Saraiva, Zanellato e Damazio lutam pelo título em Belém

Nicolas Zanellato (Foto: João Pires/Fotojump)

Belém (PA) – Três brasileiros continuam na luta pelo título do torneio de nível M15 que acontece sobre quadras sintéticas em Belém: os cabeças Paulo Saraiva e Nicolas Zanellato e o juvenil Livas Damazio.

Nesta sexta-feira, Saraiva confirmou seu favoritismo ao derrotar sem sustos o também brasileiro Gabriel Schenekenberg, com parciais de 6/3 e 6/1.

Seu adversário será o garoto mato-grossense Damazio, de 16 anos, que atinge pela primeira vez uma semifinal como profissional. Ele marcou 6/2 e 6/3 sobre o convidado Victor Bini.

Zanellato por sua vez encerrou a campanha surpreendente de Lorenzo Corsini, que saiu do qualificatório, e avançou para a penúltima rodada com o placar de 6/2 e 6/3.

Seu adversário será o colombiano Juan Sebastian Osorio, sexto favorito, que teve partida dura contra o cabeça 2 Pedro Sakamoto, avançando com parciais de 7/6 (7-4), 2/6 e 6/3.

A final de duplas também terá três brasileiros. Breno Braga e Rafael Tosetto venceram os chilenos Ignacio Becerra e Daniel Nunez, por 6/3, 6/7 (4-7) e 10-8, e enfrentam Victor Braga, parceiro do argentino Manuel Mouilleron, que marcaram 6/3 e 7/5 sobre Eugênio Almeida e Lucca Pinto.

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Jorge Luiz
Jorge Luiz
19/09/2026 09:20

Como eu disse anteriormente,o Sakamoto é um leão contra jovens brasileiros,mas contra os gringos perde até para um cabra de 34 anos que passou a carreira toda jogando ITF

Guilherme ES Ribeiro
Guilherme ES Ribeiro
19/09/2026 05:57

Boa. Zanellato vai tentar garantir uma final brasileira. Mas não será fácil. Colombiano pra mim é o favorito. Zanelatto fará sua 2° semifinal de ITF no ano, deve voltar ao Top700 e busca sua 1° final no ano, a 3° na carreira. Do outro lado, o experiente Paulo André Saraiva enfrenta o garoto Livas Damazio, apenas 16 anos. Saraiva fará sua 4° semifinal no ano, a 3° em ITF. Ele tenta chegar a sua 3° final de ITF no ano, a 5° na carreira e ainda luta por um título inédito. O jovem Mato-grossense, geração 2010, faz sua 1° semifinal de ITF na carreira e busca uma final inédita. Mas é muito bacana ver um jovem de 2010 já quase fazendo uma final. A geração 2009 tem o Guto, que também já chegou perto de fazer final, mas as gerações de 2007 e 2008 estão preocupantes. Onde está o Bonini, que era a maior esperança da geração 2007?? Parou?? Desistiu do tênis?? Está nos EUA?? Na geração 2008, Chabalgoity era a maior esperança, mas não fez um bom último ano de juvenil e jogou muito pouco no profissional também. Vai vingar??? E o Saraiva é da geração 2000, que esse ano teve jogadores que sumiram do mapa também, como Gilbert Klier e Igor Gimenez. O tênis profissional não é fácil.

Refaelov
Refaelov
19/09/2026 11:01
Responder para  Guilherme ES Ribeiro

Klier, Gimenez, esses ao menos tentaram o tênis profissional seriamente por um período e, por um motivo ou outro n deu certo.

Preocupante realmente é essa geração atual, temos jogadores de 05, 06, 07 e 08 que dão toda a pinta que nem tentar seriamente serem profissionais tentarão..

Eu acho uma verdadeira loucura a CBT assistindo isso: o Brasil com cada vez mais representação no circuito juvenil mas com cada vez menos transição desses juvenis para o circuito profissional e n ter uma cabeça pensante ali se perguntando o motivo dessa garotada estar desistindo de ao menos tentar e oque a entidade poderia fazer para estimular esses garotos a fazerem essa transição..

Guilherme ES Ribeiro
Guilherme ES Ribeiro
19/09/2026 14:01
Responder para  Refaelov

Isso é verdade. Essa modinha de tênis universitário tem que ser pra quem não se destaca no juvenil. Pra mim foi TOP50 juvenil tem que tentar o profissional. Caso do Gustavo Ribeiro de Almeida e do Pedro Rodrigues, da geração 2006, do João Pedro Bonini, geração 2007, do Pedro Chabalgoity, geração 2008 e do Leonardo Storck, geração 2009. Se ficou entre 50 e 100, pode ficar um tempo universitário e depois vai pro profissional. De 100 pra lá, ok ir pro Universitário

Maurício
Maurício
19/09/2026 11:37
Responder para  Guilherme ES Ribeiro

O Bonini aparentemente tem uma lesão crônica, pq jogou um Challenger no Paraguai esse ano e não voltou a jogar, que ele tava lesionado, agora se é ao certo o motivo de todo esse tempo parado não sabemos, tem tantos jornalistas, como ninguém faz uma entrevista com ele?
Não é um super jogador, mas é o principal da geração 2007 e foi top 20 JR. Vai entender só os jornalistas mesmo para nos dizer…

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