundial. Quem vencer desta vez garante vaga na fase final, que será disputada entre 24 e 29 de novembro, em Bolonha.
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Com as baixas ficaram mais fortes….. EUA com uma geração forte
Exatamente. O Fritz fora é reforço…
Geração bem normal. Perto do que os EUA já tiveram, eu diria até que é uma geração fraca.
Ahh cara, então se for assim fora a Italia, o resto é geração fraca?