Nova York (EUA) – Jessica Pegula reconheceu que precisou de mais tempo para entender o que era necessário para alcançar e se manter entre as melhores do mundo. Aos 32 anos e atual número 3 do ranking, a norte-americana atribuiu sua evolução mais tardia principalmente à maturidade adquirida ao longo da carreira.
“Acho que foi muito uma questão de maturidade. Não creio que eu soubesse necessariamente tudo o que era preciso para chegar a esse nível ou me manter nele”, afirmou Pegula em entrevista à CNBC.
A norte-americana também destacou as lesões enfrentadas quando estava na casa dos 20 anos. Segundo ela, os períodos afastada das quadras mudaram sua maneira de trabalhar e, principalmente, os cuidados com o corpo.
“Aprendi muito com essa experiência. Não é que eu não trabalhasse duro, mas acho que passei a trabalhar de maneira mais inteligente e fiquei muito melhor em cuidar do meu corpo. Conseguir me manter saudável foi algo muito importante”, explicou.
Pegula ressaltou que a sequência de torneios foi fundamental para ganhar confiança e acumular experiências no circuito. “Se você não consegue competir semana após semana, é difícil construir confiança, somar pontos no ranking e aprender com as experiências. Ironicamente, estar lesionada acabou me ensinando muito naqueles anos”, comentou.
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A norte-americana também passou a encarar de outra forma as partidas decisivas de Grand Slam. Depois de passar anos batendo nas quartas de final, Pegula chegou à decisão do US Open de 2024 e disputou outras semifinais desde então.
“Percebi que é apenas mais um jogo. Às vezes, você cria algo muito grande na cabeça e parece muito difícil. Depois que consegue, percebe que é apenas mais uma partida que precisa vencer”, completou. Pegula estava inscrita no WTA 1000 de Pequim, mas desistiu do torneio alegando desgaste físico e mental.










