Sem grandes mudanças, ATP define calendário da temporada 2027

Foto: Corinne Dubreuil/ATP Tour

Londres (Inglaterra) – A ATP anunciou nesta quarta-feira o calendário para a temporada 2027. O circuito terá 59 torneios, distribuídos por 29 países. E não há grandes mudanças em comparação com a temporada atual.

Entre os quatro Grand Slam do ano que vem, o Australian Open será entre 17 e 31 de janeiro; Roland Garros, de 23 de maio a 6 de junho; Wimbledon, de 28 de junho a 11 de julho, enquanto o US Open, de 29 de agosto a 12 de setembro.

Único torneio no Brasil, o Rio Open será disputado entre os dias 15 e 21 de fevereiro de 2027. Além do ATP 500 carioca, a temporada sul-americana no saibro ainda contará com os 250 de Buenos Aires e Santiago.

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Estão previstos nove Masters 1000, sendo sete deles com 12 dias de duração, além de 16 ATP 500 e 29 torneios ATP 250. Alguns ajustes de programação que já aconteceram nos últimos anos serão mantidos, casos das finais do Masters 1000 de Toronto em uma quinta-feira e de Cincinnati numa segunda, por exemplo. A partir de 2028, haverá um novo Masters 1000 na Arábia Saudita.

O ATP Finals, torneio entre os oito melhores da temporada, será realizado na Itália pelo sétimo ano seguido, a partir de 14 de novembro. Há um contrato com a Federação de Tênis do país até 2030, mas com cidade-sede ainda a ser definida depois cinco edições em Turim nos últimos anos.

+ Veja como ficou o calendário de 2027 da ATP

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Davi Poiani
Davi Poiani
28 dias atrás

Que pena… Para o expectador que assiste de longe, pela TV ou pela Internet, os Masters 1000 de 12 dias acabam por ficar muito arrastados, intermináveis, bem mais difíceis de acompanhar.

Ou seja, são torneios que não tem a mesma importância e apelo dos 4 Grand Slams, mas que mesmo assim acabam tendo quase a mesma duração. Muito fora de sintonia com a tradição.

Era bem melhor quando os Masters 1000 duravam apenas 1 semana (com a exceção de Indian Wells e Miami que sempre duravam um pouco mais). Tu sabia quando acontecia e separava um tempo do seu dia para ver uma ou outra partida.

Boa parte dos tenistas no topo do ranking também mostrou descontentamento. É mais tempo longe de casa, menos tempo de descanso, em um calendário já longo e exaustivo.

Investimento e aporte financeiro é importante, mas não é tudo. Não há grana que compre a tradição centenária e a magia de Wimbledon, por exemplo.

Renato dos santos Pacheco
Renato dos santos Pacheco
28 dias atrás
Responder para  Davi Poiani

Pois é. Não tem sentido esse aumento. TB é ruim pros atletas que ficam cada vez mais desgastados!

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