Nova York (EUA) – A norte-americana Jessica Pegula defendeu a implementação de uma mudança importante no formato dos Grand Slam, para tentar diminuir as partidas que avançam pela madrugada. A número 3 da WTA sugeriu que os homens joguem em melhor de três sets nas primeiras rodadas, deixando os confrontos em melhor de cinco apenas a partir das quartas de final.
“Não sei qual é a solução, sinceramente. Minha teoria sobre os cinco sets sempre foi que eles deveriam jogar em melhor de cinco talvez a partir das quartas de final. Continuo achando que deveriam jogar em melhor de três até as quartas e depois passar para melhor de cinco”, afirmou Pegula no podcast The Player’s Box.
A experiente tenista de 32 anos reconheceu, porém, que sua proposta não acabaria necessariamente com os jogos que adentram a madrugada. Ela citou como exemplo a batalha entre Ben Shelton e Carlos Alcaraz pelas quartas de final do último US Open.
“Isso não teria solucionado o problema daquela noite entre Alcaraz e Shelton. Mas resolveria o problema? Não”, admitiu a norte-americana. Na ocasião, o tenista da casa bateu o espanhol em cinco sets, na partida que bateu recorde. O duelo terminou às 3h33 em Nova York, tornando-se o jogo que acabou mais tarde na história do US Open.
Pegula também rejeitou outras mudanças que poderiam encurtar as partidas, como a adoção do ponto decisivo no 40-40 e o fim do let no saque. “Odeio a ideia de implantar o ponto decisivo quando chega ao iguais. Espero que nunca percamos a vantagem. Sobre não jogar com let, acho estúpido. Por que você quer ganhar um ponto assim, se a bola toca na rede e cai logo depois?”, questionou.
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O debate sobre os horários ganhou força depois do US Open. Craig Tiley, CEO da USTA, já afirmou que o torneio não pretende mudar a programação em 2027 e manterá duas partidas na sessão diurna e outras duas na noturna da quadra Arthur Ashe, principal do complexo de Flushing Meadows.
Tiley argumentou que a organização não consegue prever quanto tempo uma partida irá durar. A sessão noturna começa às 19h em Nova York (20h de Brasília), mas partidas longas podem empurrar o segundo jogo para depois da meia-noite.
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Isso ai é uma longa discussão. Mas que tem haver mudanças tem! Aumentou os masters 1000 de duas semanas. Antes só era em indian Wells e Miami. Já começaria por aí!
… e acabar com o let.
Não gostei da ideia dela, e acho q uma medida q breve tem q ser tomada é acabar com os dois saques – o sacador so tem uma chance.
tênis com um só saque é outro esporte
acabar com o segundo saque é a ideia mais estúpida possível… ninguém arriscaria mais nada, todos os pontos virariam ralis longos… viraria um outro esporte, muito mais enfadonho
Isso aí, Pegula !!! igualdade sempre !!! abaixo o machismo estrutural !!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Está advogando em causa própria, pois o problema é ter jogos femininos antes do masculino. Como tem menos importância que tenistas ATP, deveria colocar jogos femininos na quadra 2 ou 3 quando for uma programação cheia e com possibilidade de jogos longos.
5 sets não deve ser mudado nunca, é o que faz tão especial os slams e o tênis também.
Muito sensata e coerente
Eu concordo com Pegula que algo tem que ser feito para evitar partidas excessivamente longas que ultrapassem 2 horas de duração e, por conseguinte, reduzir o número de lesões que vêm afastando alguns tenistas dos torneios, Porém, ou vai com 5 sets do início ao fim ou com 3 sets do início ao fim… Mas algumas medidas poderiam ser tomadas como: Fim do Deuce: em 40/40, quem fizer o ponto seguinte ganha o game. Tie break no 5/5 para que todos os sets terminem com quem vencer 6 games. Transformar o quinto set em um Super Tie-break de 10 pontos. Fim do segundo serviço: O sacador tem apenas uma chance; se errar o saque, o ponto vai direto para o adversário. Fim do Let: O objetivo do saque é a quadra do adversário e não a rede, logo, se o saque tocar na rede, é considerado erro de saque e o ponto vai para o adversário..
Mudar tudo isto ao mesmo tempo? Virou outro esporte.