Cincinnati (EUA) – Atual campeã do WTA 1000 de Cincinnati, a polonesa Iga Swiatek levou um susto no começo da partida contra a grega Maria Sakkari e perdeu o primeiro set. Só que a rival não conseguiu manter o ritmo e acabou dominada nas duas parciais seguintes, venceu só mais dois games e levou a virada com o placar de 4/6, 6/1 e 6/1, em 1h58 de confronto.
Swiatek tornou-se a quinta jogadora em atividade a conquistar mais de 100 vitórias na WTA 1000 em quadra dura, desde a introdução do formato em 2009. Além dela, já atingiram a marca centenária a bielorrussa Aryna Sabalenka, a tcheca Karolina Pliskova, a ucraniana Elina Svitolina e a norte-americana Serena Williams.
Depois de chegar pelo menos às semifinais em suas três últimas aparições em Cincinnati, a polonesa já se garantiu ao menos nas oitavas deste ano. Ela enfrenta a francesa Diane Parry, 66ª do ranking, que derrotou a compatriota Lois Boisson por 4/6, 6/4 e 6/3.
Apresentando uma melhora em seu desempenho durante a temporada de quadras duras deste ano, Swiatek chegou para a disputa em Cincinnati embalada pelo título em Toronto, onde encerrou um jejum de 11 meses sem conquistas. Ela soma agora oito vitórias consecutivas e tenta ampliar a série para evitar uma queda no ranking.
Iga está perdendo provisoriamente quatro lugares no ranking e não depende apenas de si para manter a atual quinta colocação. A russa Mirra Andreeva é uma das ameaças. Se ela vencer mais uma, mesmo que a polonesa conquiste o título, não conseguirá permanecer como número 5 do mundo.
O jogo começou bastante equilibrado, com Sakkari mostrando um grande tênis no primeiro set, em que obteve uma importante quebra no quinto game. A grega teve ainda mais dois break-points no sétimo, ambos evitados por Swiatek, que não teve uma chance sequer de quebra contra a rival e acabou saindo atrás.
The comeback is ON 👊@iga_swiatek fights back to take the second set against Sakkari 6-1!#CincyTennis pic.twitter.com/sGANJhO8Wk
— wta (@WTA) August 17, 2026
Sakkari não manteve o nível alto no decorrer da partida e viu a polonesa crescer a partir do início da segunda parcial. A grega baixou a intensidade e não conseguiu sustentar a vantagem. Do outro lado, Iga foi firme e aproveitou a baixa da oponente para dominá-la no restante da partida.
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Depois de vencer 77% dos pontos com o saque no primeiro set, Sakkari viu seu aproveitamento cair para 42% no segundo e terceiro. Swiatek dominou as ações a partir de então e perdeu somente mais dois games para a grega, um em cada parcial.












Para os Haters que dizia que ela só jogava bem no saibro, mais uma marca da polonesa prodígio com somente 25 anos. Kkkkkkkkkk
Os haters desistiram de criticar a Iga . É jogo perdido. Uma coisa é a jogadora ter oscilações na carreira porque suas adversárias a estudaram e criaram recursos pra neutralizar seus pontos fortes, e isso exige a busca pela evolução contínua e até a reinvenção do seu jogo. Outro coisa é a jogadora mostrar alguns limites quando enfrenta determinadas situações. Por exemplo, Jessica Pegula, Amanda Anisimova, Ons Jabeur e Karolina Muchova, que tiveram oportunidade de dar o último passo e alcançar a glória máxima que é a conquista de um grand slam, falharam em mais de uma ocasião. Por isso, talvez feitos deste nível estejam acima dos seus limites. A Iga Swiatek, não, ela teve uma queda no rendimento mas está trabalhando pra se reinventar e todos os anos conquista pelo menos um título importante (WTA 1000 ou Grand Slam).