Roma (Itália) – Em grande fase, Elena Rybakina avançou às oitavas de final do WTA 1000 de Roma e entrou de vez na briga para assumir a ponta do ranking pela primeira vez na carreira. Neste domingo, a cazaque acabou com a festa da filipina Alexandra Eala e triunfou por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/3, após 1h33 de partida.
Depois de parar na terceira rodada na temporada passada, a atual número 2 do mundo melhora o seu desempenho no evento e atinge essa fase pela quarta vez em cinco participações. Além disso, ela coloca pressão sobre a bielorrussa Aryna Sabalenka, líder da WTA, eliminada no sábado pela romena Sorana Cirstea.
A cazaque conquistou o título na capital italiana em 2023, e caso volte a erguer a taça, diminuirá drasticamente a diferença para Sabalenka para cerca de 500 pontos. A número 1 ainda defende o vice-campeonato em Roland Garros, enquanto a Rybakina caiu nas oitavas em Paris em 2025.
Down the line, feeling fine 🔥
Elena Rybakina takes her first meeting with Eala in straight sets#IBI26 | @WTA pic.twitter.com/9re2AS4OIh
— Internazionali BNL d’Italia (@InteBNLdItalia) May 10, 2026
Rybakina busca uma vaga nas quartas de final no Foro Itálico contra quem avançar do embate envolvendo as experientes Laura Siegemund e Karolina Pliskova, que se enfrentam no encerramento da rodada. A cazaque tem 6 a 1 de vantagem no histórico sobre a alemã, e está invicta com quatro resultados positivos sobre a tcheca.
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A atleta de 26 anos voltou a sacar bem e dominou a jovem Eala, que celebrou seu melhor desempenho no torneio. Com seis aces e 73% de pontos vencidos quando jogou com o primeiro saque, Rybakina sofreu apenas uma quebra, na única chance que concedeu.
Mais oportuna nas devoluções, ela obteve sucesso de 47% no fundamento, para concretizar quatro oportunidades de quebra em sete que teve à disposição sobre a adversária de apenas 20 anos.
A cazaque só diminuiu o ritmo depois de largar na frente na segunda parcial, quando desperdiçou a chance de fazer 2/0. Mesmo assim, manteve a pressão sobre a número 42 do mundo para anotar uma quebra no quinto game e administrar a vantagem sem ser mais ameaçada. Rybakina fechou a partida em alto estilo, ao derrubar novamente o saque da canhota com um belo winner de forehand.













Jogadora sem sal essa Eala. Outra tenista hypada pela mídia internacional, que ainda não justificou essa puxação de saco…
Concordo. Não é tudo isso.
esta “fadinha emotiva” é a queridinha da Academia Nadal…. “o que será que será” (do Chico Buarque)
Tem várias jogadoras que podem vencer. Rybaquina, Iga, Gauf.
Sou fã incondicional dela! Torço que ultrapasse a “mademoiselle dos gritos”.
Rsrsrs, falou tudo, agora nessa fase negativa, os berros da Scremalenka devem aumentar de volume, vai ter que chupar pastilha pra garganta aguentar !!!
Não posso parafrasear que ela vence no “grito”, pois tem competência. Entretanto, ela é esperta, ela sabe que isso não é só para extravasar e ganhar força ou algo assim, creio que ela põe fé nesse som ajudando em alguma porcentagem dentro do ponto ganho, as outras que se virem na concentração da partida, pois a “bola vai com som nada agradável junto”!
Torcendo para Rybakina, o silêncio do gelo absoluto, o fino da etiqueta no tênis, beliscar este num. 1 até o final ano!
Eu acho que deveria ter warning para quem gritasse durante os pontos. Isso também tira a concentração. Não é so a torcida que tem que ficar quieta. É silêncio total.
A cazaque nem suou nessa partida! Se não acontecessem tantas zebras no saibro, cravaria que ela é favoritaça nesse torneio
Pode ser, mas você falou uma coisa pertinente sobre zebras que no tênis feminino não dar para saber o resultado, embora o nível do tênis masculino seja bem a frente, porém está interessante ver o tênis feminino devido a sua imprevisibilidade que chama atenção de maneira positiva chegando a confundir os apostadores, então vamos ver o que acontece.