Shelton defende o título no Canadá e conquista o segundo Masters

Ben Shelton (Foto: Pascal Ratthé/Tennis Canada)

Montréal (Canadá) – Um ano depois de conquistar seu primeiro Masters 1000 em Toronto, Ben Shelton defendeu o título no Canadá, desta vez jogando em Montréal. O canhoto de 23 anos e número 10 do mundo e venceu uma final norte-americana contra Brandon Nakashima, 31º do ranking, por 6/3 e 7/6 (7-4) em 1h27 de partida.

Este é o sétimo título de ATP na carreira de Shelton e o quarto na temporada. Ele já havia sido campeão em todos os pisos neste ano, passando pelas quadras duras e cobertas de Dallas, pelo saibro de Munique e a grama de Stuttgart.

Shelton se torna o quarto jogador neste século a defender o título no Canadá, juntando-se a Andy Murray em 2009 e 2010, Novak Djokovic em 2011 e 2012, além de Rafael Nadal em 2018 e 2019. O norte-americano também fica ao lado de Jannik Sinner e Carlos Alcaraz entre os tenistas nascidos nos anos 2000 com dois ou mais títulos deste nível.

A vitória desta quinta-feira foi a sexta de Shelton contra Nakashima e faz com que ele mantenha seu retrospecto perfeito diante do compatriota. O campeão recebe mil pontos na ATP e a premiação de US$ 1.514.200. Ele salta para a sexta posição do ranking, já que os pontos do ano passado caíram antes do torneio.

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Já Nakashima, de 25 anos, disputou sua primeira final de Masters 1000. Até então, ele sequer havia alcançado as quartas. A campanha faz com que ele também tenha seu melhor ranking, no 22º lugar. Ele recebe 650 pontos e o prêmio de US$ 612.340.

Com ótimo desempenho no saque, Shelton disparou sete aces na partida e não enfrentou break-points. Ele cedeu apenas nove pontos em seus games de serviço e venceu 86% dos pontos com o primeiro saque. O forehand do canhoto também foi impecável, com 13 bolas vencedoras e apenas um erro não-forçados.

No primeiro set, em que só perdeu quatro pontos no saque, Shelton conseguiu duas quebras e terminou a parcial vencendo quatro games seguidos. A segunda parcial foi inteiramente sem quebras ou break-points, com o atual campeão vencendo dois pontos nas devoluções durante o tiebreak para definir a partida. Shelton liderou a estatística de winners por 13 a 10 e cometeu 12 erros contra 19, além de ter vencido 8 dos doze pontos que disputou na rede.

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THIAGO
THIAGO
24 dias atrás

Vivemos tempos sombrio no tour! Shelton ganhando back to back um Masters 1000 (que tava mais para atp 500 ou 250).

cabelo de boneca
cabelo de boneca
24 dias atrás
Responder para  THIAGO

nunca vi um ATP 250 com 7 top 10 inscritos, talvez vc ja tenha visto na neverland.

SANDRO
SANDRO
24 dias atrás
Responder para  THIAGO

O que vc tem contra Shelton, Nakashima, Tien e Jodar??? São excelentes jovens tenistas da Nova Geração… Às vezes, críticos criticam só por criticar, nunca estão satisfeitos???

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
24 dias atrás

No último domingo, após a derrota do João Fonseca para o Ben Shelton, 6/3 e 7/6 (7-3), teve muitas críticas ao Fonseca, meio que minimizando o valor do Ben Shelton, colocando-o como um tenista de segundo escalão, e enaltecendo os jovens da mesma geração do brasileiro, colocando-os num patamar bem acima do brasileiro. E a sequência do torneio mostrou o algoz do brasileiro inspirado, ganhando com autoridade em sets diretos do Jakub Mensik, de quem ele tinha perdido nos dois confrontos anteriores, depois passou em sets diretos pelo Learner Tien, a quem nunca tinha derrotado, e por último venceu o Brandon Nakashima na final, adversário que havia eliminado o Rafael Jóda, em sets diretos, no outro lado da chave. E o Shelton ganhou todos os seus jogos em sets diretos, sendo que o Fonseca e o Nakashima foram os que deram mais trabalho ao campeão. O torneio mostrou que o brasileiro precisa evoluir sim pra alcançar a elite, mas os outros novatos também precisam. E talvez esses outros novatos não estejam tão superiores assim em relação ao Fonseca como alguns acreditam.

Tom França
Tom França
24 dias atrás

Concordo em gênero, número e grau, com você! João Fonseca não perdeu pra qualquer um, e não teve a sorte de ter que enfrentar justamente o campeão, logo na 3ª rodada. Nesse torneio, bem que poderia ser uma final pois João chegou a fazer 3×0 no 2⁰ set. Talvez ele precise ter um pouco mais de humildade e não achar que o set já tá ganho, quando abre três de vantagem. Porém, isso é próprio de um cara de apenas 19 anos que ainda tem muito o que aprender, pra juntar ao seu talento inquestionável. Pegou mais uma vez uma chave durissima, e já teve que enfrentar o Shelton muiton cedo. Também concordo com alguém aí, que fez um comentário de que se o João vence o Shelton, teria grandes chances de ser um finalista. Vida que segue.

Carlos Roberto Gomes
Carlos Roberto Gomes
24 dias atrás

Gostei bastante de seu comentário!

Mário Mendonça
Mário Mendonça
24 dias atrás

Shelton é um dos melhores jogadores da atualidade e no nivel que vem jogando, ouso afimar que é um dos favoritos na rondfa norte americana! JF perdeu para o campeão, e concordo, tem que ralar muito para chegar no nivel do birrento e ironico ianque!

Diego
Diego
24 dias atrás

Título número 49 dos Eua nesse torneio,não ganhava desde 2003 com Andy Roddick
Assim como é o vice nº 49 dos Eua lá Reilly Opelka em 2021 havia sido o último

Ney Passos
Ney Passos
24 dias atrás
Responder para  Diego

Desde 2003?? Shelton é bicampeão…

SANDRO
SANDRO
24 dias atrás
Responder para  Diego

O título não é dos EUA e sim individual do Shelton … Torneio de Simples da ATP não é um Torneio de Nações, mas sim um torneio personalíssimo da ATP, logo, o título não é dos EUA, mas sim do Shelton… Masters Mil não é “United Cup” ou “Davis Cup”, esses sim Torneios de Nações…

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