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Paul: “É impossível passar um ano sem se machucar”

Viena (Áustria) – Na reta final da temporada, as reclamações sobre a exigência do circuito vão crescendo. Depois de o alemão Alexander Zverev disparar contra o calendário, que para ele ficou ainda pior com mais torneios de duas semanas, foi a vez do norte-americano Tommy Paul contestar a duração da temporada.

“Nossa temporada é muito longa e dura para o corpo. É impossível passar um ano sem se machucar ou ter lesões persistentes . Isso acaba sendo um fator no final de uma temporada assim. Também acho que muitas pessoas sentem muita falta de casa”, afirmou o tenista de 26 anos e atual 12 do mundo.

“Tem alguns que se lesionaram no início do ano e quando voltam estão um pouco mais ansiosos para atuar nas competições, depois de uma folga. Por outro lado, é sempre estranho no final do ano, nunca se sabe quando alguém vai jogar a toalha ou dar alguns pontos extras aqui e ali”, acrescentou Paul, que ainda luta por uma vaga no ATP Finals.

Ocupando também o 12º lugar na corrida da temporada, Paul está a pouco mais de 500 pontos da zona de classificação e tem uma semana crucial para suas pretensões. Ele superou a estreia no ATP 500 de Viena contra o francês Alexandre Muller e agora espera pelo vencedor do duelo entre o russo Aslan Karatsev e o croata Borna Gojo.

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