Pegula e Navarro avançam em Charleston, Ostapenko enfrenta Collins

Foto: Credit One Charleston Open

Charleston (EUA) – Finalista em Miami no último sábado, Jessica Pegula iniciou a transição para o saibro com uma vitória na estreia do WTA 500 de Charleston. Principal cabeça de chave, a número 4 do mundo venceu a bielorrussa Iryna Shymanovich por 6/0e 6/3 em 1h11 de partida.

Aos 31 anos, Pegula ainda busca um título inédito em Charleston e foi semifinalista do torneio nas duas últimas temporadas. Sua próxima rival virá da partida entre a australiana Ajla Tomljanovic e a norte-americana Peyton Stearns.

Pegula dominou o primeiro set e não enfrentou break-points, sendo que Shymanovich precisou de atendimento para o pé esquerdo. Já a segunda parcial teve cinco quebras de serviço, mas a norte-americana esteve sempre à frente no placar e fechou a disputa em sets diretos.

Outra cabeça de chave a avançar foi Emma Navarro, número 11 do mundo, que venceu um duelo norte-americano contra Hailey Baptiste, 90ª do ranking, por 6/4 e 6/3. É certo que Navarro enfrentará mais uma tenista da casa, que pode ser Katie Volynets ou Ashlyn Krueger.

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Aos 23 anos, Navarro busca recuperação depois de ter sido eliminada na terceira rodada de Indian Wells e na estreia de Miami. Ela tem um título na temporada no WTA 500 de Mérida, no México. Este é o segundo ano seguido que ela disputa as oitavas em Charleston.

Também está definida a adversária de Danielle Collins, atual campeã do torneio e 22ª do ranking. A norte-americana enfrentar a letã Jelena Ostapenko, que venceu a tenista da casa Louisa Chirico por 7/5 e 6/2. Ostapenko lidera o histórico de confrontos por 2 a 1.

Já em duelo russo, a cabeça 6 do torneio Diana Shnaider derrotou Polina Kudermetova por 6/3 e 6/2. Shnaider enfrenta mais uma compatriota, Ekaterina Alexandrova, que derrotou a norte-americana Ann Li por 6/3 e 6/0.

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Marcos RJ
Marcos RJ
18 horas atrás

Collins e Ostapenko são boas jogadoras que batem muito forte na bola, além de serem conhecidas pelas atitudes controversas. Somente a antipatia da Collins consegue me fazer torcer pela Ostapenko, que também não é flor que se cheire. Esse jogo tem tudo para terminar em quebradeira.

Samuel, o Samuca
Samuel, o Samuca
17 horas atrás
Responder para  Marcos RJ

Vai ser muito interessante e imperdível!!!

Fabio
Fabio
13 horas atrás

Carisma zero

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